Leitura diária para 1 Shevat 5786

12–19 minutos

Parashat Bo, 2ª Alyá (Êxodo 10:12 — 10:23)

12 Deus disse a Moisés: “Levante o seu braço sobre o Egito para que os gafanhotos subam sobre o Egito e devorem toda a vegetação da terra, incluindo o que restou da chuva de granizo.”13 Moisés ergueu seu cajado sobre o Egito, e durante todo aquele dia e noite Deus enviou um vento leste sobre a terra. Quando amanheceu, o vento leste havia trazido os gafanhotos  para o país .14 Os gafanhotos invadiram todo o Egito e se apoderaram de todo o território egípcio como uma praga terrível; nunca antes houve uma praga de gafanhotos como esta, e nunca mais haverá nada semelhante. 15 Cobriram toda a superfície da terra, de modo que a terra ficou escura. Devoraram toda a vegetação da terra e todos os frutos das árvores que o granizo havia deixado; não restou folha alguma nas árvores nem na vegetação do campo em todo o Egito.16 Faraó chamou às pressas Moisés e Arão e disse: “Pequei contra Deus, o seu Deus, e contra vocês.17 Agora, por favor, perdoe-me a ofensa apenas desta vez e rogue a Deus, o seu Deus, que afaste de mim esta morte!18 Moisés e Arão saíram da presença de Faraó, e Moisés suplicou a Deus.19 Então Deus inverteu a direção do vento , fazendo soprar um vento oeste muito forte , que levou os gafanhotos e os lançou no Mar Vermelho. Não restou um único gafanhoto em todo o Egito.20 Deus tornou Faraó obstinado, e ele não enviou os israelitas.21 Deus disse a Moisés: “Levante a mão para o céu, para que haja trevas sobre o Egito durante o dia , e as trevas à noite sejam ainda mais densas. Mais tarde, as trevas se tornarão palpáveis.”22 Então Moisés levantou a mão para o céu. Houve trevas densas em todo o Egito durante três dias.23 Nenhum egípcio conseguia ver seu irmão. Nos três dias seguintes , nenhum egípcio conseguiu se levantar do seu lugar. Havia luz para todos os israelitas em suas tendas.


Tehillim do Dia – Salmos

Capítulos 1-9

Salmo 1

O Livro dos Salmos começa apresentando uma orientação para a vida: evitar a influência dos malévolos e dos que ridicularizam o bem, e adotar o estudo e o conhecimento das Escrituras como meta principal. Deus recompensará nossa vida com alegria e significado.

  1. Bem-aventurado o homem que não segue os conselhos dos ímpios, não trilha o caminho dos pecadores e nem participa da reunião dos insolentes;
  2. mas, ao contrário, se volta para a Lei do Eterno e, dia e noite, a estuda.
  3. Ele será como a árvore plantada junto ao ribeiro que produz seu fruto na estação apropriada e cujas folhagens nunca secam;
  4. assim também florescerá tudo que fizer.
  5. Quanto aos ímpios, são como o feno que o vento espalha. Nem eles prevalecerão em julgamentos, nem os pecadores na assembléia dos justos;
  6. pois o Eterno favorece o caminho dos justos, enquanto o dos ímpios os conduz à sua ruína.

Salmo 2

Deus ungiu David rei e os filisteus reuniram seus exércitos para depô-lo (II Samuel 5:16). Este Salmo mostra a inutilidade de querer frustrar a vontade de Deus.

  1. Por que se reuniram povos e em vão murmuram nações?
  2. Os reis da terra se posicionaram com os líderes que, secretamente, conspiramcontra o Eterno e Seu ungido, dizendo:
  3. “Rompamos suas amarras e nos livremos de suas cordas”.
  4. Aquele que habita nos céus apenas rirá; o Eterno deles zombará.
  5. Ele demonstrará Sua ira e com Seu furor os aterrorizará.
  6. Ele dirá: “Eu ungi o Meu rei, sobre Tsión, meu santo monte.
  7. Proclamarei o que me disse o Eterno: “Tu és meu filho, hoje te gerei.
  8. Pede-Me e te darei os povos como herança, e os confins da terra como possessão.
  9. Com um cetro de ferro os esmagarás; como a um vaso de barro os estilhaçarás”.
  10. Portanto, ó reis da terra, sede prudentes; obedecei, ó governantes da terra.
  11. Servi ao Eterno com reverência e regozijai-vos com temor e respeito.
  12. Buscai a pureza em vosso comportamento para que Ele não liberte Sua ira e vosso caminho conduza ao abismo, por um breve instante de sua cólera. Bem-aventurados sejam aqueles que Nele confiam!

