Apocalipse 7:4-8: João não conhece as tribos de Israel.
Agora quero expor algo que marca a ignorância ou astúcia para o rápido, dos autores das escrituras cristãs, tipicamente o cristão e outros meshugoyim gmurim , não tateiam os detalhes do Tanach, talvez por ignorância voluntária eles se deixam levar por tudo o que lhes é dito.
Neste escrito, apresento a você como o cristianismo elimina uma tribo de Israel.
Para isso citarei o livro de Apocalipse 7:4-8:
[4] E ouvi o número dos selados: cento e quarenta e quatro mil selados de todas as tribos dos filhos de Israel.
[5] Da tribo de Judá , doze mil selados. Da tribo de Rúben , doze mil selados. Da tribo de Gad , doze mil selados.
[6] Da tribo de Aser , doze mil selados. Da tribo de Naftali , doze mil selados. Da tribo de Manassés, doze mil selados.
[7] Da tribo de Simeão , doze mil selados. Da tribo de Levi , doze mil selados. Da tribo de Issacar , doze mil selados.
[8] Da tribo de Zebulom , doze mil selados. Da tribo de José , doze mil selados. Da tribo de Benjamim , doze mil selados.
Para provar a ausência de uma tribo vou citar Êxodo 1:2-5, e vou colorir os nomes correspondentes e veremos os problemas do Apocalipse:
[2]Rúben,Simeão,Levi,Judá,
[3]Issacar,Zebulom,Benjamim,
[4]Dan,Naftali,Gade e Aser.
[5] Todas as pessoas nascidas de Jacó foram setenta.E José estava no Egito.
Aqui está um gráfico para ajudá-lo a entender melhor:
número de tribos
Êxodo
Apocalipse
Rúben
Rúben
simeão
simeão
Levi
Levi
Judá
Judá
issacar
issacar
Zebulom
Zebulom
Benjamin
Benjamin
naftali
naftali
Gad
Gad
Asher
Asher
Jose
Jose
dan
manassés
Como você pode ver ao colorir os mesmos nomes com a mesma cor, vemos que temos certas surpresas que se destacam ao aumentá-las e sublinhá-las:
Apocalipse: Manassés
Êxodo: Dan
Qualquer um sabe que a Torá nos dá os nomes das tribos de Israel e a evidência é CLARA E PRECISA! A ESCRITURA CRISTÃ DELETOU a tribo de Dã!
Resta-nos então fazer perguntas:
Os autores das escrituras cristãs conheciam a Torá?
Alguém que afirma ter a verdade das Escrituras judaicas e comete um erro como esse pode ser considerado confiável?
Os autores das escrituras cristãs só colocam nomes para justificar alguma coisa e realmente não sabem?
Por que isso foi feito, mostre um pouco da verdade com um pouco de total ignorância?
Não é só faltar uma tribo!
Também podemos observar algo, se notarmos que o nome de Manassés também foi destacado no apocalipse anteriormente, para podermos tirar mais conclusões para isso, devemos lembrar que a tribo de José foi dividida em duas e para isso vamos citar outro texto em Gênesis 48: 1;5:
[1] Sucedeu depois destas coisas que disseram a José: Eis que teu pai está doente. E levou consigo seus dois filhos, Manassés e Efraim. [5] E agora, teus dois filhos, Efraim e Manassés, que te nasceram na terra do Egito, antes que eu chegasse a ti na terra do Egito, são meus; como Rúben e Simeão, eles serão meus.
Pode-se notar que a tribo de José é formada por duas tribos: Efraim e Manassés.
Agora vamos aplicar a matemática!
Êxodo nos dá as doze tribos:
(11) + José= doze tribos
Mas todos nós sabemos bem que a tribo de Levi ficou sem herança, e quando José se dividiu, o número de 12 tribos sempre se completa:
Se voltarmos ao fato de que o Apocalipse eliminou uma tribo (DAN), resta que:
10 tribos + (José) + Manassés = 13 tribos
Bem: José + Manassés = Efraim + 2 Manassés
portanto 3 tribos
Então: José = 2 tribos
10 tribos + 2 tribos + Manassés = 13 tribos!
Obviamente tem algo errado!
Bom, a única soma lógica que vai existir para 13 tribos seria somar a tribo de Dã, sem tirar Levi da conta.
Isso nos mostra que os autores das escrituras cristãs pouco se importaram com as tribos de Israel, e só se preocupam em propagar suas crenças, disfarçadas de pseudo-verdades.
Quando seu filho Absalão se revolta, a deserção de seu amigo íntimo Achitofel para as fileiras inimigas abala David.
Ao mestre do canto, sobre instrumentos de corda, um “Maskil” de David.
Atenta, ó Deus, à minha prece; não ignores a minha súplica.
Escuta minha voz e responde-me; gemidos e lamentos pontuam minha voz
ao ouvir os gritos do inimigo e ao sentir a opressão dos perversos que contra mim forjam maldades e que me odeiam com fúria.
Meu coração estremece e o temor da morte me atinge.
Medo me acossa e horror me envolve.
Ante isso eu disse: “Oxalá tivesse eu asas como a pomba e voaria até encontrar um lugar de repouso.
Iria para muito longe, moraria no deserto.
Me apressaria a buscar um abrigo contra ventos e tempestades.”
Consome-os, ó Eterno, confunde suas línguas, pois só injustiça e discórdia vejo em suas cidades.
Dia e noite circundam suas muralhas com perversão e iniqüidade.
Em seu seio domina a falsidade e, em suas ruas, malícia e fraude.
Não é um inimigo que me insulta – eu o suportaria; não é um detrator que se agiganta contra mim – eu dele me poderia esconder.
Mas és tu, meu companheiro, meu amigo, meu igual,
cuja convivência me era agradável e com quem caminhava pela Casa do Eterno.
Faze advir sua morte e que desçam vivos ao túmulo, pois só maldade os acompanha sempre.
E eu clamarei a Deus e o Eterno me salvará.
Seja manhã, tarde ou noite, suplicarei, e meu lamento farei chegar ao Eterno e Ele ouvirá minha voz.
Ele me redime incólume da batalha que contra mim se trava, como se muitos estivessem a meu lado.
Ó Deus da eternidade, humilha-os, pois não Te temem.
Eles causaram dano a seus aliados e violaram seu pacto.
Suas palavras adulam com suavidade, mas seus corações estão voltados para a guerra; mais untuosas que o óleo são suas palavras, porém são, na verdade, como espadas desembainhadas.
Confia teu fardo ao Eterno e Ele te sustentará, e não permitirá que desfaleça o justo.
Pois Tu, ó Eterno, farás descer ao abismo da morte os sangüinários e os falsos. Eles sequer completarão a metade dos dias que lhe estavam destinados. Mas eu em Ti confiarei.
Salmo 56
Fugindo de Saul, David se refugia entre os filisteus, em Gat. Lá, é quase reconhecido pelo seu poderoso inimigo e só escapa porque se finge de louco (Salmo 34). A situação parecia desesperadora mas sua confiança em Deus é inabalável. Esta é a atitude correta por alguém em perigo.
Ao mestre do canto, sobre “Ionat-Élem-Rechokim”, um “Michtam” de David, ao ser capturado pelos Filisteus em Gat.
Apiedade-Te de mim, ó Eterno, porque inimigos me perseguem e oprimem todo dia.
Diariamente me espezinham meus inimigos, e numerosos são os que contra mim guerreiam, ó Altíssimo.
Se o medo vier a me atingir um dia, confiando em Ti
cuja palavra exalto, em Ti depositando minha fé, nada temerei, pois o que pode um simples mortal me fazer?
Continuamente transformam em lamúria minhas palavras; somente o mal planejam contra mim.
Eles se reúnem para me emboscar, espreitam meus passos, pretendem me destruir.
Destrói-os por sua maldade e, em Tua ira, subjuga seu povo, ó Eterno!
Meu vaguear sem encontrar paz tens acompanhado; guarda minhas lágrimas num jarro e considera-as.
Então, quando eu clamar por Ti, recuarão meus inimigos e com isso saberei que Tu és por mim.
