Leitura Diária de 3 Tevet 5784

Tehillim do Dia – Salmos

Capítulos 18-22

Salmo 18

Neste Salmo, David sente a mão de Deus como guia através das provações e triunfos de sua carreira. Esta soma de experiências pessoais qualificou-o para a humanidade, em todos os tempos, adotá-lo como o cantor dos louvores a Deus.

  1. Ao mestre do canto, do servo de Deus, David, que falou ao Eterno as palavras deste cântico, no dia em que o Eterno o livrou das mãos de todos os seus inimigos e das mãos de Saul.
  2. E disse: Eu te amo, ó Eterno, a minha força!
  3. O Eterno é minha rocha e minha fortaleza, meu libertador; Deus é o meu rochedo e Nele me refugio; meu escudo e a força da minha salvação, meu baluarte.
  4. Louvores entoarei ao Eterno e de meus inimigos serei salvo.
  5. Ondas de morte me cercaram e torrentes dehomens malvados me confrontaram.
  6. Cordas do inferno me cingiram, prenderam-me laços de morte.
  7. Em meu infortúnio clamei ao Eterno e o meu Deus invoquei; do Seu Templo Ele atentou a minha voz; a seus ouvidos chegou meu clamor.
  8. E estrondeou e estremeceu a terra, e as bases das montanhas tremeram; elas se abalaram porque Ele se irou.
  9. De Suas narinas subiu uma fumaça e de Sua boca um fogo devorador, carvões por Ele acesos.
  10. Inclinou os céus e desceu; sob Seus pés havia neblina.
  11. Cavalgou um “querubim” e voou , pairando sobre as asas do vento.
  12. Ocultou-Se num véu de escuridão, envolto em Sua tenda, com águas escuras e nuvens espessas.
  13. Pelo resplendor da Sua presença, atravessam Suas nuvens granizo e carvão incandescente.
  14. O Eterno fez trovejar os céus, o Altíssimo fez soar a Sua voz, com granizo e carvão incandescente.
  15. Disparou Suas flechas e os dispersou, e com relâmpagos os abalou.
  16. E apareceu o fundo dos mares e se descobriram os fundamentos do mundo ante Tua repreensão, Eterno, e pelo sopro do vento de Tua cólera.
  17. Do alto, me tomou, salvando-me das muitas águas.
  18. Livrou-me de um inimigo possante e daqueles que me odiavam, porque eram mais fortes do que eu.
  19. Acossaram-me no dia da minha calamidade, porém o Eterno Se fez o meu esteio.
  20. Tirou-me para um amplo lugar, e arrebatou-me dali, porque Se comprazia em mim.
  21. Recompensou-me o Eterno conforme a minha retidão; conforme a pureza das minhas mãos me retribuiu.
  22. Porque guardei os caminhos do Eterno e não me apartei impiamente do meu Deus.
  23. Porque todos os Seus mandamentos estavam diante de mim e de Seus estatutos não me desviei.
  24. Perante Ele fui íntegro, e guardei-me da iniqüidade.
  25. E o Eterno me retribuiu segundo a minha justiça, conforme a pureza das minhas mãos diante dos Seus olhos.
  26. Com o caridoso Te mostras benigno, com o íntegro Te mostras justo.
  27. Com o puro Te mostras reto, com o perverso Te mostras sutil.
  28. Pois o povo aflito Tu livras, e os olhos altaneiros abates.
  29. Tu iluminas minha lâmpada, ó Eterno, meu Deus; afastas de mim as trevas.
  30. Porque Contigo enfrento exércitos, com meu Deus atravesso muralhas.
  31. O caminho de Deus é perfeito, a palavra do Eterno pura, Ele é o escudo de todos os que Nele confiam.
  32. Pois quem é Deus senão o Eterno? E quem é rochedo senão nosso Deus?
  33. Cinge-me com força, ó Eterno, e guarda o meu caminho.
  34. A meus pés deu agilidade como dos cervos, e sobre as alturas me eleva.
  35. Instrui minhas mãos para a guerra, para que meus braços distendam um arco de cobre.
  36. O escudo da Tua salvação me concedeste, Tua Destra me tem sustentado e por Tua condescendência me engrandeceste.
  37. Alargaste o caminho para meus passos e não deixaste vacilar meus pés.
  38. Persegui os meus inimigos e os alcancei, e nunca voltei até os consumir.
  39. Esmaguei-os e não mais se puderam levantar, caíram todos sob meus pés.
  40. Cingiste-me de força para a guerra, e abateste os que contra mim se levantaram.
  41. Curvaste a nuca dos meus inimigos, daqueles que me odiavam, e os destruí.
  42. Clamaram ao Eterno, porém não houve quem os socorresse.
  43. Eu os triturei como o pó que o vento carrega; como a lama das ruas os tratei.
  44. Das contendas do povo me livraste, como cabeça das nações me puseste; mesmo um povo que não me conhecia me servirá.
  45. Ao me ouvirem, obedecer-me-ão os filhos de estranhos, e se sujeitarão a mim.
  46. Os filhos de estranhos enfraquecerão e temerão mesmo em seus fortes.
  47. Viva o Eterno! Bendito seja meu Rochedo, e exaltado seja o Deus da minha salvação.
  48. O Deus que me proporciona vingança e a mim sujeita os povos;
  49. que me resgata dos meus inimigos, me exalta sobre os que contra mim se levantaram, e do homem violento me livra.
  50. Por isso Te louvarei entre as nações, ó Eterno, e entoarei louvores ao Teu Nome.
  51. Ele engrandece as vitórias do Seu rei e faz benevolência com o Seu ungido, com David e com a sua semente, para sempre.