Salmo 3

Absalão, o filho de David, quase teve êxito em sua tentativa de destroná-lo (II Samuel 15-19). Apesar de sua situação parecer desesperadora, este Salmo revela como a confiança de David em Deus lhe dá paz e segurança.

  1. Salmo de David, quando fugia de Absalão, seu filho.
  2. Ó Eterno, tão numerosos são meus adversários! Tantos são os que se levantam contra mim!
  3. Muitos são os que dizem de mim: Para ele não há salvação do Eterno.
  4. Mas Tu, Meu Deus, és um escudo a me proteger. És minha glória, a razão de se manter erguida minha cabeça.
  5. Minha voz clamou ao Eterno, e Ele, em Seu santo monte, me atendeu.
  6. Deitei e adormeci; mas acordei porque o Eterno me sustentou.
  7. Não temerei a multidão de povos, que de todos os lados, se juntaram contra mim.
  8. Levanta-Te e salva-me, ó Eterno meu Deus! Feriste o rosto de todos os meus inimigos, e quebraste os dentes dos pecadores.
  9. A salvação provém do Eterno; que sobre Teu povo recaia Tua bênção.

Salmo 4

Embora se dirija aos seguidores de Absalão, David fala a todos os pecadores e apela para abandonar a hipocrisia, a ilusão das vitórias temporárias e a glória sem significado. Que cessem as calúnias e reconheçam a verdade que os levará ao arrependimento e à verdadeira felicidade.

  1. Ao mestre do canto, com instrumentos de corda, um salmo de David.
  2. Responde à minha invocação, ó Deus da minha justiça! Ó Tu que me aliviaste da angústia, apieda-Te de mim e ouve minha oração.
  3. Filhos dos homens, até quando difamareis minha honra, amareis a futilidade e buscareis a traição?
  4. Sabei que o Eterno destaca para si o devoto e ouvir-me-á quando eu O evocar.
  5. Portanto tremei e não pecai; ponderai em vossos corações enquanto estais em vossos leitos e suspirai.
  6. Oferecei sacrifícios com honestidade e confiai no Eterno.
  7. Dizem muitos: Quem nos mostrará o bem? Que a luz da Tua face resplandeça sobre nós, ó Eterno.
  8. Alegria puseste em meu coração como no tempo da abundância do trigo e do vinho.
  9. Em completa paz poderei repousar e dormir, porque somente Tu, ó Eterno, me manterás em segurança.

Salmo 5

Sitiado por inimigos, o homem justo reza pela libertação para aliviar seu sofrimento físico e servir a Deus sem interferências.

  1. Ao mestre do canto, acompanhado por instrumentos de sopro, um salmo de David.
  2. Dá ouvidos às minhas palavras, ó Eterno, e considera minha súplica.
  3. Atenta à voz do meu clamor, meu Rei e Deus, pois a Ti dedico minha prece.
  4. Eterno, ouve a voz da oração que a Ti dirijo a cada manhã, aguardando Tua resposta.
  5. Pois Tu não és complacente com a maldade, e a perversidade não se pode manter junto a Ti.
  6. Os ímpios não permanecem sob Teu olhar; Tu desprezas os perversos.
  7. Tu condenas os que praticam traição e abominas os sanguinários e os falsos.
  8. Mas eu, por Tua imensa misericórdia, entrarei em Tua casa, prostrar-me-ei ante o Teu sagrado santuário, pleno de reverência e temor.
  9. Ó Eterno, guia-me através de Teus caminhos justos, a despeito dos inimigos que me espreitam. Aplaina ante mim o Teu caminho.
  10. Pois não há sinceridade em seus lábios e só traição em seu coração. Suas gargantas parecem sepulcros abertos e suas línguas são falsamente aduladoras.
  11. Condena-os, ó Eterno! Que tropecem em seus próprios ardis; rejeita-os pela multiplicidade de seus crimes, por se terem rebelado contra Ti.
  12. Alegrar-se-ão porém todos que em Ti confiam; exultarão sob Teu amparo os que amam Teu santo nome.
  13. Pois Tu certamente abençoarás o justo, ó Eterno, envolvendo-o em Teu afeto como um escudo.

