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✨ Comunidade Bnei Noach cresce em Barra dos Coqueiros: Encontro destaca estudo sobre o Mundo Vindouro e Ressurreição

No último sábado, dia 02 de agosto de 2025, a Beit de Barra dos Coqueiros, situada na Rua Mário de Andrade, nº 419, no bairro Caminho da Praia, realizou mais um de seus encontros semanais, reunindo membros da comunidade e visitantes em um ambiente de aprendizado, conexão e espiritualidade.

Participação e Comunhão

Ao todo, 13 pessoas estiveram presentes no encontro. Destacamos a presença de dois visitantes: Ricardo e Carlos, que vieram conhecer mais sobre o movimento Bnei Noach e se conectar com os ensinamentos universais da Torá. Também marcaram presença dois jovens — Rebeca e Débora —, além de onze adultos, entre homens e mulheres, que participaram ativamente das discussões e reflexões propostas.

A composição do grupo foi formada por 8 homens e 3 mulheres, demonstrando o crescente envolvimento da comunidade local com os valores do monoteísmo ético.

Tema do Estudo: As Sete Leis de Noach e o Mundo Vindouro

O estudo da noite foi a décima nona aula do ciclo de estudos sobre as Sete Leis de Noach, com foco especial no tema: “Mundo Vindouro e Ressurreição”. Durante uma hora, os participantes refletiram sobre as recompensas espirituais reservadas àqueles que se dedicam a uma vida de retidão e justiça — pilares fundamentais da aliança que o Criador estabeleceu com toda a humanidade por meio de Noach.

Foi um momento de profunda contemplação sobre a eternidade da alma, a justiça divina e o papel de cada indivíduo na construção de um mundo mais elevado e conectado à vontade do Eterno.

Acolhida e Expansão

Os visitantes presentes foram calorosamente recebidos. Ambos são oriundos de Barra dos Coqueiros, Aracaju e regiões circunvizinhas. Ao serem questionados sobre como conheceram a Bait, relataram terem sido convidados por meio do grupo de WhatsApp da comunidade e também por meio de convites pessoais feitos por amigos e familiares — mostrando a importância da amizade, da hospitalidade e do boca a boca na expansão desse trabalho.

O encontro do dia 02 de agosto foi mais uma expressão viva do crescimento e da vitalidade da Beit de Barra dos Coqueiros. Cada reunião fortalece os laços entre os participantes e reafirma o compromisso com uma vida fundamentada nos princípios universais da Torá.

Seguimos caminhando com fé, estudo e ação, rumo a um mundo mais consciente, unido e alinhado com os valores do Criador.


📣 Participe também!

Você mora em Sergipe ou região? Está buscando um espaço de estudo, conexão com o Criador e crescimento espiritual dentro dos princípios universais da Torá?

A Bait de Barra dos Coqueiros convida você e sua família a participarem dos nossos encontros semanais.

📍 Endereço: Rua Mário de Andrade, 419 – Caminho da Praia, Barra dos Coqueiros/SE
📅 Encontros todos os sábados
🕔 Horário: Sempre às 17h00
📲 Para mais informações, entre em contato com a equipe da Beit pelo whatsapp : (79) 998166878

Junte-se a nós nessa jornada de fé, sabedoria e propósito!

A Força da Vida e da União: Reflexões e Vivências na Beit de Barra dos Coqueiros

No último sábado, 10 de maio, a Beit de Barra dos Coqueiros, em Sergipe, realizou mais um encontro significativo em sua jornada de construção espiritual e comunitária. A reunião aconteceu na Rua Mário de Andrade, nº 419, no bairro Caminho da Praia, e contou com a presença de 17 participantes entre adultos, jovens e crianças, representando não apenas a cidade de Barra dos Coqueiros, mas também Aracaju e regiões vizinhas.

O ambiente foi marcado por acolhimento, aprendizado e conexão. Dentre os presentes, destacamos a visita especial de Allana, que conheceu a comunidade por meio do grupo de WhatsApp e através do convite direto de amigos e familiares. Essa dinâmica demonstra o quanto o boca a boca e os meios digitais têm sido instrumentos poderosos para o fortalecimento da Beit e a ampliação de sua atuação local.