A palavra do Eterno louvarei; sim, Sua palavra exaltarei.
Confiante em Deus, não temerei o que me possa fazer um ser mortal.
Os votos que fiz, hei de cumprir, ó Eterno, e sacrifícios de ação de graças Te trarei.
Pois da morte resgataste minha alma, de andar sem repouso poupaste meu pé para que eu possa caminhar perante Ti à luz da vida.
Salmo 57
Perseguido e em perigo, David afirma sua confiança em Deus.
Ao mestre do canto, “Al Tash’chet”, um “Michtam” de David, quando, ao fugir de Saul, refugiou-se em uma caverna.
Apieda-Te de mim, ó Eterno, e ajuda-me, pois em Ti busca refúgio minha alma, e à sombra de Tuas asas busco abrigo até que passe a calamidade.
Clamo a Deus, o Altíssimo, que sempre me dispensou proteção.
Dos céus Ele me enviará socorro e me salvará, me protegerá com seu amor misericordioso e fará fracassar o intento dos que querem me destruir.
Estou cercado por homens que parecem leões, cujos dentes são lanças e flechas e cuja língua é como uma espada afiada.
Tu, que nos céus és exaltado, derrama Tua glória sobre toda a terra.
Sob meus pés armaram uma rede para me aprisionar, escavaram uma armadilha para mim, mas eles mesmos nela caíram.
Meu coração não se amedronta e firme ele está, meu Deus; para Ti entoareis hinos e canções.
Desperta, ó alma minha, desperta! Com a harpa e o saltério despertarei a aurora!
Louvar-Te-ei perante os povos; salmos Te cantarei entre as nações.
Pois Tua benevo-lência e fidelidade alcançam as maiores alturas, e Tua verdade vai além dos céus.
Ó Tu, que nos céus és exaltado, derrama Tua glória sobre toda a terra.
Salmo 58
David não matou seu perseguidor, Saul, quando pôde fazê-lo. David desafia os homens de Saul a usar este incidente para provar que é leal a Saul, ao invés de atiçar o ódio de Saul contra ele. ( I Samuel 26).
Ao mestre do canto, “Al Tash’chet”, um “Michtam” de David.
Acaso fazeis verdadeiramente justiça, ó poderosos da terra? Acaso julgais com eqüidade todos os homens?
Não! Vossas mentes tramam iniqüidade e com vossas mãos só distribuís injustiça.
Desde o nascimento se rebelaram os ímpios e se desviaram do caminho certo os mentirosos;
seu veneno se assemelha ao de uma serpente, ou a uma víbora surda que fecha o ouvido
para não ser detida pela voz de encantadores ou dos que sussurram palavras melífluas.
Ó Eterno, quebra seus dentes e esmaga suas presas, que são como as de leões.
Que eles derretam como água que escorre; que suas flechas se embotem antes de serem disparadas.
Que andem como a lesma que se arrasta; que sejam como o feto natimorto que não chega a ver a luz do sol.
Antes que os seus espinhos peçonhentos se enrijeçam, que sejam arrancados pela fúria do Eterno.
Alegrar-se-á o justo ao contemplar o castigo neles aplicado pelo Eterno, e ao ver sob seus pés escorrer o sangue dos perversos.
Compreenderão e dirão então os homens: “Há realmente recompensa para o justo; há, de fato, justiça Divina sobre a terra!”
Salmo 59
Saul mandou vigiar a casa de David durante toda a noite, e matá-lo de manhã. Michal, mulher de David, ajudou-o a escapar por uma janela e enganou os guardas, fazendo-os pensar que ainda estava dentro da casa. (I Samuel 19:11-18).
Ao mestre do canto, “Al Tash’chet”, um “Michtam” de David, quando Saul enviou homens para vigiarem sua casa com o objetivo de matá-lo.
Salva-me de meus inimigos, ó meu Deus; fortalece-me contra os que contra mim se levantam.
Salva-me dos malfeitores, livra-me dos sangüinários.
Pois eles me preparam uma emboscada; homens ferozes se unem contra mim, mas não por causa de minhas transgressões ou dos meus pecados, ó Eterno.
Mesmo que não pesem sobre mim iniqüidades, eles se apressam em preparar-se para lutar contra mim. Vê o que ocorre e vem em meu auxílio!
Ó Eterno, Senhor dos exércitos, Deus de Israel, vem e julga o procedimento de todas as nações; não favoreças os traidores perversos.
Eles vêm a cada noite, uivando como cães e rondando a cidade.
De suas bocas provêm bramidos; palavras cortantes como espadas estão em seus lábios. Quem escuta?
Mas Tu, Eterno, deles Te ris, zombas de todas estas nações.
Ó minha Fortaleza, espero por Ti! Deus é meu baluarte!
Meu Deus misericordioso virá em minha ajuda; Ele me proporcionará alegria pelo fracasso de meus inimigos.
Não os destruas para que não esqueça meu povo como nos salvaste, mas dispersa-os com Teu poder e humilha-os, ó Eterno, nosso escudo protetor,
por causa de suas palavras mentirosas e seus lábios pecadores! Sejam vitimados por sua própria arrogância, e pelas imprecações e perfídias que brotam de seus lábios.
Destrói-os em Tua ira; dá-lhes fim para que não mais possam existir, e para que até os confins da terra se possa saber que o Eterno é quem reina sobre o povo de Jacob.
Eles retornam a cada noite, uivando como cães, rondando a cidade.
Eles vagueiam à cata de comida e gemem quando não a encontram.
Quanto a mim, cantarei elegias a Teu poder e exaltarei a cada manhã Tua benevolência, pois Tu tens sido meu abrigo e meu refúgio em tempos difíceis.
Ó minha Fortaleza, hinos cantarei em Teu louvor, pois és o Deus de meu abrigo, ó Deus de minha misericórdia.
Parashat Va’etchanan
6ª Porção (Devarim (Deuteronômio) 6:4-6:25)
Devarim (Deuteronômio) Capítulo 6
4 Ouve, ó Israel: O Senhor é o nosso Deus; o Senhor é um.
O Senhor é o nosso Deus; o Senhor é um: O Senhor, que agora é nosso Deus e não o Deus das outras nações – Ele será [declarado] no futuro “o único Deus”, como é dito: “Pois então converterei os povos a uma linguagem pura que todos eles invocam pelo nome do Senhor” ( Sf 3:9) , e é [também] dito: “Naquele dia o Senhor será um e o Seu nome um” ( Zc 14). :9) . (ver Sifrei )
5 E amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração e com toda a tua alma, e com todos os teus meios.
E amareis [o Senhor]: Cumpra Seus mandamentos por amor. Aquele que age por amor não pode ser comparado àquele que age por medo. Se alguém serve seu mestre por medo, quando o mestre coloca um grande fardo sobre ele, este servo o deixará e irá embora [ao passo que se por amor ele o servirá mesmo sob grande fardo] (Sifrei 6:5 ) .
de todo o coração: Heb. בְּכָל-לְבָבְךָ [O duplo “veth” em לְבָבְךָ , em vez da forma usual לִבְּךָ , sugere:] Ame-o com suas duas inclinações [o bem e o mal]. ( Sifrei ; Ber. 54a) Outra explicação; “com todo o seu coração” é que seu coração não deve estar dividido [isto é, em desacordo] com o Onipresente ( Sifrei ).
e com toda a sua alma: Mesmo que Ele leve sua alma ( Sifrei ; Ber. 54a, 61a).
e com todos os seus meios: Heb. וּבְכָל-מְאֹדֶךָ , com todos os seus bens. Existem pessoas cujas posses são mais preciosas para elas do que seus próprios corpos. Portanto, diz, “e com todos os seus meios”. ( Sifrei ) Outra explicação de וּבְכָל-מְאֹדֶךָ é: Amarás a Deus com qualquer medida ( מִדָּה ) que Ele lhe der, seja a medida do bem ou a medida da retribuição. Assim também Davi disse: “Erguirei o cálice da salvação [e invocarei o nome do Senhor]” ( Sl 116:12-13 ); “Encontrei problemas e tristeza [e clamei em nome do Senhor]” ( Sl 116:3-4 ).