Salmo 6

David estava doente e sentia dores ao compôs este Salmo. Sua intenção era que esta oração fosse usada pelos doentes ou em perigo e, particularmente, quando Israel enfrentasse opressão e privação.

  1. Ao mestre do canto, acompanhado com música instrumental, um salmo de David.
  2. Eterno, não me castigues em Tua ira, nem me repreendas em Teu furor.
  3. Apieda-Te de mim, ó Eterno, porque falece minha força; cura-me, pois de terror tremem meus ossos.
  4. Abalada está minha alma; e Tu, Eterno, até quando me deixarás abandonado?
  5. Retorna, ó Eterno, e livra minha alma; salva-me, por Tua imensa misericórdia.
  6. Pois não se erguem louvores a Ti de entre os mortos; no “Sheól”, quem Te exaltará?
  7. Estou esgotado de tanto gemer; toda noite, transborda o leito com meu pranto, se inunda com minhas lágrimas o lugar de meu repouso.
  8. Consumidos pela aflição estão meus olhos, envelhecidos por causa dos meus inimigos.
  9. Que se afastem de mim todos os inimigos, porque o Eterno escutou a voz de meus lamentos.
  10. Ouviu minha súplica e aceitará minha oração.
  11. Todos os meus inimigos se verão frustrados e envolvidos por terror, de pronto hão de recuar envergonhados.

Salmo 7

Neste Salmo, David indica como o generoso de espírito às vezes parece impotente contra o ataque dos que tramam e são traiçoeiros. O justo, todavia, deve criar coragem baseado na compreensão de que prevalecerá sobre o perverso, vítima de suas próprias tramas.

  1. “Shigaion” que David cantou ao Eterno, por causa de Cush, o Benjaminita. Ó Eterno, meu Deus, em Ti eu busco refúgio; livra-me de todos os meus perseguidores e salva-me, para que o inimigo não despedace minha alma como um leão, que dilacera sua presa sem que ninguém a socorra. Eterno, meu Deus, se eu intencionalmente tiver praticado o mal de que me acusam, se há injustiça em meus atos, se eu retribuí com o mal a quem comigo estava em paz, eu que resgatei o perseguidor que sem razão me acossava, então que persiga e alcance o inimigo minha alma, abata minha vida e espoje no pó a minha honra. Ergue-Te, Eterno, em Tua ira; atua com furor contra meus opressores, eleva-Te em meu favor no juízo que ordenaste. Quando se dispuser a congregação dos povos em Tua volta, que Te eleves acima dela, pondo nas alturas Teu divino trono. O Eterno julgará os povos; resgatar-me-á pelo mérito de minha retidão e integridade. Faze chegar ao fim o mal dos ímpios, e dá firmeza ao justo, Tu que perscrutas as emoções e pensamentos de cada um, ó Deus justo. És meu escudo, ó Eterno, que salvas os puros de coração. Deus absolve os justos, e se irrita todos os dias contra os ímpios. Se não se arrepender o perverso, mas afiar sua espada e distender seu arco e mirar o justo, contra ele mesmo estará preparando armas mortíferas e apontando suas flechas. O perverso concebe iniqüidade, fecunda maldade e gera falsidade; escava um fosso e o aprofunda, mas ele mesmo cairá na armadilha que preparou; sobre sua própria cabeça recairá sua iniqüidade, e sobre seu crânio sua violência. Darei graças ao Eterno por Sua justiça, e cantarei um louvor ao Nome do Eterno, o Altíssimo.

Salmo 8

Este Salmo é o cântico extasiado de quem tem a clareza de visão para perceber a obra de Deus em toda parte e sente que as realizações do ser humano são dádivas de Deus a Quem deve se dedicar.

  1. Ao mestre do canto, acompanhado com o instrumento “Guitit”, um salmo de David.
  2. Ó Eterno, nosso Deus! Quão majestoso é o Teu Nome em toda terra, Tu que estendeste Teu esplendor sobre os céus!
  3. Até do balbuciar das crianças e lactentes crias força contra Teus detratores, para destruir inimigos e malévolos.
  4. Quando contemplo Teus céus, obra dos Teus próprios dedos, vejo a lua e as estrelas que criaste,
  5. e me pergunto: o que é o ser humano para que dele Te lembres? E o filho do homem, para que o consideres?
  6. Entretanto, pouco menos que os anjos o fizeste e de glória e esplendor o coroaste.
  7. Tu o puseste como soberano sobre as obras de Tuas mãos; tudo puseste a seus pés:
  8. ovelhas e gado, todos eles, e também os animais do campo,
  9. os pássaros do céu, os peixes do oceano e tudo o que se move sobre os caminhos dos mares.
  10. Ó Eterno, nosso Deus! Quão majestoso é o Teu Nome em toda a terra!