O estudo lecionado foi a sétima aula da série sobre as Sete Leis de Noach, com foco no tema “A Preciosidade da Vida”. Durante duas horas de encontro, refletimos profundamente sobre o valor sagrado da vida humana à luz dos ensinamentos universais da Torá. A aula trouxe à tona questões éticas essenciais, que impactam diretamente a forma como cada um enxerga o próximo, a sociedade e a si mesmo.

O grupo foi composto por 12 adultos, 2 jovens (Rebeca e Débora) e 2 crianças (Dalet e Levy), além do visitante mencionado. O equilíbrio entre diferentes faixas etárias foi um elemento enriquecedor, pois possibilitou trocas de experiências e olhares diversos sobre os temas tratados. Entre os adultos, tivemos a participação ativa de Antônio, Fabiane, Bernadete, Ronaldo, Targino, George, Juan, André, Camila, Rose, Dalmo e Ronald, pessoas comprometidas com o crescimento espiritual e moral promovido pelo estudo das leis divinas.

É importante ressaltar que os encontros da Beit têm como objetivo não apenas a transmissão de conhecimento, mas também a construção de uma comunidade coesa, com vínculos de respeito, amizade e cooperação. A presença constante de famílias e a chegada de novos rostos são sinais de que esse propósito está sendo alcançado com sucesso.

Concluímos esse relatório com gratidão a todos que participaram e contribuíram para mais um momento especial em nossa jornada como Bnei Noach. Que possamos continuar crescendo em sabedoria, união e compromisso com os valores eternos que nos guiam.

Gostaria de participar de nossos encontros? Tem alguma dúvida? Pergunta? Entre em contato conosco pelo formulário abaixo:


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3. Respeito pela vida humana

Por Antonio Marcio Braga Silva | Leitura em 3 minutos

“Buscarei Especialmente o sangue de sua vida: de todo animal eu o buscarei, e da mão do ser humano, da mão de seu próximo, eu buscarei a vida de todo ser humano. Quem derramar o sangue do ser humano, esse sangue será derramado por um homem (Juiz); porque à imagem de D’us ele criou o homem” (Gênesis 9:5-6).

O ser humano foi criado à imagem e semelhança de D’us. A vida humana é uma dádiva do alto e ninguém, exceto o Criador, tem o direito de dispor dela. É necessário promover e apoiar a continuação da raça humana, à qual o Criador deu a oportunidade de povoar o mundo e nele existir. A proibição do assassinato protege a pessoa de despertar o instinto bestial em sua alma.

O significado prático deste mandamento é a proibição categórica de matar qualquer pessoa, inclusive o aborto. Considera-se que o assassino perdeu a sua sorte neste mundo e, portanto, prejudica o Criador que criou o ser humano à Sua imagem e semelhança.

Abaixo estão ramos e derivados deste ensinamento. Todos esses ramos e derivados são obrigatórios para todos os seres humanos:

1. Proibido cometer suicídio e usar a legítima defesa contra alguém que pretende tirar sua vida. (Gênesis 9:5 – “E certamente de suas almas (‘de vocês mesmos’) Eu exigirei seu sangue)(‘Eu considerarei você responsável por tirar sua própria vida’)”.

2. Proibido matar qualquer inocente. (Gênesis 9:5: “e da mão do homem, da mão de cada homem, seu irmão, exigirei a alma do homem”).

3. Proibido abortar. (Gênesis 9:6: “Aquele que derramar o sangue no ser humano, terá seu sangue derramado”).

4. Proibido Eutanásia (Gênesis 9:6: “Aquele que derramar o sangue do ser humano, terá seu sangue derramado”).

5. Proibido contratar um assassino armado ou enviar uma pessoa para assassinar ou colocar um animal para matar outra pessoa. Como se diz: “… de todo animal eu o exigirei, e da mão do homem…” (Gênesis 9:5) – A Torá Oral explica que se trata de contratar alguém para matar uma determinada pessoa, ou definir um animal para matar outra pessoa.

6. Não matar humanos de fome (Gênesis 9:5: “e da mão do homem, da mão de cada homem, seu irmão, exigirei a alma do homem”)

7. Preservar a vida do perseguidor, a não ser quando não há mais saída (Gênesis 9:5: “e da mão do homem, da mão de cada homem, seu irmão, exigirei a alma do homem”).

8. Todo ser humano tem o dever de salvar uma pessoa da morte ou do perigo (Gênesis 14:14,15: “Quando Abrão soube que Lot tinha sido capturado, juntou todos os homens que tinham nascido ao seu serviço, ao todo 318, e perseguiu as tropas vencedoras mesmo até Dan. 15 Durante a noite atacou-as e derrotou-as, obrigando-as a fugirem, e perseguiu-as até Hoba, a norte de Damasco).