6 E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão em teu coração.
E estas palavras… serão: O que é este “amor” [referido no verso anterior]? É que essas palavras [as mitsvot] estarão em seu coração e, por meio disso, você reconhecerá o Sagrado, abençoado seja Ele, e [consequentemente] se apegará aos Seus caminhos. ( Sifrei 6:6)
que eu te ordeno hoje: eles não devem aparecer para você como um edito antiquado ( דְּיוּטַגְמָא ) com o qual ninguém se importa, mas como um novo, que todos se apressam em ler. A palavra דְּיוּטַגְמָא significa: um édito real que vem por escrito. ( Sifrei )
7 E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te.
E você vai ensiná-los: Heb. וְשִׁנַּנְתָּם . Esta é uma expressão de nitidez, o que significa que essas palavras devem ser impressas com nitidez em sua boca, de modo que, se uma pessoa lhe perguntar algo, você não terá que hesitar, mas lhe dirá imediatamente. ( Sifrei ; Kidd. 30a)
a seus filhos: Estes são seus discípulos. Encontramos em todos os lugares que os discípulos são chamados de “filhos”, como é dito: “Vós sois filhos do Senhor vosso Deus” ( Deut. 14:1) , e diz: “Os discípulos [lit. filhos] dos profetas que estavam em Betel” ( II Reis 2:3) . Da mesma forma, descobrimos que Ezequias ensinou a Torá a todo o Israel e os chamou de filhos, como é dito: “Meus filhos, agora não se esqueçam” ( II Crônicas 29:11) . E assim como os discípulos são chamados de “filhos”, como é dito “Vocês são filhos do Senhor, seu Deus”, também o professor é chamado de “pai”, como é dito [que Eliseu se referiu a seu professor Elias pelas palavras ] “Meu pai, meu pai, a carruagem de Israel…” ( II Reis 2:12) ( Sifrei 6:7).
e fale deles: Que seu principal tópico de conversa seja apenas sobre eles; torná-los o tópico principal, não o secundário. ( Sifrei )
e quando você se deita: Agora, este [último verso] pode levar alguém a pensar [que a obrigação de recitar o “shemá” é] mesmo se alguém se deitar no meio do dia. Portanto, afirma; “e quando te levantares”; agora este [último verso] pode levar alguém a pensar [que a obrigação de recitar o “shemá” é] mesmo se você se levantar no meio da noite! Portanto, diz: “Quando você se assentar em sua casa e quando estiver andando pelo caminho”. A Torá está falando da maneira usual de conduta: A hora [usual] de deitar e a hora [usual] de levantar. ( Sifrei )
8 E as atarás por sinal na tua mão, e te serão por pendentes entre os teus olhos.
E você os atará como um sinal em sua mão: Estes são os tefilin do braço.
e serão por ornamentos entre os vossos olhos: Heb. לְטֹטָפֹת . Estes são os tefilin da cabeça e, devido ao número de seções bíblicas contidas neles [ou seja, quatro], eles são chamados de טֹטָפֹת – totafoth , pois טַט – tat em copta significa “dois”, פַּת – caminho em afriki (frígio ) [também] significa “dois”. ( San. 4b)
9 E as inscreverás nas ombreiras da tua casa e nas tuas portas.
as ombreiras de sua casa: A palavra é מְזֻזוֹת [e não, מְזוּזוֹת , ou seja, sem a letra “vav”] para indicar que há necessidade de apenas uma מְזוּזָה – mezuzá por porta.
e sobre seus portões: Isto [“portões”] deve incluir os portões dos pátios, os portões das províncias e os portões das cidades [no sentido de que eles também exigem uma mezuzá ]. ( Yoma 11a)
10 E será que, quando o Senhor, teu Deus, te trouxer à terra que jurou a teus pais, a Abraão, a Isaque e a Jacó, dar-te grandes e boas cidades que não construíste,
11 e casas cheias de todo bem que não encheste, e cisternas cavadas que não cortaste, vinhas e oliveiras que não plantaste, e comerás e te fartarás.
talhada: Visto que [a Terra de Israel] era um lugar pedregoso e rochoso, o termo “talhado” é apropriado [em relação às cisternas de lá].
12 Cuidado, não te esqueças do Senhor, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão.
fora da casa da servidão: Heb. מִבֵּית עֲבָדִים , lit. fora da casa dos escravos. Como o Targum [ Onkelos ] traduz: da casa da escravidão, ou seja, do lugar onde vocês eram escravos [e “não da casa que pertencia aos escravos”.]
13 Temerás ao Senhor, teu Deus, e o adorarás, e jurarás pelo seu nome.
e jurar por Seu nome: Se você possui todos os atributos mencionados aqui, que você teme Seu nome e O serve, então você pode jurar por Seu Nome, pois se você temer Seu nome, você será cauteloso com seu juramento, mas se [ você] não, você não deve jurar [por Seu nome].
14 Não vá atrás de outros deuses, dos deuses dos povos que estão ao seu redor.
dos deuses dos povos que estão ao seu redor: O mesmo se aplica aos deuses daqueles povos que estão distantes [de você], mas, porque você vê aqueles que estão ao seu redor errando atrás deles, era necessário alertá-lo especialmente sobre eles [ou seja, os deuses das pessoas próximas a você].
15 Porque o Senhor, vosso Deus, é Deus zeloso no meio de vós, para que a ira do Senhor, vosso Deus, não se acenda contra vós e vos destrua da face da terra.
16 Não tentarás o Senhor teu Deus, como o tentaste em Massá.
Em Massah: Quando eles saíram do Egito, quando O provaram a respeito da água, como é dito [que eles perguntaram], “O Senhor está entre nós ou não?” ( Êxodo 17:7) [Portanto, “Massah” significa teste.]
17 Guarda diligentemente os mandamentos do Senhor, teu Deus, e os seus testemunhos. e os seus estatutos, que ele vos ordenou.
18 E fareis o que for bom e apropriado aos olhos do Senhor, para que vos vá bem e para que venhais e possuais a boa terra que o Senhor jurou a vossos antepassados,
o que é apropriado e bom: Refere-se a transigir, agir além das exigências estritas da lei.
19 para expulsar de diante de vós todos os vossos inimigos, como o Senhor disse.
[Para expulsar todos os seus inimigos…] como [o Senhor] falou: E onde ele falou? Quando Ele disse, “e eu confundirei todo o povo…” (Êxodo 23: 27)
20 Se no futuro teu filho te perguntar, dizendo: Quais são os testemunhos, estatutos e juízos que o Senhor nosso Deus te ordenou?
Se seu filho te pedir no futuro: Heb. מָחָר . [A palavra] מָחָר [que geralmente significa “amanhã”] pode [também] significar “mais tarde”.
21 Você dirá a seu filho: “Fomos escravos do Faraó no Egito, e o Senhor nos tirou do Egito com mão forte.
22 E o Senhor deu sinais e prodígios, grandes e terríveis, sobre o Egito, sobre Faraó e sobre toda a sua casa, diante de nossos olhos.
23 E ele nos tirou dali para nos trazer e nos dar a terra que jurou a nossos pais.
24 E o Senhor nos ordenou que cumprissemos todos estes estatutos, para temermos ao Senhor, nosso Deus, para o nosso bem todos os dias, para nos manter vivos, até este dia.
25 E será por nosso mérito que observemos todos estes mandamentos perante o Senhor, nosso Deus, como Ele nos ordenou”.
Halachá do Dia
Fonte: Sefer haChinuch 419
Unificação de Deus: Que fomos ordenados a acreditar que Deus, que Ele seja abençoado – Quem é o Movedor de toda a existência, o Mestre de tudo – é um sem qualquer combinação, como é declarado ( Deuteronômio 6:
4 ), “Ouve, Israel, o Senhor é nosso Deus, o Senhor é um.” E este é um mandamento positivo, não [apenas] uma declaração. Mas o entendimento de “Ouvir” é: “Aceite de mim esta coisa, saiba e acredite nela – que o Senhor, que é nosso Deus, é um. E a prova de que este é um mandamento positivo é deles, que sua memória seja abençoada, dizendo constantemente no Midrash, “Com a condição de unificar Seu nome”; “a fim de aceitar o jugo do reino dos céus sobre si mesmo” — ou seja, o reconhecimento da unidade e da fé.