Salmo 19

Deus revelou-Se à humanidade tanto na natureza quanto no monte Sinai. Mas, embora uma contemplação científica e refletida da natureza leve o ser humano a reconhecer o Criador, somente a revelação da Torá pode ensinar ao homem a se relacionar com o Criador, e atingir a perfeita e completa realização na vida.

  1. Ao mestre do canto, um salmo de David.
  2. Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento atesta a obra de Suas mãos.
  3. Um dia ao seguinte transmite esta mensagem; uma noite à outra a comunica.
  4. Não é linguagem humana, não há palavras e som algum é percebido,
  5. mas por toda a terra ressoa o que dizem, e a todos os confins chega Sua mensagem; para o sol assentou Deus nos céus uma tenda;
  6. ele é como o noivo que sai da câmara nupcial, e como um herói ansioso para percorrer seu trajeto.
  7. Parte de um extremo dos céus e atinge o outro, e nada escapa de seu calor.
  8. A lei do Eterno é perfeita e reconforta a alma; verdadeiro é o testemunho do Eterno, que torna sábio o mais simples.
  9. De absoluta retidão são os preceitos do Eterno e trazem alegria ao coração; límpido é o mandamento do Eterno, que ilumina os olhos.
  10. Puro é o temor do Eterno e perdura para sempre; verdadeiros são os julgamentos do Eterno, todos igualmente justos.
  11. São mais desejáveis que o ouro, que o ouro mais refinado; mais doces que o mel que se forma nos favos.
  12. Teu servo se esmera em cumpri-los e sei que grande é a recompensa por sua observação.
  13. Mas quem consegue discernir seus próprios erros? Purifica-me das faltas involuntárias que não percebo.
  14. Preserva-me também dos pecados conscientes, para que não me dominem; serei então plenamente íntegro e estarei inocente de grandes transgressões.
  15. Possam as palavras de minha boca e a prece de meu coração serem aceitas por Ti, ó Eterno, minha Rocha e meu Redentor.

Salmo 20

É apropriado recitar este Salmo diante do perigo, seja pessoal, de um parente ou da nação. É a base da afirmação talmúdica de que deve-se rezar pela redenção ou por ajuda, após afirmar: Deus é o Redentor.

  1. Ao mestre do canto, um salmo de David.
  2. Que o Eterno te responda no dia da tua atribulação e te traga a um refúgio seguro o Nome do Deus de Jacob.
  3. Que de Seu Santuário te envie auxílio, e que de Tsión te traga amparo.
  4. Que com prazer aceite todas as tuas oferendas.
  5. Conceda o desejo de teu coração e realize teus desígnios.
  6. Que nos rejubilemos com Tua vitória e ergamos estandartes em Nome do nosso Deus. Atenda o Eterno a todos os teus anseios.
  7. Agora sei que o Eterno trará vitória a Seu ungido; Ele lhe responderá de Seu Santuário Celeste com a força salvadora da Sua destra.
  8. Alguns confiam em carros, outros em cavalos, mas nós, somente no Nome do Eterno, nosso Deus.
  9. Aqueles caem e sucumbem, mas nós nos erguemos e nos revigoramos.
  10. Salva-nos, ó Eterno! Responde-nos, ó nosso Rei, no dia em que Te invocarmos!

Salmo 21

Este Salmo trata do júbilo dos reis David e Messias. Este é um dever do rei, que precisa dar o exemplo, reconhecendo de que o bom provém da bondade Divina.

  1. Ao mestre do canto, um salmo de David.
  2. Ó Eterno, alegra-se o rei por Tua força, e regozijo imenso lhe traz Tua salvação.
  3. Os anseios de seu coração atendeste e jamais ignoraste as súplicas de seus lábios.
  4. Com bondade o cobriste de bênção, e com uma coroa de ouro puro lhe cingiste a cabeça .
  5. Ele apenas Te pediu vida, e longevidade na extensão do tempo lhe concedeste.
  6. Grande é sua honra, por ter sido salvo por Ti; glória e majestade lhe concedeste.
  7. Tu o abençoaste eternamente e por Tua presença tornaste imenso seu júbilo.
  8. No Eterno deposita o rei sua confiança e, por isto, do abrigo do Altíssimo não cairá.
  9. Tua mão descerá sobre todos os teus adversários sim, Tua Destra todos eles alcançará.
  10. Tu os tornas brasas de uma fornalha incandescente com Tua ira; Tu os destróis, consumidos pelas chamas.
  11. Apagas seus descendentes de sobre a terra, sua memória do convívio dos homens.
  12. Porque tramaram contra Ti, conspiraram com maldade mas fracassaram.
  13. Tu os dispersarás com Teu arco, apontado contra seus rostos.
  14. Exaltado sejas por Tua força; louvores a Teus feitos prodigiosos entoaremos com canções.

Salmo 22

Embora se aplique aos acontecimentos de sua própria vida, David compôs este Salmo como uma profecia para poupar Israel de futuros exílios. Neste Salmo, o povo judeu aparece coletivamente mas sempre no singular. Ao recitá-lo, o indivíduo deve sentir a angústia do distanciamento de Israel de sua glória anterior, e orar a Deus pelo fim deste exílio tão dolorosamente longo.