Salmo 9

Apesar de deslumbrado com seu êxito temporário, o mal desaparece no esquecimento, e somente Deus permanece.

  1. Ao mestre do canto, sobre a morte de Laben, um salmo de David.
  2. Louvar-Te-ei, ó Eterno, com todo meu coração; sobre todas as Tuas maravilhas contarei.
  3. Alegrar-me-ei e me regozijarei em Ti, e cantarei a Teu Nome, Altíssimo.
  4. Ao retrocederem, meus inimigos tropeçarão e se perderão ante Tua Presença.
  5. Pois Tu sustentaste meu direito e minha causa, ao sentar-Te no trono, ó Juiz justo.
  6. Destruíste povos malévolos e condenaste os ímpios; seus nomes apagaste para todo o sempre.
  7. Exterminado foi o inimigo, só ruínas restaram; as cidades destruíste e toda sua lembrança pereceu.
  8. Mas o Eterno para sempre está nas alturas; Ele prepara Seu trono para o juízo.
  9. Ele julgará o mundo com retidão, sentenciará os povos com eqüidade.
  10. O Eterno será uma fortaleza para o oprimido, uma fortaleza nos tempos de angústia.
  11. E confiarão em Ti todos os que conhecerem o Teu Nome, pois Tu nunca deixaste os que Te procuram, ó Eterno!
  12. Cantarei ao Eterno, que habita em Tsión; difundam entre os povos seus feitos.
  13. Pois Aquele que cobra o sangue derramado, deles Se lembrou; Ele não esquece o clamor dos aflitos.
  14. Concede-me a Tua graça, Eterno; vê minha aflição, causada pelos que me odeiam, Tu que me resgatas dos portais da morte.
  15. Para que eu possa exaltar todos os Teus louvores nos portões da filha de Tsión; para que eu possa exultar com a Tua salvação.
  16. Caíram os povos no fosso que fizeram; na rede que estenderam, seu próprio pé ficou preso.
  17. O Eterno tornou-Se conhecido, Ele executou a sentença; através de suas próprias mãos, o perverso foi golpeado. Refleti sobre isso.
  18. Os ímpios voltarão ao abismo, assim como todos os povos que do Eterno se olvidam.
  19. Pois o necessitado não será eternamente esquecido, nem a esperança dos aflitos se perderá para sempre.
  20. Levanta-Te, Eterno, para que não prevaleça o malévolo; e sejam por Ti julgados todos os povos.
  21. Impõe-lhes, Eterno, o temor a Ti, para que reconheçam todos que são apenas falíveis mortais.