Das leis do mandamento: Aquilo que eles, que sua memória seja abençoada, disse (Sukkah 42a ) [que] a partir de quando um pai começa a ensinar Torá a seu filho? Desde quando ele começa a falar, ele deve ensiná-lo: “Moshe nos ordenou a Torá” (Deuteronômio 33:4 ), e o primeiro verso da recitação de Shema, que é “Ouve Israel” (Deuteronômio 6:4). E depois ele o ensina um pouco [de cada vez] dos versos da Torá, até que ele tenha seis ou sete anos, quando o leva a um professor de crianças pequenas. E é apropriado para cada pessoa inteligente colocar seu coração para não sobrecarregar a criança com estudo quando ela ainda tem membros fracos e coração fraco, até que ela cresça e sua força se firme, seus membros tornem-se vigorosos, seus ossos se encham de medula. e ele pode suportar o esforço do estudo, e que a doença do desmaio [ataques] não aconteça com ele por causa de muito esforço. No entanto, depois que sua força se firma e seus olhos se iluminam para entender a voz de seus professores, então a coisa é apropriada e adequada; e ele é [então] obrigado a colocar seu pescoço no jugo da Torá [estudo], e não soltá-lo dele, nem mesmo um fio de cabelo.
Fonte: Sefer hachinuch 418
Amar a Deus: Que fomos ordenados a amar o Onipresente, abençoado seja Ele (Mishneh Torá, Leis dos Fundamentos da Torá 2:1 ), como está declarado (Deuteronômio 6:5 ), “E amarás o Senhor, teu Deus”. E o conteúdo deste mandamento é que devemos pensar e contemplar seus mandamentos e suas ações a ponto de compreendê-lo de acordo com nossa capacidade e deleitarmo-nos em sua providência com total deleite. E este é [este] amor especial. E a linguagem do Sifrei é “Uma vez que está declarado, ‘E você deve amar’, eu não saberia como um homem deve amar o Onipresente. [Portanto,] aprendemos a dizer: ‘E estas coisas que hoje te ordeno estarão sobre o teu coração’ (Deuteronômio 6:6) — que através disso, você reconhecerá Aquele que falou e o mundo [veio a existir].” [Isso] significa dizer que com a contemplação na Torá, o amor forçosamente [encontrará seu lugar] no coração. E eles [também] disseram que esse amor obriga um homem a despertar [outras] pessoas, de seu amor, para servi-Lo, como encontramos com Avraham.
Sefer HaChinukh 420:1
Recitação do Shema de manhã e à noite: Que fomos ordenados todos os dias, de manhã e à noite, a ler um versículo da Torá nesta Ordem, que é “Ouve Israel, o Senhor é nosso Deus, o Senhor é um ” (Deuteronômio 6:4 ). E sobre este versículo é declarado (Deuteronômio 6:7 ), “e falarás neles sentado em tua casa… ao deitar-te e ao levantar-te”. E a explicação sobre isso vem (Berakhot 10b ) [que é] na hora em que as pessoas se deitam e na hora em que as pessoas se levantam. E é estabelecido para nós pelos rabinos (Berakhot 10b ) que toda a noite até o amanhecer é chamado de hora em que as pessoas se deitam – e como o assunto que está escrito (Levítico 26:6 ), “e te deitarás e não haverá quem te faça tremer”; e assim [também], “não se deita até que coma a presa” (Números 23:24 ) – uma vez que todo o tempo em que está deitado está implícito. E também que as pessoas estão divididas em seus atributos em relação ao deitar. Há aqueles que não se deitam até a metade da noite, e alguns [não] até o fim, e há alguns que se deitam imediatamente no início da noite. E por causa disso, eles disseram (Berakhot 10b) que a hora da recitação de Shemá à noite é a partir da hora em que os sacerdotes se retiram para comer seu dízimo sacerdotal – que é a saída das estrelas – até o amanhecer. E a hora em que as pessoas se levantam foi entendida [por] elas [ser] desde o início do dia – significando dizer quando a manhã é clara [o suficiente] para que um homem possa reconhecer seu companheiro à distância de quatro ells – até três horas completas (Mishneh Torá, Leis de Leitura do Shemá 1:11 ). E levantar-se não era entendido por eles como o dia todo, como deitar-se; pois não é costume de nenhuma pessoa saudável levantar-se da cama no final do dia, ou mesmo no meio. E eles, que sua memória seja abençoada, disseram (Berakhot 9b) sobre a recitação do Shemá da manhã que, em todo caso, daqui em diante — ou seja, do final das três horas até o final do dia — quem não leu [ele] não perdeu [fora]; no entanto, ele não pode lê-lo com suas bênçãos.
Sefer HaChinukh 433:1
A oração : Para servir a Deus, que Ele seja abençoado, como está declarado (Deuteronômio 10:20 ), “e você o servirá”. E este mandamento foi repetido várias vezes, como está declarado (Êxodo 23:25 ), “E servireis ao Senhor, vosso Deus”; e em outro lugar, afirma (Deuteronômio 11:13 ), “e servi-lo de todo o coração”. E Rambam, que sua memória seja abençoada, escreveu (Sefer HaMitzvot, Mandamentos Positivos 5), “Mesmo que este mandamento seja dos mandamentos gerais” — significando dizer que inclui toda a Torá, já que o serviço a Deus inclui tudo os mandamentos – “há também um [mandamento] específico dentro dele, e é que Deus nos ordenou a orar a Ele. E é como eles disseram emSifrei Devarim 41:25 , ‘“Para servi-lo com todo o seu coração” – Qual é o serviço que está no coração? Isso é oração.’ E no ensinamento do rabino Eliezer, filho do rabino Yose HaGalili, eles disseram: ‘De onde [sabemos] que a essência da oração está entre os mandamentos? A partir daqui, “O Senhor, teu Deus, temerás e o servirás.”’”
Sefer HaChinukh 435
Os Juramentos: E é praticado em todos os lugares e em todos os momentos por homens e mulheres. E aquele que transgride isso e não quer jurar em Seu nome no momento em que é necessário violou este mandamento positivo, de acordo com o Rambam, que sua memória seja abençoada. Mas Ramban, que sua memória seja abençoada, escreveu (em Mitzvot Ase 7;Ramban em Deuteronômio 6:13 ) que um juramento em Seu nome [mesmo] em um momento de necessidade não é um mandamento positivo; que se quisermos, juramos, e se não quisermos jurar nunca, não há [problema] nisso. E também há um mandamento na prevenção de um juramento, como o que eles disseram no Midrash Tanchuma, Matot 1, “O Santo, bendito seja, disse-lhes: ‘Não raciocinem que é permitido a vocês jurar em Meu nome, mesmo com sinceridade, a menos que haja todas estas características com vocês: “O Senhor, seu Deus, você deve temer, e a Ele te apegarás.” E depois, “e em seu nome você deve jurar.”’” E se quisermos, podemos dizer que “e em seu nome você deve jurar” vem para dar um mandamento positivo [ao lado do] mandamento negativo sobre aquele que jura em nome da idolatria; ou seja, em Seu nome ele deve jurar e não em nome de outros deuses. E o professor (Ramban), que sua memória seja abençoada, já escreveu sobre o assunto que eles, que sua memória seja abençoada, disse (Temurah 3b ) que juramos cumprir um mandamento, que o derivamos de “a Ele você deve agarrar.”
Sefer HaChinukh 424:1
Não testar um profeta verdadeiro mais do que o necessário: Que fomos impedidos de não testar mais do que o necessário um profeta que repreende a nação e ensina os caminhos do arrependimento, uma vez conhecida a verdade de sua profecia. E sobre isso é declarado (Deuteronômio 6:16 ): “Não teste o Senhor, seu Deus, como você o provou em Massá”, significando dizer: Não teste as recompensas de Deus e Seus castigos sobre os quais Ele informou você por meio de Seus profetas de uma forma que lhe causará incerteza.