9. Aquele que cometeu um assassinato não intencional, deve deixar o local de sua residência permanente para expiar sua culpa, seu pecado. O tribunal em tais casos é obrigado a decidir sobre o despejo do assassino involuntário da cidade de refúgio (Gênesis 4:16: “E saiu Caim de diante da face do Eterno, e habitou na terra de Node”).

10. Não infligir danos corporais a outra pessoa, bem como a si sem necessidade especial, apenas para prejudicar a si; também é proibido castrar a si ou a outra pessoa. Isso também inclui a obrigação de zelarem pelo seu gado – búfalo ou touro – para não prejudicarem outras pessoas (Gênesis 9:5,7: “da mão de todo o animal o requererei”).

11. Não insultar outra pessoa, por exemplo, chamar-lhe um apelido pejorativo, ofendê-lo, desonrá-lo, caluniá-lo e espalhar fofocas sobre ele (Gênesis 9:6: “porque Deus fez o homem conforme a sua imagem”).

12. Não desperdiçar sementes (derramar sementes em vão), como se diz sobre a geração do dilúvio: “… porque toda carne perverteu seu caminho na terra…” (Gênesis 6:12).

Povo judeu e noaítas: sociedade moral e evitando o ódio

Por Rabino Moshe Bernstein

2–3 minutos

Na porção Matot Torah, D’us ordena que Moisés vá à guerra contra Midiã. “E D’us falou a Moisés, dizendo: ‘Vingue-se pelos Filhos de Israel contra os Midianitas, Moisés falou ao povo, dizendo que eles têm que lutar contra Midiã e executar a vingança de D’us contra Midiã. Esta guerra tinha que ser feita especificamente por meio de Moisés, e era necessário que ele fizesse isso. Por que a guerra contra Midiã está conectada a Moisés? A tribo de Levi geralmente era isenta de ir à guerra porque estava a serviço de D’us, mas nesta guerra, eles participaram. Por que era tão importante?

A palavra Midiã vem da raiz madon em hebraico, que significa “conflito”. Midiã é a essência do ódio de separação e da divisão. O ódio deles é sem razão e sem sentido algum. Eles simplesmente não suportam o outro, e a mera existência do outro é um insulto à existência de Midiã.

Enquanto as sete nações de Canaã representam as sete emoções negativas, Midiã é diferente delas. As sete emoções negativas são conquistáveis, como alguém que tem um motivo para não gostar de outro. No entanto, com Midiã, é uma história diferente, não há motivo — é puro ódio. Elas representam a essência e o cerne de todo o mal e ódio. Portanto, somente o poder de Moisés pode resistir a tal mal.

Em porções anteriores da Torá, é dito que os israelitas estavam atravessando o deserto, e alguns deles começaram a se envolver em comportamento imoral com as mulheres moabitas e midianitas. Esse ato de imoralidade resultou em muitas mortes entre os israelitas. O desvio do comportamento moral os levou ao erro. Esse evento serve como um aviso, ilustrando as consequências destrutivas da conduta imoral.

Portanto, não apenas o povo judeu, mas também os noaítas são obrigados a manter uma sociedade moral e evitar ações imorais, além de evitar o ódio e seus efeitos destrutivos, como podemos aprender com o evento da guerra contra Midiã.


Por Rabino Moshe Bernstein

O Rabino Moshe Bernstein é um escritor e um Rabino Comunitário em Netanya, Israel. Ele acredita em fazer conexões entre o Povo Judeu e os Noahides em todo o mundo para compartilhar e aumentar o conhecimento do Código Universal da Torá para a Humanidade e cumprir a Profecia de Isaías 11:9 “E o mundo será preenchido com o conhecimento de D’us como as águas cobrem os oceanos”.

Estudo Diário para 12 Tamuz 5784

5–7 minutos

Com a Benção de D’us!

Estudo Diário das Sete Leis Nº 28
Quinto-dia, 12 Tamuz 5784

Guia Bnei Noach
Pag.25, Capítulo 4, parágrafo 6

Mitsvá Diária – Não Praticar Idolatria
28ª Ramificação – Não praticar culto de Idoni


Leitura Diária do Guia Bnei Noach
Capítulo 4, pagina 25, 4.6

Pergunta 28: Quando é válido fazer esse pacto como Ger Toshav?