  1. Ao mestre do canto, acompanhado por “Aiélet Hashachar”, um salmo de David.
  2. Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste? Por que deixaste tão distante minha salvação e ignoraste meu gemido angustiado?
  3. De dia clamo e à noite não silencio, e Tu não me escutas.
  4. Mas Tu és o Santo, e a Ti se dirigem os louvores de Israel!
  5. Em Ti confiaram nossos patriarcas, confiaram plenamente e Tu os resgataste.
  6. Clamaram a Ti e foram salvos; em Ti acreditaram e não foram desiludidos.
  7. Quanto a mim, sou como um verme e não homem, opróbrio da plebe, vergonha do povo.
  8. Zombam de mim os que me fitam, riem e meneiam ironicamente suas cabeças.
  9. Dizem-me, porém, confia no Eterno! Ele o redimirá, Ele lhe trará salvação, porque nele se compraz.
  10. Tu me tiraste do ventre materno e me fizeste sentir seguro, contra seu peito.
  11. Desde meu nascimento, em Teus braços fui entregue; mesmo antes de nascer, já eras meu Deus.
  12. Não Te afastes de mim, porque muito próxima está a aflição e não há quem me proteja, senão Tu.
  13. Touros furiosos me cercaram, touros do Bashan me rodearam.
  14. Abriram contra mim suas bocas como um leão que estraçalha e ruge.
  15. Sinto-me como água derramada que não pode voltar a seu recipiente, meus ossos fraquejam; meu coração parece ser de cera, de tal forma se derrete dentro de mim.
  16. Minha força secou como a argila, minha língua está colada ao paladar e me deitaste no pó da morte.
  17. Cães me cercam, uma turba de perversos me rodeia, atacam meus pés e minhas mãos como se fora um leão.
  18. Verifico como estão meus ossos enquanto eles me observam e tripudiam.
  19. Minhas roupas, entre si repartem, minhas vestimentas sorteiam.
  20. Mas Tu, ó Eterno, eu te peço, não Te afastes de mim; ó minha Força, apressa-Te e vem em meu auxílio!
  21. Salva minha alma da espada, minha vida das presas dos sabujos.
  22. Livra-me da boca do leão, resgata-me dos chifres dos touros selvagens.
  23. Então, a salvo, proclamarei Teu Nome a meus irmãos e louvarte-te-ei do seio da multidão!
  24. Vós que sois a semente de Jacob, honrai-O! Reverenciai-O todos vós, descendentes de Israel.
  25. Porquanto não desprezou nem ignorou a angústia do aflito e dele não escondeu Sua face e atendeu a sua prece.
  26. Graças a Ti poderei proclamar meu louvor às multidões; cumprirei minhas promessas na presença daqueles que O temem.
  27. Os humildes hão de comer e se fartar; os que buscam o Eterno hão de louvá-lo e vida perene terão seus corações.
  28. Dos confins da terra, todos a Ti se voltarão com compreensão e ante Ti se curvarão todas as famílias das nações.
  29. Pois só do Eterno é a realeza e Seu é o domínio sobre todos os povos.
  30. Comerão todos os povos a fartura da terra e ante Ele se prostrarão; reverenciá-lo-ão os que retornam do pó, mas então já será tarde porque suas almas não fará viver.
  31. Da descendência dos que O servem, de geração em geração, será relatada a magnificência de Sua glória.
  32. Anunciarão às gerações vindouras a bondade de seus feitos.

Parashat com Tradução Interpolada para Parashá Mikeitz

Do Rebe de Lubavitch

Sexta Leitura 16 Quando José viu Benjamim com eles, disse ao superintendente de sua casa: “Traga os homens para dentro de casa e mande abater os animais e sua carne”. José não ordenou que seu superintendente o removesse; ele confiava que os irmãos fariam isso sozinhos quando fossem servidos.53 Embora fossem especificamente proibidos de comer o nervo ciático,52 Certamente, a observância voluntária não poderia de forma alguma obrigá-los a pôr as suas vidas em perigo (por não comerem a carne servida pelo próprio vice-rei do Egito, possivelmente insultando-o e arriscando deixá-lo furioso o suficiente para matá-los). . o que a Torá proíbe.50 Visto que, em sua opinião, eles não eram mesmo observando adequadamente as leis que eram obrigados a observar, ele tinha certeza de que eles não haviam se comprometido voluntariamente a observar as leis da Torá em sua totalidade, como Abraão, Isaque e Jacó haviam feito. Ele, portanto, não pensou duas vezes antes de servir-lhes carne não-kosher. E, de fato, embora Jacó tivesse educado todos os seus filhos nos caminhos da Torá, os irmãos de José nunca se comprometeram a observar as leis da Torá em sua totalidade, pelo menos não na mesma medida que seus antepassados tinham, como fica claro pelo fato de terem se casado com suas irmãs,49 de carne. Em sua juventude, José os considerou culpados de transgredir a proibição de comer carne arrancada de um animal vivo kosher’ para consumo pelos judeus, ou seja, pela Torá em vez de simplesmente mortos, a fim de plantar em suas mentes que ele realmente sabia quem eles eram e que sabia que em sua casa os animais tinham que ser abatidos. No entanto, José não lhes serviu carne abatida de acordo com as estipulações da abatidos ele ocasionalmente agia de maneira agradável com eles para que acreditassem nele quando ele finalmente lhes contasse que era irmão deles. Além disso, José queria que eles ouvissem que ele estava dando instruções específicas ao superintendente para que os animais fossem 48 José disse isso no discurso de seus irmãos. presença para que soubessem que ele estava preparando uma refeição especial para eles. Como foi mencionado acima,.” do dia preparado, pois esses homens jantarão comigo na primeira refeição