Midrash de Hoje
Devarim Rabá 2:323
1… De onde Israel merecia recitar o shemá? Rabi Pinhas ben Hama disse: [Israel merecia recitar o shema] na Revelação no Sinai. Como [isso pode ser inferido]? Você descobre que não foi com “Eu sou o ETERNO teu Deus”, e todos responderam; O Santo, abençoado Seja, começou no Sinai antes com esta palavra, dizendo-lhes: “Ouve, ó Israel, eu sou o ETERNO teu Deus”, e todos eles responderam e exclamaram: “O ETERNO nosso Deus, o ETERNO é um .” E Moisés disse: “Bendito seja o nome do glorioso reino de Deus para todo o sempre”. Nossos rabinos disseram: “O Santo, abençoado seja, disse a Israel: ‘Meus filhos, tudo o que criei, criei em pares: céu e terra são um par, sol e lua são um par, Adan e Eva são um par, este mundo e o mundo vindouro, um par, mas minha Glória é uma e única no mundo”. De acordo, Outra interpretação [de Ouve, ó Israel]. Nossos rabinos dizem: Quando Moshe subiu ao céu, ele ouviu os anjos ministradores que diziam a Deus: “Louvado seja o nome da glória de seu reino para todo o sempre” e ele o trouxe ao povo judeu. Por que então Israel não diz isso em público? Disse Rabi Yosei: A que isso pode ser comparado? É como alguém que roubou uma joia do palácio do rei e deu para sua esposa; ele disse a ela: “Não se adorne com isso publicamente, mas apenas em sua casa.” No entanto, em Yom Kippur, quando eles [o povo judeu] são puros como os anjos ministradores, eles dizem em voz alta: “Louvado seja o Nome da glória de seu reino para todo o sempre.”
Sifrei Devarim 32:1
(Devarim 6:5 ) “E amarás o Eterno teu D’us”: Aja (ou seja, sirva) por amor. Há uma diferença entre agir por amor e agir por medo. Se alguém age por amor, sua recompensa é dobrada. Está escrito (Ibid . 6:13) “O Eterno, teu D’us, temerás, e a Ele servirás.” Alguém pode temer seu amigo, mas se o criticar, pode abandoná-lo. Mas você , age por amor (absoluto). E não há amor (absoluto) no lugar do (ou seja, co-existindo com [absoluto]) medo, e nenhum medo (absoluto) no lugar do amor (absoluto) exceto vis-à-vis o Santo Bendito seja Ele. (De modo que, se alguém o ama absolutamente, segue-se que ele o teme absolutamente, e sua recompensa é dobrada.)
Inside Chassídico de Hoje
Likutei Sichot, vol. 4, pp. 1092–1098
Um significado da expressão “sem pausa” é que a voz de D’us no Monte Sinai continuou – e continua – a ser revelada nas profecias e ensinamentos dos profetas e sábios de cada geração. O fato de que essas profecias e ensinamentos não foram explicitamente articulados quando a Torá foi dada pela primeira vez é simplesmente porque o mundo e o povo judeu ainda não os exigiam. Eles estavam, no entanto, implícitos na revelação original da Torá.
Antonio é Emissário Estadual do Rio de Janeiro, pai de Mattheus e Ana Beatriz. Diretor e Fundador do Projeto Chassidus no qual atua como Professor de Halachá Noachida. O Projeto chassidus atende a centenas de alunos ensinando a todos como cumprirem melhor sua missão. Sob a Supervisão do Rav Yacov Gerenstadt
Com uma visão profética abrangente que retrata os eventos até a era moderna, o salmista deu a Israel um cântico para guiar, fortalecer e acompanhá-lo em suas andanças pelo tempo.
Ao mestre do canto, dos filhos de Côrach, um “Maskil”.
Nossos ouvidos escutaram maravilhados o que nos contaram nossos pais sobre os feitos que por eles realizaste, ó Deus, no passado e em dias já distantes.
Como, com Tua própria mão, expulsaste nações para nossos pais estabelecer, e abateste povos para que se pudessem expandir.
Não por suas espadas e nem por sua força herdaram a terra, mas tão somente pela Tua Destra, Teu braço e a luz de Teu semblante, com os quais os agraciaste.
Tu és o meu Rei, ó Eterno; ordena pois a redenção de Jacob.
Só com Tua ajuda conseguiremos repelir os opressores; por Teu Nome destruiremos os que se erguem contra nós.
Minha confiança não se baseia em meu arco, e sei que não por minha espada serei salvo.
Tu nos livraste de nossos inimigos, e aos que nos odeiam, humilhaste.
A Ti louvamos todo dia; a Teu Nome agradecemos continuamente.
Agora, entretanto, nos rejeitaste e envergonhaste, e não marchas com nossas legiões.
Fizeste-nos retroceder ante o inimigo e deixaste que fôssemos saqueados por nossos adversários.
Nos entregaste como um rebanho a ser devorado, e entre muitos povos nos dispersaste.
Por um nada, vendeste Teu povo; nem lhe valorizaste o preço.
Opróbrio nos tornaste perante nossos vizinhos, motivo de escárnio e zombaria para os que nos rodeiam.
Um exemplo desprezível entre os povos, uma abominação entre as nações.
Não me abandona a humilhação, e o meu rosto enrubesce de vergonha
ante as injúrias e os insultos que me dirigem inimigos vingativos.
Mesmo assim, não Te olvidamos nem abandonamos a fidelidade à Tua Aliança.
Não desfaleceram nossos corações, nem de Teu caminho se desviaram nossos passos.
Mesmo nos sentindo esmagados, como se os monstros das profundidades nos atacassem, ou encobertos pelas sombras da morte,
não esquecemos Teu Nome nem estendemos nossas mãos a deuses estranhos.
Acaso disto não Se aperceberá o Eterno, Ele que conhece os segredos de todos os corações?
Por Tua causa e por honrar Teu Nome somos mortos a cada dia, e encarados como um rebanho no matadouro.
Desperta, ó Eterno! Por que pareces dormir? Ergue-Te! Não nos abandones jamais.
Por que ocultas Tua face e ignoras nossa opressão e sofrimento?
Prostrada até o pó está nossa alma; desfalecido sobre o chão jaz nosso corpo.
Levanta-Te, vem em nossa ajuda e nos redime por Tua imensa magnanimidade.
Salmo 45
Este Salmo descreve o esplendor e a soberania do Messias, descendente de David, ou dos verdadeiros eruditos da Torá.
Ao mestre do canto, sobre “Shoshanim”, dos filhos de Côrach, um “Maskil”, uma canção de amor.
Sussurra meu coração palavras belas; ao rei dedico meu poema e que seja minha língua como a pena ágil de um sábio escriba.
Mais formoso és que todos os homens; tuas palavras são pronunciadas envoltas em graça; certamente uma bênção eterna te concedeu o Altíssimo.
Cinges tua espada ao flanco, ó herói, em teu esplendor e glória.
Conquistarás vitórias, pois cavalgas pela causa da verdade, da humildade e da justiça; que tua destra te conduza a realizar feitos maravilhosos.
Tuas afiadas setas penetrarão nos corações dos inimigos do rei.
A teus pés se submeterão muitos povos. Teu trono, estabelecido por Deus, é eterno, e retidão é o cetro da tua realeza.
Amas a justiça e abominas a maldade e, por isso, o Eterno, teu Deus, te ungiu com óleo de júbilo dentre todos os teus pares.
Mirra, aloés e cássia exalam de tuas vestes; de palácios de marfim, instrumentos musicais entoam para ti melodias.
As filhas dos reis te visitam prestando honras e, à tua direita, se posta a rainha ornamentada com jóias de Ofir.
Escuta, ó jovem, percebe e inclina teu ouvido; esquece teu povo e a casa de teu pai.
E assim encantará tua beleza o rei, e sendo ele teu senhor, inclina-te perante ele.
A ti, filha de Tiro, os poderosos cortejarão com seus presentes.
Mais que em suas vestimentas recobertas de ouro, está em seu interior a dimensão de sua honra.