Rabino Yacov Gerenstadt Responde:
A condição de Ger Toshav é válida somente quando a contagem do Jubileu⁸ (50º ano da contagem sabática) está vigente. Isto aconteceu após a conquista da Terra de Israel pelo Povo Judeu, através de Josué⁸ª.

Fontes:
8- Maimônides, Leis de Jubileu, 10:8

8ª – A ideia apresentada que a condição de Ger Toshav é válida somente quando a contagem do Jubileu, é de acordo com Maimônides. Porém, o Raived (Rabi Avraham ben David), em leis Isurei Biah 14:8, discorda com está opinião e afirma que para algumas leis, recebe-se hoje em dia o Ger Toshav.

Extraído do Guia Bnei Noach de autoria do Rabino Yacov Gerenstadt

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Mitsvá Diária – Não Praticar Idolatria

Referência: “E ordenou Deus ao Homem: Não terás outros deuses diante de Mim” (Gen. 2:16; Êxo. 20:3; Sanhedrin 56b)

𝐋𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐛𝐚𝐬𝐞𝐚𝐝𝐚 𝐧𝐨 𝐋𝐢𝐯𝐫𝐨 “𝐒𝐞𝐟𝐞𝐫 𝐌𝐢𝐭𝐬𝐯𝐨𝐭 𝐇𝐚𝐬𝐡𝐞𝐦” 𝐝𝐨 𝐑𝐚𝐛𝐢𝐧𝐨 𝐌𝐨𝐬𝐡𝐞 𝐖𝐞𝐢𝐧𝐞𝐫.

■ 28ª Ramificação – Os descendentes de Noé são proibidos de praticar o culto Iddioni

■Aplicação aos gentios: Obrigatório

■Punição por violação: Pena Capital pelo Tribunal, hoje Punição pelas mãos dos Céus

■Descrição breve:
O antigo culto de Yidoni, praticado na terra de Canaã, combinava bruxaria e idolatria em um ritual semelhante a uma sessão espírita para consultar espíritos. O praticante colocava um osso de uma certa espécie de pássaro na boca, queimava incenso, recitava encantamentos e realizava outros atos cerimoniais até entrar em estado de transe. Uma voz pareceria então emanar do osso de pássaro em sua boca, respondendo a perguntas sobre eventos futuros. É concebível que rituais semelhantes possam ser praticados no mundo oculto hoje.

O praticante de Yidoni está sujeito à pena capital nos tribunais de Sete Leis; aqueles que comparecem e consultam tais cerimônias também cometem um pecado sob a próxima ramificação.

■ 𝐅𝐎𝐍𝐓𝐄𝐒:
𝐒𝐞𝐟𝐞𝐫 𝐇𝐚𝐜𝐡𝐢𝐧𝐮𝐜𝐡 256

Referência: “Não se voltem para os Yida’onis” Lev. 19:31

Não fazer um ato de yida’aoni , como é declarado ( Levítico 19:31 ), “Não se voltem para os ovs e para os yida’aonis .” E Rambam, que sua memória seja abençoada, explicou (Sefer HaMitzvot, Mandamentos Negativos 9) e esta é sua linguagem: “Que a questão é que ele pega um osso de um pássaro cujo nome é yido’a , coloca-o em sua boca, queima tipos de incenso nele, faz encantamentos e realiza ações, até que ele esteja conectado com a questão da doença da epilepsia — como a doença que é chamada sovat — e fala previsões. E assim eles, que sua memória seja abençoada, dizem ( Sanhedrin 65a ), ‘ Yida’aoni [é que] ele coloca um osso bem conhecido em sua boca e ele fala por si mesmo.’ E não pense que este é um mandamento negativo geral, pois já os separou: Quando mencionou a punição, declarou, ‘ ov ou um yida’aoni ‘ e tornou um responsável por apedrejamento e excisão para cada um dos dois, quando volitivo. E essa é a sua declaração ( Levítico 10:1 ), ‘E um homem ou uma mulher que tenha um ov ou um yida’aoni com eles certamente será morto, etc.’ E a linguagem de Sifra, Kedoshim, Capítulo 9:1 [é]: ‘Uma vez que afirma, “E um homem ou uma mulher, etc.” Ouvimos a punição; de onde [eu sei] o aviso? [Daí] aprendemos a dizer, “Não se voltem para os ovs e para os yida’aonis .”‘” Seu vizinho, ov ( Sefer HaChinuch 255 ), falará sobre todo o conteúdo de yida’aoni . E lá no Sinédrio [no] sexto capítulo suas leis também estão esclarecidas.