17 O homem fez como José disse e acompanhou o povo até a casa de José.

18 Os homens estavam com medo porque haviam sido levados para a casa de José, enquanto os viajantes normalmente se hospedavam em pousadas pela cidade. Eles disseram: “É por causa do dinheiro que foi devolvido às nossas mochilas quando estivemos aqui o primeira vez que somos trazidos aqui, para que possamos ser falsamente acusados, atacados, presos, e apreendidos como escravos, junto com nossos burros.”

19 Eles abordaram o superintendente da casa de José, expulsando-o do interior da casa,55 e falei com ele na entrada da casa

20 da seguinte forma: “Por favor, senhor, originalmente viemos comprar comida. Acredite, o próprio fato de termos que fazer isso é humilhante para nós ; estamos acostumados a dar comida aos outros. Então você vê, não teríamos feito isso se não fosse necessário.

21 Então, quando chegamos à pousada e abrimos nossas mochilas, vimos que o dinheiro de cada homem estava no abertura de seu pacote, nosso próprio dinheiro, no seu peso exato. Nós o trouxemos de volta conosco.

22 Também arrecadamos dinheiro adicional para comprar alimentos. Não sabemos quem colocou o dinheiro em nossos pacotes.”

23 Ele respondeu: “Tudo está bem com você; Não tenha medo. Seu Deus, em seu próprio mérito, se seu próprio mérito for insuficiente, então o Deus de seu pai—por mérito de seu pai—colocou um tesouro escondido para você em suas mochilas. Seu dinheiro chegou até mim. Com isso, ele trouxe Simeão até eles. Com seus temores dissipados, eles concordaram em seguir o superintendente de volta à casa de José. Nesse ínterim, Simeão contou-lhes que José o desamarrou e lhe deu uma refeição assim que partiram, e que o tratou bem. Como foi observado acima,56 esse tratamento gentil era outra maneira pela qual José os preparava para aceitá-lo como seu irmão quando ele eventualmente lhes revelasse sua identidade. 57

24 Então o homem trouxe os irmãos mais uma vez para a casa de José, deu-lhes água e eles lavaram os pés; e ele forneceu forragem para seus jumentos.

25 Eles prepararam o presente para quando José chegasse para a primeira refeição do diadispondo-o em pratos elegantes, pois ouviram que jantariam lá.

26Quando José chegou em casa, eles lhe entregaram o presente que haviam trazido para o quarto interno e prostraram-se no chão diante dele.

27 Ele perguntou sobre o bem-estar deles e perguntou: “Como está o seu pai idoso, de quem você falou? Ele ainda está vivo?

28 Eles responderam: “Seu servo, nosso pai, está bem; ele ainda está vivo. Eles inclinaram a cabeça e se prostraram mais uma vez, em reconhecimento ao interesse de José no bem-estar deles.

29 José ergueu os olhos e viu seu irmão Benjamin, filho de sua mãe, e disse: “É este seu irmão mais novo, de quem você falou comigo? E então ele disse, dirigindo-se a Benjamin, “Que Deus seja gentil com você, meu filho.” Benjamin ainda não havia nascido quando Jacó se referiu a seus filhos como dádivas da bondade de Deus,58 então José desejou conceder-lhe esta distinção, também.

Notas:

53.Acima, 32:33.54.Likutei Sichot, vol. 5, pág. 266, nota* à nota 23.55.Rashi no v. 24, abaixo.56.Acima, 42:7.57.Likutei Sichot, vol. 35, pág. 185.58.33:5, acima.