Com trajes recobertos de bordado é conduzida ao rei; virgens de seu séquito a acompanharão,
e com regozijo e alegria entrarão no palácio do rei.
Teus filhos sucederão teus pais, como líderes por toda a terra.
Em todas as gerações lembrarei teu nome e eternamente hão de te louvar todas as nações.
Salmo 46
Na convulsão que acompanhará a era messiânica, Deus será o abrigo de Israel como Ele O é para o angustiado que Nele busca apoio.
Ao mestre do canto, dos filhos de Côrach, um salmo sobre “Alamót”.
Deus é nossa proteção e nossa força, auxílio sempre presente ante os infortúnios.
Mesmo que estremeça a terra ou desabem os montes sobre o coração dos mares, nada temeremos,
ainda que se encrespem as águas e se lancem com fúria contra os rochedos.
Afluentes de um tranqüilo rio banharão com alegria a cidade do Eterno, a sagrada morada do Altíssimo.
Nela habita o Eterno e, por isso não poderá ser atingida; ao romper da aurora Ele virá em seu socorro.
Agitam-se nações e cambaleiam impérios, pois ao elevar Sua voz abalará toda a terra.
Que o Eterno dos exércitos esteja sempre conosco! Que nossa fortaleza seja o Deus de Jacob!
Vinde e percebei as obras do Eterno que espalhou desolação na terra.
Fez parar as guerras em todos os confins da terra, quebrou arcos e partiu lanças, e em chamas destruiu os carros de combate.
“Cessai! Sabei que Eu, o Eterno, elevar-Me-ei acima de todos os povos da terra.”
Que o Eterno dos exércitos esteja sempre conosco! Que nossa fortaleza seja o Deus de Jacob!
Salmo 47
A soberania de Deus será reconhecida e aceita pela humanidade. As nações procurarão Israel que espalhou através dos tempos o conhecimento do verdadeiro Deus, apesar das campanhas contrárias. E vai ensinar-lhes o caminho adequado para servi-lo.
Ao mestre do canto, dos filhos de Côrach, um salmo.
Vós, ó todos os povos, aplaudi! Aclamai a Deus com vozes de júbilo!
Porquanto o Eterno, o Altíssimo, é excelso; Ele é o grande Rei sobre toda a terra.
Povos a nós submeteu, e nações colocou sob os nossos pés.
Ele escolherá a nossa herança, o esplendor de Jacob a quem Ele ama!
Eleva-se Deus ao som da “Teruá”, o Eterno – na voz do “Shofar”.
Entoai salmos a Deus! Cantai ao nosso Rei, elevai-Lhe preces!
Porque Deus é Rei em toda a terra; entoai-Lhe hinos com harmonia.
Deus reina sobre todas as nações; Deus está no trono de Sua santidade.
Os príncipes dos povos se reuniram ao povo do Deus de Abrahão; reconheceram que ao Eterno obedecem todos os guardiões da terra. Magnificente é Sua grandeza!
Salmo 48
Este Salmo descreve a beleza e eternidade de Jerusalém, glorificada por ter sido escolhida por Deus para local do Templo e maior manifestação de Sua Presença.
Cântico e salmo dos filhos de Côrach.
Grandioso é o Eterno, e todos os louvores Lhe são dirigidos em Sua cidade, em Seu santo monte.
O monte Tsión é a mais bela visão, alegria de toda terra, que se ergue ao norte da cidade do grande rei (David).
Em seus palácios se fez o Eterno conhecer como baluarte inexpugnável.
Pois agruparam-se reis e contra ele marcharam juntos.
Mas ao vê-lo, se conturbaram e, perturbados, fugiram.
Um tremor deles se apoderou em convulsões, como as de uma mulher que está por dar à luz.
Com o vento oriental, Ele destroça as naus de Tarshish.
Como ouvimos, assim pudemos isto ver na cidade do Eterno dos exércitos, na cidade de nosso Deus; pois para sempre Ele a consolidará.
Sobre Tua benevolência meditamos em Teu Templo.
Como Teu Nome, assim também Teu louvor alcança os confins da terra; de retidão está repleta a Tua Destra.
Por Teus juízos, alegre-se o monte de Tsión e as filhas de Judá.
Percorrei toda Tsión, andai à sua volta, contai suas torres.
Contemplai suas muralhas, examinai seus palácios para narrar o que viste às gerações vindouras.
Pois este é o nosso Deus para todo o sempre; e é Ele que nos guiará mesmo além da vida.
Quarta Leitura 5:1 Moisés prefaciou sua revisão lembrando que quando Deus deu a Torá no Monte Sinai, Ele estabeleceu uma aliança com o povo judeu. Moisés convocou todo o Israel e disse-lhes: “Ouve, ó Israel, os preceitos e as ordenanças que hoje vos falo aos ouvidos; estudá-los e protegê -los aprendendo como executá-los corretamente .
2 Sua obrigação de observar essas regras e ordenanças se baseia no fato de que Deus, nosso Deus, fez uma aliança conosco no monte Horebe.
3 Não somente com nossos antepassados — Abraão , Isaque e Jacó — Deus fez este convênio, caso em que você estaria vinculado a ele apenas por tradição e boato, o que pode lhe dar algum motivo para duvidar de minhas palavras, mas com cada um de nós pessoalmente — nós, os que estamos aqui hoje, todos nós que estamos vivos.
4 Quando Ele pronunciou pela primeira vez todos os dez mandamentos de uma vez, Deus falou com você no monte cara a cara —sem qualquer intermediário— do meio do fogo
5 ( Quando Deus repetiu cada mandamento separadamente, você só ouviu os dois primeiros diretamente Dele. Eu fuientre Deus e você naquele momento para lhe dizer a palavra de Deus sobre os últimos oito mandamentos , pois você estava com medo do fogo e não quiseste subir ao monte.), dizendo:
6 O primeiro mandamento: ‘Eu sou Deus, vosso Deus, que vos tirei do Egito, da casa de Faraó, onde fostes escravos’.
7 O segundo mandamento: ‘Você não deve possuir quaisquer ídolos de divindades de outras pessoas enquanto eu existir , ou seja, sempre, ou onde quer que eu esteja , ou seja, em qualquer lugar .
8 Não deves fazer para ti imagem esculpida ou qualquer outro tipo de semelhança de qualquer coisa que está em cima no céu, em baixo na terra, ou nas águas mais baixas do que a terra que a rodeia, mesmo que não pretendas adorá-la .
9 E se outros fizerem tais ídolos, você não deve se prostrar diante deles nem adorá-los, pois eu, Deus, seu Deus, sou um Deus zeloso a esse respeito . Para aqueles que Me odeiam e adoram ídolos, Eu sou um Deus que se lembra dos pecados premeditados dos pais, acrescentando seus deméritos aos de seus descendentes, mas somente até a terceira e a quarta geração, e somente se esses descendentes também adorarem ídolos .
10 Mas , em contraste, eu sou um Deus que mostra bondade por pelo menos 2.000 gerações aos descendentes daqueles que me amam e adoram somente a mim por esse amor, e por 1.000 gerações de descendentes daqueles que observam meus mandamentos somente por causa disso. medo ou respeito . Essa é a diferença entre ser motivado pelo amor e ser motivado pelo medo ou respeito. ‘
11 O terceiro mandamento: ‘ Você deve respeitar o Nome de Deus. Você não deve jurar pelo Nome de Deus, seu Deus, em vão, jurando que algo é algo que manifestamente não é . Pois Deus não absolverá ninguém que jurar em vão pelo Seu nome.’
12 O quarto mandamento: ‘ Lembre-se e observe o dia de shabat continuamente, para santificá-lo, assim como Deus, seu Deus, ordenou a você antes da entrega da Torá, em Marah . “Lembre-se” do shabat antecipando-o durante a semana anterior; “observe” o shabat, abstendo-se de todas as categorias de trabalho proibido.