𝐑𝐚𝐦𝐛𝐚𝐦, 𝐌𝐢𝐬𝐡𝐧𝐞𝐡 𝐓𝐨𝐫𝐚𝐡, 𝐒𝐞𝐟𝐞𝐫 𝐒𝐡𝐨𝐟𝐢𝐭𝐢𝐦, 𝐇𝐢𝐥𝐜𝐡𝐨𝐭 𝐌𝐞𝐥𝐚𝐜𝐡𝐢𝐦 9:2
Um descendente de Noé é condenado a pena capital por todo tipo de adoração estranha que um tribunal judaico consideraria digno de pena capital um judeu. No entanto, um descendente de Noé não é executado por um tipo de adoração estranha que um tribunal judaico não consideraria digno de pena capital um judeu. No entanto, embora um descendente de Noé não seja condenado à morte pelo tribunal por essas formas de adoração, ele é proibido de se envolver em todas elas.

𝐌𝐢𝐬𝐡𝐧𝐞𝐡 𝐓𝐨𝐫𝐚𝐡, 𝐋𝐞𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝐈𝐝𝐨𝐥𝐚𝐭𝐫𝐢𝐚 6:1-2
Qualquer um que voluntariamente, como um ato consciente de desafio, realiza as ações associadas a um ov ou um yid’oni é responsável por karet . Se testemunhas estivessem presentes e o avisassem, ele deveria ser apedrejado até a morte, [se for um não judeu receberia uma pena por decapitação]. Se um judeu realizasse essas ações inadvertidamente, ele deveria trazer uma oferta de pecado fixa.
O que os feitos associados a um yid’oni envolvem? Uma pessoa coloca um osso de um pássaro cujo nome é yidua em sua boca, oferece incenso e realiza outros feitos até cair em transe, [perdendo o autocontrole] como um epiléptico, e relata eventos que ocorrerão no futuro.
Todos esses são tipos de adoração a ídolos. Qual é a fonte do aviso contra eles? [ Levítico 19:31 ]: “Não se voltem para os ovot ou os yid’onim .”

𝙏𝙖𝙡𝙢𝙪𝙙 𝘽𝙖𝙫𝙡𝙞, 𝙎𝙖𝙣𝙝𝙚𝙙𝙧𝙞𝙣 56𝙗
O Rabi Yosei diz: Com relação a todo tipo de feitiçaria que é declarada na passagem sobre feitiçaria, é proibido para um descendente de Noé se envolver nela . Isso é derivado dos versículos: “Quando você entrar na terra que o Senhor seu Deus lhe dá, você não aprenderá a fazer como as abominações dessas nações. Não será encontrado entre vocês alguém que faça seu filho ou sua filha passar pelo fogo, um adivinho, um adivinho, ou um encantador, ou um bruxo, ou um encantador, ou alguém que consulte um necromante e um feiticeiro, ou dirija perguntas aos mortos. Pois quem faz essas coisas é uma abominação ao Senhor; e por causa dessas abominações, o Senhor seu Deus os está expulsando de diante de vocês” ( Deuteronômio 18:9–12 ). Evidentemente, os cananeus foram punidos por essas práticas; e como Deus não os teria punido por uma ação a menos que Ele primeiro a tivesse proibido , essas práticas são claramente proibidas aos gentios.

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𝗡𝗼𝘀𝘀𝗼 𝗦𝗶𝗱𝘂𝗿
Roka Haaretz Al Hamayim | Pág.14

Posição: Em Pé

Explicação:

Que estende a terra sobre as águas – Aqui reconhecemos Hashem por deixar a terra de forma segura sobre o oceano de maneira que permita a locomoção.

𝐓𝐞𝐱𝐭𝐨:
בָּרוּךְ אַתָּה יְיָ, אֱלֹהֵֽינוּ מֶֽלֶךְ הָעוֹלָם רוֹקַע הָאָֽרֶץ עַל הַמָּֽיִם :

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, Roka Haaretz Al Hamayim

Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D’us, que estende a terra sobre às águas.

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Por Antonio Braga

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