Tanach Diário

1E aconteceu depois disso que Absalão, filho de Davi, tinha uma irmã formosa, cujo nome era Tamar; e Amnom, filho de Davi, a amava.
uma bela irmã cujo nome era Tamar: que era filha de sua mãe.
2E Amnom ficou angustiado a ponto de adoecer, por causa de Tamar, sua irmã, porque ela era virgem; e parecia difícil aos olhos de Amnom fazer qualquer coisa com ela.
ficando doente: até ficar doente.
pois ela era virgem: e estava escondida dentro de casa, recusando-se a sair. Conseqüentemente: “parecia difícil aos olhos de Amnom, etc.” Estava escondido e escondido dele que desculpa ele poderia procurar para se deitar com ela. [Isto é] semelhante a: כי יפלא ממך : (Deut. 17:8)< a i=5> que Onkelos traduz: “se estiver escondido de você.”
3E Amnom tinha um amigo, cujo nome era Jonadabe, filho de Simá, irmão de Davi; e Jonadabe era um homem muito astuto.
homem astuto: para o mal.
4E ele lhe disse: “Por que você está ficando tão magro, ó’ filho do rei, de manhã em manhã? Você não vai me contar? E Amnom lhe disse: “Eu amo Tamar, irmã de Absalão”.
magro: magro, semelhante a: “magro e mal formado” (Gên. 41:19).
5E Jonadabe lhe disse: “Deite-se na sua cama e finja que está doente, e quando seu pai vier ver você, diga-lhe: “Deixe minha irmã Vem Tamar agora, e que ela me dê pão para comer, e prepare a comida diante dos meus olhos, para que eu veja e coma da sua mão.”
a comida: Heb. הבריה, uma refeição leve.
6E Amnom deitou-se e fingiu estar doente; e o rei veio vê-lo, e Amnom disse ao rei: Deixe minha irmã Tamar vir agora e faça dois bolinhos diante dos meus olhos; para que eu coma da mão dela.”
7E Davi mandou Tamar para casa, dizendo: “Vá agora à casa de Amnom, seu irmão, e prepare-lhe comida”.
8E Tamar foi à casa de Amnom, seu irmão, e ele estava deitado. E ela pegou a massa, amassou-a, preparou os bolinhos diante dos olhos dele e cozinhou os bolinhos.
e ela preparou os bolinhos: Ela escaldou. Farinha fina escaldada primeiro com água fervente e depois com óleo.
9E ela pegou a panela e despejou-os diante dele; mas ele recusou-se a comer. E Amnom disse: “Tire todos de mim”. E todos saíram dele.
a panela: Heb. משרת. O Targum de מחבת [uma panela rasa Lev. 2:5] é מסריתא.
10E Amnom disse a Tamar: “Traga a comida para a câmara, para que eu coma da sua mão”. E Tamar pegou os bolinhos que ela havia feito e os levou para Amnom, seu irmão, na câmara.
11E ela os trouxe para perto dele para comer, e ele a segurou e disse: “Venha deitar-se comigo, minha irmã”.
12E ela lhe disse: “Não, meu irmão, não me force, pois isso não é feito em Israel; não faça esse ato desenfreado.
13E eu, para onde levarei a minha vergonha? E [quanto a] você, será como um dos homens perdulários de Israel. E agora eu imploro que você fale com o rei, pois ele não me negará a você.”
pois ele não me negará a você: Pois eu lhe sou permitido, pois minha mãe me concebeu quando ela ainda era gentia, uma bela mulher que Davi havia levado em batalha . Agora, quem tem um filho ou filha de uma serva [gentia] não é considerado seu filho de forma alguma.
14Mas ele não lhe deu ouvidos e a dominou, forçou-a e deitou-se com ela.
15E Amnom a odiava com muito grande ódio, pois maior era o ódio com que a odiava do que o amor com que a amava. E Amnom lhe disse: “Levanta-te e vai”.
E Amnom a odiava com grande ódio: Ela prendeu um fio de cabelo nele e o transformou em um que é mutilado no membro.
16E ela lhe disse: “Não faça este mal (que é) maior do que o outro que você fez comigo, mandando-me embora.” Mas ele não quis ouvi-la.
não faça: Não faça esse ato maligno de me mandar embora, que é maior [em sua maldade] do que o outro [ato] que você fez comigo forçar-me por você só acrescentará um erro ainda maior do que me mandar embora.
17E ele chamou seu jovem, seu servo, e disse: “Mande agora esta para longe de mim, para fora, e tranque a porta atrás dela!
18Agora ela usava uma túnica listrada, pois dessa maneira as filhas virgens do rei se vestiam, com mantos. E o seu servo a levou para fora e trancou a porta atrás dela.
19E Tamar pôs cinza sobre a cabeça e rasgou a roupa de muitas cores que trazia; e ela colocou a mão na cabeça e seguiu seu caminho, chorando alto enquanto caminhava.
20E Absalão, seu irmão, lhe perguntou: “Aminon, teu irmão, esteve contigo? Mas agora, minha irmã, fique em silêncio; ele é teu irmão; não leve isso a sério! E Tamar ficou sozinha na casa de seu irmão Absalão.
21E o rei Davi ouviu todas essas coisas e ficou muito irado.
22E Absalão não falou com Amnom nem mal nem bem, pois Absalão odiava Amnom porque ele havia forçado sua irmã, Tamar.
23E aconteceu, depois de dois anos inteiros, que Absalão tinha tosquiadores em Baal-Hazor, que está perto de Efraim; e Absalão convidou todos os filhos do rei.
tinham tosquiadores: e era costume deles fazer um banquete quando tosquiavam suas ovelhas.
24E Absalão foi até o rei e disse: “Eis que o teu servo tem tosquiadores; por favor, o rei e os seus servos vão com o teu servo”. /span>
25E o rei disse a Absalão: “Não, meu filho, não vamos todos, para que não te imponhamos”. E ele o pressionou, mas ele não quis ir, mas o abençoou.