13 Seis dias você deve trabalhar e fazer todo o seu trabalho. Mas mesmo que você não tenha terminado todo o seu trabalho durante os seis dias de trabalho anteriores,
14 o sétimo dia é o shabat , dedicado a Deus, vosso Deus; você deve se comportar no shabat como se todo o seu trabalho tivesse terminado . Você não deve fazer nenhum trabalho – você, seu filho ou sua filha. Mesmo que seus filhos não sejam tecnicamente obrigados a observar os mandamentos até atingirem a maioridade, você não deve permitir que eles se envolvam em qualquer forma de trabalho proibido. Seu servo e sua escrava também estão proibidos de trabalhar, pois são obrigados a observar todas as proibições que você é . Você também não pode fazer seu boi, seu burro ou qualquer um de seus animais trabalharem . O estrangeiro residente , autorizado a residir dentro de seus portões , também está proibido de trabalhar, embora não na mesma medida que você . Você e seus animais devem descansar no sábado, além de seu próprio bem e deles, para que seu servo e sua escrava possam descansar como você e não tenham que servi-lo ou cuidar de seus animais .
15 Deves lembrar-te de que foste escravo no Egito, e que Deus, teu Deus, te tirou de lá com mão forte e braço estendido , com a condição de que cumprisses os Seus mandamentos . Portanto, Deus, o seu Deus, ordenou que você guardasse o dia de shabat.’
Antonio é Emissário Estadual do Rio de Janeiro, pai de Mattheus e Ana Beatriz. Diretor e Fundador do Projeto Chassidus no qual atua como Professor de Halachá Noachida. O Projeto chassidus atende a centenas de alunos ensinando a todos como cumprirem melhor sua missão. Sob a Supervisão do Rav Yacov Gerenstadt
O movimento judeu messiânico nada mais é do que uma estratégia missionária para converter os judeus ao cristianismo. Ao longo do tempo, os cristãos tentaram nos converter à força por meio de seus constantes ataques anti-semitas, como as Cruzadas, a “Santa” Inquisição, os pogroms e, finalmente, o Holocausto. Apesar de tudo isto, o nosso Povo manteve-se firme e não cedeu, por isso os cristãos têm implementado um método mais “amigável”, e ao mesmo tempo mais eficaz chamado: “Judaísmo Messiânico”.
Em nenhum lugar do Novo Testamento o nome “judeus messiânicos” aparece, assim como “gregos messiânicos” ou “gregos messiânicos”. Pelo contrário, o Novo Testamento declara que não há nem gregos nem judeus entre os seguidores de Jesus: “e tendo-se revestido do novo [homem], que, segundo a imagem daquele que o criou, está sendo renovado até a plenitude conhecimento, onde não há grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro nem cita, escravo nem livre, mas Cristo é tudo em todos” (Epístola aos Colossenses 3:10-11). “Porque todos vós que fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo. Não há judeu nem grego, não há escravo nem livre, não há homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gálatas 3: 27-28).
O Apóstolo Paulo, ou “Rabi Shaul” como os messiânicos o chamam, em sua primeira epístola aos Coríntios 9:20-21 declara: “Eu me tornei judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para aqueles que estão sujeitos a lei [Torá] (embora eu não esteja debaixo da lei) como sujeito à lei, para ganhar os que estão sujeitos à lei, para aqueles que estão sem lei, como se eu estivesse sem lei (não estando sem lei de Deus, mas sob a lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei”.
Aqui Paulo está estabelecendo uma das bases do missionário, o conceito de “identificação”, desde quando o missionário fala “de igual para igual”, ou seja, a mesma cultura, modo de vestir, língua, etc. o Evangelho é mais facilmente transmitido; como um pastor judeu messiânico explica sobre o objetivo dos “Centros Judaicos Messiânicos”: “No Centro Judaico Messiânico, o judeu é levado do que é familiar [judaísmo] para o que é desconhecido [Jesus].” É por isso que essas “sinagogas” são adornadas com a Estrela de Davi, as Tábuas da Lei e a Arca, e os homens usam kipot e talitot. Há também canções em hebraico, para que o judeu se sinta “em casa”; e estando neste ambiente familiar, é mais fácil apresentar-lhe o Evangelho.
Lembro que quando fiz meu Bar-Mitzva no Ministério do Povo Eleito – MAPE, meus parentes judeus não messiânicos ficaram chocados, pois não encontraram nenhuma cruz ou qualquer coisa que identificasse o local com o cristianismo, e pelo contrário, foi “adornado” com símbolos judaicos. Mas, como pudemos ver no Novo Testamento, isso não passa de uma farsa, pois para os crentes em Jesus não existe mais grego nem judeu.
A obsessão de converter judeus
Os cristãos sempre foram obcecados com a conversão dos judeus, e isso pode ser visto refletido no fato de que, por exemplo, embora exista a organização “Judeus para Jesus”, com um orçamento anual de milhões de dólares, não existe uma organização paralela chamada “Budistas para Jesus”, ou ainda que existam “judeus messiânicos”, o mesmo não ocorre com os “hindus messiânicos”.
Existem razões teológicas e psicológicas para essa obsessão. No Novo Testamento encontramos a ordem de Jesus aos seus discípulos: “Jesus enviou estes doze e deu-lhes instruções, dizendo: ‘Não sigam pelo caminho dos gentios, nem entrem em cidade de samaritanos, mas vão antes para as ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mateus 10:5-6). “Ele [Jesus] respondendo disse: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mateus 15:24). Paulo em sua epístola aos Romanos (1:16) diz que o Evangelho “é o poder de D’us para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu, e também do grego”.
Muitos fundamentalistas cristãos acreditam que a “Segunda Vinda” de Jesus depende da conversão do povo judeu, com base nas palavras que Jesus disse aos judeus de seu tempo: “Pois eu lhes digo que de agora em diante vocês não me verão, até que você diga: Bendito aquele que vem em nome do Senhor” [isto é, Jesus] (Mateus 23:39).
Por outro lado, a crença na vinda do Messias sempre foi uma crença judaica. O povo judeu até hoje espera “o brotar do rebento de David”, e é isto que os cristãos não conseguem compreender: se Jesus era judeu e se considerava o Messias de Israel, como pode ser que os judeus (que são aqueles que sempre estava esperando pelo Messias e conhece os requisitos que ele deve cumprir) o rejeitou?
Com o objetivo de converter judeus, os judeus messiânicos ensinam seus irmãos evangélicos a “testemunharem” o judeu “efetivamente”, o que aumenta o número de judeus que podem ser alcançados, pois esses cristãos evangélicos podem ser encontrados em locais públicos como escolas, universidades , hospitais ou mesmo no trabalho ou em nossa própria casa (como empregados domésticos ou de manutenção).
Nesses “cursos” os evangélicos são ensinados a usar uma linguagem mais apropriada, usando ao invés das palavras “muro” (significando que quando são pronunciadas o judeu constrói um “muro” em defesa), palavras “ponte”:
PALAVRAS DE PONTE
Cristo / Messias
Jesus / Yeshua
Igreja / Templo
Cristão / Crente
Serviço de adoração
São Mateus / Mateus
Batismo / Mikveh
São Paulo / Rabino Shaul
Tornar-se / Completar*
*(Judeus messiânicos ensinam que um judeu não se converte ao cristianismo, mas “completa” seu judaísmo com Jesus)
Em seguida, eles recebem algumas dicas práticas para tornar a tentativa de conversão mais eficaz. Entre essas “dicas úteis” podemos encontrar:
1. Não fale sobre Jesus ou o Cristianismo a princípio.
2. Tente oferecer uma “amizade sincera”, pois o judeu está acostumado com a perseguição cristã, e assim esse sentimento será neutralizado.
3. Interesse-se pelos problemas dele, ofereça-se para orar por suas necessidades. Se o judeu aceitar que você ore por ele, lembre-se de começar sua oração dirigindo-se ao “D’us de Avraham, Yitzhak e Yaacov” e concluir “em nome do Messias de Israel” ou “Yeshua HaMashiaj”.
4. Pergunte a ele sobre alguma comida típica, peça a receita e, depois de prepará-la, convide-o a experimentar.
5. Discuta com ele as últimas notícias sobre o Estado de Israel, ou a Comunidade Judaica na Diáspora.
1. Mas, acima de tudo, lembre-se de ser paciente o tempo todo; saiba que “testemunhando” para o povo judeu pode levar muito tempo.