Tanach Diário

Livro de Shmuel II capítulo 6

(1) Davi reuniu novamente todos os escolhidos de Israel, trinta mil homens; (2) Davi se levantou e foi, com todo o povo que estava com ele, de Baalê-Judá, para fazer subir dali a Arca de D’us, sobre a qual é invocado o Nome, o Nome de D’us dos Exércitos, que Se assenta sobre os querubins; (3) colocaram a Arca de D’us sobre um carro novo e a tiraram da casa de Avinadav, que estava no monte, e Uzá e Achiô, filhos de Avinadav, conduziam o carro novo; (4) levaram-na da casa de Avinadav, que estava no monte, com a Arca de D’us, enquanto Achiô ia adiante da Arca; (5) Davi e toda a casa de Israel alegravam-se diante de D’us com toda sorte de instrumentos de madeira de cipreste, com harpas, liras, tamborins, sistros e címbalos; (6) quando chegaram à eira de Nacon, Uzá estendeu a mão à Arca de D’us e a segurou, porque os bois tropeçaram; (7) a ira de D’us se acendeu contra Uzá, e D’us o feriu ali por essa irreverência, e ele morreu ali junto à Arca de D’us; (8) Davi se entristeceu porque D’us havia irrompido contra Uzá, e chamou aquele lugar Pérez-Uzá até o dia de hoje; (9) naquele dia Davi temeu a D’us e disse: “Como virá a mim a Arca de D’us?”; (10) Davi não quis levar a Arca de D’us para a cidade de Davi, mas desviou-a para a casa de Oved-Edom, o geteu; (11) a Arca de D’us permaneceu na casa de Oved-Edom, o geteu, três meses, e D’us abençoou Oved-Edom e toda a sua casa; (12) foi anunciado ao rei Davi, dizendo: “D’us abençoou a casa de Oved-Edom e tudo o que lhe pertence, por causa da Arca de D’us”, então Davi foi e fez subir a Arca de D’us da casa de Oved-Edom para a cidade de Davi com alegria; (13) quando os que carregavam a Arca de D’us davam seis passos, ele sacrificava um boi e um novilho cevado; (14) Davi dançava com todas as suas forças diante de D’us, e Davi estava cingido com um éfode de linho; (15) assim Davi e toda a casa de Israel fizeram subir a Arca de D’us com júbilo e ao som do shofar; (16) quando a Arca de D’us entrou na cidade de Davi, Mical, filha de Saul, olhou pela janela e, vendo o rei Davi saltar e dançar diante de D’us, desprezou-o em seu coração; (17) introduziram a Arca de D’us e a colocaram em seu lugar, no meio da tenda que Davi lhe armara, e Davi ofereceu holocaustos e ofertas pacíficas diante de D’us; (18) quando Davi terminou de oferecer os holocaustos e as ofertas pacíficas, abençoou o povo em Nome de D’us dos Exércitos; (19) distribuiu a todo o povo, a toda a multidão de Israel, tanto homens como mulheres, a cada um um pão, uma porção de carne e um bolo de passas, e todo o povo se retirou, cada um para sua casa; (20) Davi voltou para abençoar a sua casa, mas Mical, filha de Saul, saiu ao encontro de Davi e disse: “Quão honrado foi hoje o rei de Israel, descobrindo-se hoje aos olhos das servas de seus servos, como se descobre um homem vulgar!”; (21) Davi disse a Mical: “Foi diante de D’us, que me escolheu em lugar de teu pai e de toda a sua casa, para me constituir príncipe sobre o povo de D’us, sobre Israel; diante de D’us me alegrarei; (22) ainda me tornarei mais desprezível do que isto e serei humilde aos meus próprios olhos, mas com as servas de quem falaste, com elas serei honrado”; (23) e Mical, filha de Saul, não teve filhos até o dia de sua morte.

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Sobre Antonio Braga

Antonio Marcio Braga Silva é uma das vozes proeminentes do movimento Bnei Noach no Brasil, atuando com destaque na cidade de Barra dos Coqueiros, no estado de Sergipe. Educador, líder espiritual e entusiasta da ética universal, ele dedica sua vida à promoção dos valores do monoteísmo ético e da sabedoria milenar da Torá para os não judeus que buscam servir ao Criador segundo os princípios das Sete Leis de Noé. Como professor de Halachá Noachida, Antonio Marcio desenvolve um trabalho didático voltado para a formação de lideranças e o fortalecimento de comunidades alinhadas com os preceitos da Tradição de Israel, respeitando as particularidades e o papel espiritual dos justos entre as nações. Ele atua com firmeza e sensibilidade, trazendo clareza e profundidade aos temas que aborda, tornando acessível ao público leigo assuntos complexos da Lei e da espiritualidade judaica. Sua atuação vai além das aulas: Antonio Marcio tem contribuído significativamente para o crescimento da comunidade local, organizando encontros semanais, estudos bíblicos, ciclos de oração baseados no Sidur Bnei Noach, e incentivando a solidariedade e o senso de missão entre os participantes. Seu trabalho é pautado pela seriedade, comprometimento e por uma devoção sincera ao serviço a D’us. Em sua vida pessoal, Antonio Marcio é pai dedicado de dois filhos marido de Fabiane Ribeiro, com quem compartilha o propósito de construir uma família alicerçada nos valores eternos da Torá. Sua jornada é marcada por coragem, perseverança e pela fé inabalável na Providência Divina. Ao unir conhecimento, liderança e espiritualidade, Antonio Marcio Braga Silva se destaca como um dos pilares do movimento Bnei Noach em território brasileiro, inspirando outros a seguir o caminho da retidão, da justiça e do reconhecimento do Eterno como único Criador e Rei do Universo.

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