26E Absalão disse: “Se não, por favor, deixe meu irmão Amnom ir conosco”. E o rei lhe disse: “Por que ele deveria ir com você?”
Se não, por favor, deixe… ir conosco: Se você não puder ir, por favor, deixe Amnom ir conosco.
27Mas Absalão o pressionou, e ele deixou Amnom e todos os filhos do rei irem com ele.
28E Absalão ordenou aos seus jovens, dizendo: ‘Por favor, tomem nota, quando o coração de Amnom estiver alegre com o vinho, e quando eu vos disser: ‘ ;Fere Amnom,’ então mate-o, não tema; não te ordenei que sejas corajoso e valente?”
29E os servos de Absalão fizeram a Amnom como Absalão ordenara. E todos os filhos do rei se levantaram e partiram, cada um na sua mula, e fugiram.
30E aconteceu que, enquanto eles estavam a caminho, chegou a Davi a notícia, dizendo: “Absalão matou todos os filhos do rei”. , e não sobrou nenhum deles.”
31E o rei levantou-se, e rasgou as suas vestes, e deitou-se no chão, e todos os seus servos ficaram com as vestes rasgadas.
32E Jonadabe, filho de Simá, irmão de Davi, respondeu e disse: “Não diga meu senhor que mataram todos os jovens, os filhos do rei; pois só Amnon está morto; pois isso foi arranjado pela boca de Absalão desde o dia em que ele forçou Tamar, sua irmã.
pela boca de Absalão isso foi arranjado.: Por ordem de Absalão esta ordem foi colocada sobre seus servos, para matar Amnom.
33E agora, não deixe meu senhor, o rei, colocar em seu coração a ideia de dizer que todos os filhos do rei estão mortos; mas apenas Amnom está morto.”
34E Absalão fugiu. E o jovem que vigiava ergueu os olhos e olhou, e eis que uma grande multidão vinha do caminho atrás dele, pela encosta.
35E Jonadabe disse ao rei: “Eis que chegaram os filhos do rei, como disse o teu servo, assim aconteceu”.
36E foi assim que ele terminou de falar que, eis que os filhos do rei vieram e levantaram suas vozes e clamaram, e também o rei e todos os seus servos choraram profusamente.
37E Absalão fugiu e foi para Talmai, filho de Amiúde, rei de Gesur. E ele chorou por seu filho todos os dias.
38E Absalão fugiu e foi para Gesur, e ficou lá três anos.
39E [a alma do] rei Davi ansiava por ir até Absalão; pois ele foi consolado por Amnom, por estar morto.
e [o rei] Davi ansiava: Este é um versículo incompleto [que deve ser lido]: “E a alma de Davi ansiava”. Agora Targum Jonathan também traduz desta maneira: “E a alma de Davi ansiava” semelhante a: “ansiava e desejava כלתה) (נכספה וגם” (נכספה וגם) Sl 84:3), uma expressão de saudade.
pois ele foi consolado por Amnom: ele aceitou consolação.
1E Joabe, filho de Zeruia, sabia que o coração do rei (ansiava) por Absalão.
2E Joabe enviou a Tecoa e tomou dali uma mulher sábia; e ele lhe disse: “Por favor, finja estar em luto, e por favor, vista roupas de luto, e não se unte com óleo, mas seja como uma mulher que chorou muitos dias pelos mortos.
E Joabe enviou a Tecoa: Nossos rabinos disseram: “Porque ali se encontra azeite, [em abundância], ali se encontra sabedoria.”
3E venha até o rei e fale com ele desta maneira.” E Joabe pôs-lhe as palavras na boca.
4E a mulher de Tecoa falou ao rei, e caiu por terra, e prostrou-se; e ela disse: ‘Salve, O’ rei’.
5E o rei lhe perguntou: ‘O que há com você?’ E ela disse: ‘Verdadeiramente sou uma mulher [que é] viúva, e meu marido está morto.
verdadeiramente sou… uma viúva: Heb. אבל, na verdade.
6E sua serva tinha dois filhos, e ambos lutaram no campo, e não havia salvador entre eles, e um feriu o outro e o matou.
7E eis que toda a família se levantou contra a tua serva e disse: “Livra aquele que feriu a seu irmão, a quem ele matou, e assim destrói também o herdeiro; e assim apagarão a minha brasa que sobrou, para não deixar ao meu marido nome ou resto sobre a face da terra.”
8E o rei disse à mulher: “Vá para sua casa e darei ordens a seu respeito”.
9E a mulher de Tecoa disse ao rei: “Sobre mim, rei meu senhor, caia a iniquidade, e sobre a casa de meu pai; e o rei e seu trono serão inocentes.”
caia sobre mim a iniquidade: É um eufemismo por respeito a ele, como se dissesse: Você está me afastando ao dizer: darei ordens a seu respeito. Agora, se eu for embora e vocês não derem ordens a meu respeito, sobre quem recairá a iniqüidade?
10E o rei disse: “Quem falar com você, traga-o para mim, e ele não continuará mais a tocar em você.”
11E ela disse: “Eu te imploro, que o rei se lembre do Senhor teu Deus, para que os vingadores do sangue não destruam excessivamente, para que não destruam meu filho”. ; E ele disse: “Tão certo como vive o Senhor, se um fio de cabelo de teu filho cair na terra.”
lembre-se o rei do Senhor teu Deus: que se preocupou com a extensão do caminho [para as cidades de refúgio] para salvar vidas, como está escrito: “ Para que ele [o vingador] não o alcance porque o caminho é longo” (Deut. 19:6). Agora este é o significado de: “Para que o vingador do sangue não destrua excessivamente; e você [ainda] me afasta?”
12E a mulher disse: “Pode a tua serva falar uma palavra com meu senhor, o rei?” E ele disse: “Fale.”