Algumas perguntas também são oferecidas para confundir o judeu que sabe pouco sobre sua religião, como:
PERGUNTA: Quem é realmente judeu? Já que o judaísmo não é uma raça (existem judeus azquenasitas, sefarditas, falashas, etc.), nem uma religião (já que existem judeus não religiosos).
RESPOSTA: “Porque não é judeu quem o é exteriormente, nem é circuncisão a que se faz exteriormente na carne; mas é judeu quem o é interiormente, e circuncisão é a do coração, em espírito, não em palavra.” (Romanos 2:28-29). Isso significa que o verdadeiro judeu é aquele que aceitou Jesus em seu coração.
Além disso, é oferecido ao missionário material gratuito (sobre as “profecias messiânicas” que Jesus supostamente cumpriu), atendimento telefônico e a possibilidade de marcar um encontro com um líder judeu messiânico, caso o judeu aceite.
Dessa forma, os grupos de judeus messiânicos conseguem movimentar as “massas” evangélico-protestantes para seus propósitos, a tal ponto que em 1996 a Convenção Batista tomou a resolução de priorizar a conversão dos judeus.
Concluindo: O judeu que recebe a fé messiânica, além de cometer idolatria, já que os “messiânicos” acreditam que Jesus é D’us encarnado, tornou-se um ex-judeu, pois se converteu a outra religião e perdeu toda ligação com seu povo . A única coisa que resta para ele como judeu é a obrigação de fazer teshuvá, ou seja, retornar a D’us e Sua Torá.
Cedido gentilmente por Rabino Ariel Groisman e Oraj HaEmeth
De acordo com várias profecias, na era messiânica, todos os povos se voltarão para o Deus de Israel, que é Único e Indivisível, e buscarão junto ao povo de Israel orientação e direcionamento.
E virão muitas nações e povos extremamente numerosos, procurar o D’us dos exércitos em Jerusalém, e buscar a face do Eterno: assim disse o D’us dos exércitos, naqueles dias segurarão 10 homens de todas as línguas dos diferentes povos, nas bordas das roupas do judeu e dirão “iremos com vocês, pois D-us está com vocês”¹
“A ele irão muitos povos e dirão: Vinde acenderem ao monte do Eterno, a casa do D’us de Jacób. Ele nos ensinará seus caminhos e seguiremos as suas veredas, pois de Tsion sairá a Torá e a palavra de D’us de Jerusalém”²
E na linguagem de Maimônides: “Ele (Messias) consertará o mundo inteiro para servir ao Criador junto com os judeus como está escrito (sofonias 3:9): “Transformarei todos os povos na mesma linguagem, para evocar o nome do Eterno, e o servirem ombro a ombro [junto com os judeus]”
Portanto todos aqueles que assumem a conduta Noética, para evocar e servir o Deus de Israel, estão contribuindo de forma ativa para revelação do Messias.
Como Rebe de Lubavitch afirma, estamos vivendo em um período no qual a redenção é iminente, e o crescimento intenso que temos acompanhado do movimento Noético no Brasil e no mundo é um dos sinais mais evidentes da proximidade da revelação do Mashiach.
Nota:
1.Zacarias 8:22-23
2.Isaias 2:3
Extraído do Guia Bnei Noach de autoria do Rav Yacov Gerenstadt
1ª Lei – Não Praticar Idolatria
3ª Ramificação – Amar a Deus (De acordo com Dr° Moshé Weiner autor do Código Divino)
Referência – “E você amará o Eterno, seu D’us ” – Deut 6: 5
Descrição:
Devemos aprender sobre D’us diretamente por meio de Sua sabedoria (a Torá) e indiretamente por meio de Sua criação, a fim de despertar e inspirar amor e devoção por Ele; prosseguir na expressão desse amor, influenciando outros para se tornarem Bnei Noach praticantes das Sete Leis Universais.
Fontes:
Drº Moshé Weiner, livro Os Sete Mandamentos do Altíssimo 1.5
É dever dos descendentes de Noé amar o Altíssimo, bendito seja o Seu Nome, ou seja, despertar em seus corações e em seus pensamentos o amor por Ele.
Drº Oury Sherki, Brit Shalom, Capítulo 3:2-3
A Meta de Todo Ser Humano em sua vida é conhecer a Deus. Neste conhecimento estão inclusos o Temor a Deus e o amor a Ele. No amor estão Inclusas todas as Atividades ou comportamentos que aproximam a fé do coração das pessoas. Quem ama a Deus o faz por meio do conhecimento Dele. Quanto maior é o conhecimento, maior o amor. Portanto, é apropriado que cada um adquira o máximo de sabedoria possível.
Sefer HaChinuch 418
E o conteúdo dessa ordem é que devemos pensar e contemplar Seus mandamentos e ações a ponto de compreendê-Lo de acordo com nossa capacidade e nos deleitar em Sua providência com completo deleite. E este é [este] amor especial. E a linguagem do Sifrei é: “Visto que está declarado, ‘E você amará’, eu não saberia como um homem deve amar o Onipresente. [Portanto,] aprendemos a dizer: ‘E essas coisas que eu te ordeno hoje estarão sobre o seu coração’ (Deuteronômio 6:6) – que através disso, você reconhecerá Aquele que falou e o mundo [passou a existir].” “[Isso] significa dizer que com a contemplação na Torá, o amor forçosamente [encontrará o seu lugar] no coração. E os Sábios [também] disseram que este amor obriga um homem a despertar [outras] pessoas, de seu amor, para servi-Lo, como descobrimos com Avraham.”
Rambam, Mishneh Torah, Sefer Hamadah, Yesodei HaTorah 3:11
“Declaração de David (Salmos 148:7-8): “Louvado seja D’us desde a terra, monstros marinhos e todas as profundezas; fogo e granizo, neve e vapor”. Esse versículo deve ser interpretado: Humanidade, louvem [D’us] por Seu poder que é aparente no fogo, granizo e outras criações que podem ser vistas abaixo do céu, porque Seu poder é sempre visível para [ambos] os grandes e os pequenos.”
Rambam, Sefer HaMitzvos +3
Esta ordem também inclui compartilhar nosso conhecimento de Deus com outros e convidar nossos companheiros a servi-Lo. Afinal, se amarmos a Deus, certamente cantaremos Seus louvores diante de todos os que estão prontos para ouvir.
Exemplos:
Para aprender Chassidus, o significado interior da Torá.
Investigar a natureza da criação por meio da teoria científica, o que significa descobrir as leis e os princípios fundamentais que governam o universo – em oposição à “pesquisa” moderna, a coleta de dados sem sentido por meio de experimentação sem fim.
Alcançar ativamente e ensinar aos outros a sabedoria de D’us, e fazer influenciar positivamento levando as pessoas à observância das Sete Leis.
Aprendendo a Rezar
Você não pode comungar com alguém que não conhece, então conhecer D’us é parte integrante da tefilá. O Talmud nos fala daqueles que meditavam por uma hora antes da tefilá. O Código da Lei Judaica prescreve ponderar “a grandeza de D’us e a pequenez do homem” antes de cada tefilá. Chassidut Chabad é principalmente uma davenologia – um sistema de pensamentos para ponderar antes e durante a tefilá.
No entanto, o consenso haláchico é que a boca também deve estar ocupada. Duas razões:
Falar as palavras em voz alta ajuda a focar sua atenção.
Um ser humano é principalmente um ser falante . Tefilá traz a fala desse ser para mais perto de D’us. Se você elevar seu coração e mente, mas deixar para trás suas palavras, você efetivamente deixou para trás o ser humano.
Antonio é Emissário Estadual do Rio de Janeiro, pai de Mattheus e Ana Beatriz. Diretor e Fundador do Projeto Chassidus no qual atua como Professor de Halachá Noachida. O Projeto chassidus atende a centenas de alunos ensinando a todos como cumprirem melhor sua missão. Sob a Supervisão do Rav Yacov Gerenstadt