13E a mulher disse: “Por que você pensou tal coisa sobre o povo de Deus? [agora, não considere] que o rei, ao falar esta palavra, o fez acidentalmente, para que o rei não traga de volta o seu banido.
pensou tal coisa sobre o povo de Deus.: Como você pensou tal coisa, ou seja, que você suspeitou que os israelitas viessem matar outro sem testemunhas nem [ obrigatório] aviso.
que o rei, ao falar esta palavra, o fez acidentalmente: Essa coisa que você decretou para os outros, ou seja, aquilo que você me disse: “nem um fio de cabelo do seu filho cairá”, agora que deixei claro para você que tudo se relaciona apenas com seus [próprios] dois filhos, não se arrependa de dizer: eu afirmei isso acidentalmente, e eis que estou me retratando, para que o rei não [ser forçado a] trazer de volta seu filho que foi banido dele e fugiu.
o rei falando: Eknon parlot em francês.
14Pois devemos morrer, e [somos] como a água que se derrama na terra e não pode ser recolhida novamente; e Deus não favorece uma alma, mas Ele inventa meios para que aquele que é banido não seja expulso Dele.
para morrer devemos: E esse castigo nos basta.
e Deus não favorece uma alma: e Deus não favorece uma alma do homem, desde a morte. Portanto, o rei deve conceber meios para que aquele que for banido não seja [permanentemente] expulso dele.
15E agora o meu motivo para ter vindo falar disto ao rei, meu senhor, [é] porque o povo me deixou com medo; e a tua serva disse: Falarei agora ao rei, talvez o rei cumpra o pedido da sua serva.
E agora, venho falar sobre isso ao rei: substituindo-o por mim e por meus filhos.
porque o povo me deixou com medo: Eles me assustaram e não procurei meu senhor a respeito de seu filho, para que ele não ficasse zangado comigo.
Vou falar agora: desta forma, pois talvez [o rei] se apresente, etc.
16Pois o rei ouvirá, para livrar sua serva das mãos do homem [que quer] destruir a mim e a meu filho juntos, fora da herança de Deus.
Pois o rei ouvirá, para livrar a sua serva das mãos do homem: que vem matar meu filho e destruir-nos juntos da herança de Deus.
17E disse a tua serva: ‘Que a palavra do rei, meu senhor, seja para consolação, pois como um anjo de Deus assim é meu senhor o rei, para discernir o bom e o mau; e o Senhor teu Deus esteja contigo’.”
para conforto: Uma vez que o rei tenha dado ordens a meu respeito, sua declaração [lit., palavras] trará conforto para meu filho, já que ele não se desviará de sua palavra ; pois ‘como um anjo de Deus assim é meu senhor’ e nem a ira nem o ódio o afastarão de sua declaração favorável.
18E o rei respondeu e disse à mulher: “Rogo-lhe que não me esconda nada do que eu lhe perguntar”. E a mulher disse: “Que fale, meu senhor, o rei.”
19E o rei disse: “A mão de Joabe está contigo em tudo isso?” E a mulher respondeu e disse: Tão certo como vive a tua alma, meu senhor, o rei, se alguém puder desviar-se para a direita ou para a esquerda de tudo o que meu senhor, o rei, falou, por causa do teu servo Joabe ele me ordenou, e ele coloque na boca da sua serva todas essas palavras.
se alguém puder: Heb. אש. Assim como אם יש, se houver alguém, ou היש, for aí alguém. Assim, com האש ביתרשע (Micha 6:10), “há ainda na casa dos ímpios? que é [idêntico a] היש.
20Para resolver o problema, seu servo Joabe fez isso; e meu senhor é sábio, de acordo com a sabedoria de um anjo de Deus para conhecer tudo o que há na terra.”
Para fazer com que: [para permitir que a história] evolua até que a questão do filho do rei seja levada a uma conclusão favorável.
e meu senhor é sábio: e você [portanto] entende que veio de Joabe.
21E o rei disse a Joabe: “Eis que você fez isso, agora vá trazer de volta o jovem Absalão”.
22E Joabe caiu com o rosto em terra e prostrou-se e abençoou o rei; e Joabe disse: “Hoje o teu servo sabe que achei graça aos teus olhos, meu senhor, ó’. rei, visto que o rei atendeu ao pedido do teu servo.”
23E Joabe se levantou e foi a Gesur, e levou Absalão a Jerusalém.
24E o rei disse: “Volte-o para sua casa, mas a minha face não o veja”. E Absalão voltou-se para sua casa, e não viu o rosto do rei.
25Ora, como Absalão, não houve homem em todo o Israel tão belo, que fosse tão [totalmente] louvável [pela beleza]; desde a planta dos pés até o alto da cabeça, não havia nele defeito algum.
26E quando ele raspou a cabeça – e era no final de cada ano que ele a raspava; porque o cabelo pesava nele, então ele o raspava – ele pesava o cabelo de sua cabeça em duzentos siclos, segundo o peso do rei.
27E a Absalão nasceram três filhos e uma filha, cujo nome era Tamar; e ela era uma mulher de bela aparência.
28E Absalão habitou em Jerusalém dois anos completos; e o rosto do rei ele não viu.
29E Absalão enviou a Joabe para enviá-lo ao rei; e ele não quis vir até ele; e ele mandou outra vez pela segunda vez, e ele não quis vir.
30E ele disse aos seus servos: “Vejam, o campo de Joabe está perto do meu, e ele tem cevada ali; vá e coloque fogo nele. E os servos de Absalão incendiaram o campo.
perto da minha: situado perto da minha propriedade, em um local onde posso danificá-la.
perto do meu: Anmesajjces em francês.
31E Joabe levantou-se e foi ter com Absalão, em sua casa, e disse-lhe: Por que os teus servos incendiaram o meu campo?
32E Absalão disse a Joabe: “Eis que mandei dizer-te: ‘Vem cá,’ para que eu possa enviá-lo ao rei para dizer: ‘Por que vim de Gesur?’ seria melhor para mim se eu ainda estivesse lá; e agora verei a face do rei; e se houver iniquidade em mim, mate-me.”
deixe-o me matar.: Deixe o rei me matar.
33E Joabe veio ao rei, e ele lhe contou; e ele chamou Absalão, e ele veio ao rei, e ele se prostrou diante dele sobre seu rosto para o terreno diante do rei; e o rei beijou Absalão.
1E aconteceu depois disso que Absalão fez para si uma carruagem e cavalos, e cinquenta homens corriam diante dele.
e cinquenta homens corriam diante dele: Todos tiveram o baço e a carne da sola dos pés cortada.
2E Absalão se levantava e ficava junto ao caminho da porta; e foi [quando] qualquer homem que tivesse um processo [devido] para ir ao rei para julgamento, então Absalão o chamou e disse: “De que cidade você é?” e ele disse: “De uma das tribos de Israel é teu servo”.
E Absalão ressuscitava: Todas as manhãs.
De uma das tribos de Israel é teu servo: De tal e tal tribo.
3E Absalão lhe disse: “Vede que as tuas palavras são boas e retas; mas não há nenhum dos [juízes] do rei para ouvi-los.”
4E Absalão disse: “Oh, quem me nomeará juiz na terra, e todo homem que tiver uma disputa ou demanda, virá a mim, então eu irei [certamente] faça justiça a ele.”
Eu certamente lhe faria justiça: Eu o julgaria com retidão.
5E acontecia que, quando um homem se aproximava para se prostrar diante dele, estendia a mão, segurava-o e beijava-o.
6E Absalão fez o mesmo com todos os israelitas que vieram ao rei para julgamento. E Absalão roubou o coração dos homens de Israel.
7E aconteceu ao fim de quarenta anos; e Absalão disse ao rei; “Permita-me ir, eu lhe imploro, e pagar meu voto que fiz ao Senhor em Hebron.
ao final de quarenta anos: [desde] que os israelitas solicitaram um rei a Samuel, aconteceu [esta] rebelião e queda [de prestígio] na monarquia .
permita-me ir, eu imploro: para Hebron.
e cumprir minha promessa: Nossos rabinos declararam: “Para buscar cordeiros em Hebron, pois havia cordeiros gordos lá.”
8Pois o teu servo fez um voto durante a minha estada em Gesur, na Síria, dizendo: ‘Se o Senhor me levar de volta a Jerusalém, então servirei ao Senhor’.”
9E o rei lhe disse: “Vá em paz.” E ele se levantou e foi para Hebron.
10E Absalão enviou espiões por todas as tribos de Israel, dizendo: “Assim que ouvires o som do shofar, então dirás: ‘Absalão é rei em Hebron’.”
11E foram com Absalão duzentos homens [que foram] convidados; e foram em sua inocência; e não sabia de nada.
que foram convidados e foram inocentes: Está explicado em T.P. Sotah que ele pediu a seu pai que escrevesse para ele que quaisquer duas pessoas que ele pedisse para ir com ele deveriam ir, e ele mostrou este [decreto] para duas pessoas aqui, depois para outras duas [em outro lugar], e assim ele o fez. muitas vezes.
12E Absalão mandou chamar Aitofel, o gilonita, conselheiro de Davi, da sua cidade, de Giló, para oferecer os sacrifícios. E a conspiração era forte, e o número de pessoas com Absalão aumentava constantemente.
13E o mensageiro veio a Davi dizendo: “Os corações do povo de Israel estão após Absalão”.
14E disse Davi a todos os seus servos que estavam com ele em Jerusalém: Levantai-vos e fujamos, porque não haverá escapatória para nós de Absalão. Vá rapidamente para que ele não se apresse e nos alcance, e traga sobre nós o mal, e fira a cidade ao fio da espada.”
15E os servos do rei disseram ao rei: “Tudo o que o rei, meu senhor, escolher, eis que os teus servos [estão prontos para fazer]”.
16E o rei saiu, e toda a sua casa estava logo atrás dele. E o rei conduziu as dez mulheres (que eram) concubinas para cuidar da casa.
17E o rei saiu, e todo o povo estava logo atrás dele: e eles permaneceram de pé na casa mais distante.
na casa mais distante: em um lugar distante.
18E todos os seus servos passaram ao lado dele, e todos os arqueiros e todos os fundeiros, e todos os geteus, seiscentos homens que vieram depois dele de Gate, passaram diante do rei.
ao lado dele: ele se levantou e eles passaram.
19E o rei disse a Itai, o giteu; ‘Por que você também vai conosco? volte e fique com o rei; pois você é estrangeiro e, se costuma vagar, [vá para] sua própria casa.
com o rei: com Absalão.
pois você é um estrangeiro: Agora fugimos sem provisão ou comida, e porque você é um gentio, você não encontrará [prontamente] [ninguém] de quem tenha pena.
e se você costuma vagar, [vá para] sua própria casa: e se você deseja se afastar do rei porque não deseja estar com ele, retorne para sua própria casa, pois não é aconselhável viajar comigo, já que [ainda] ontem você veio.
20[Apenas] ontem você veio, e hoje devo transportá-lo conosco, visto que vou aonde posso ir? Volte e leve de volta seus irmãos com você, (e faça) bondade e verdade (para com eles).”
e hoje devo transportá-lo conosco?: Pois não tenho lugar onde possa acomodá-lo para que você seja poupado, pois dia após dia vou aonde quer que seja. o acaso me leva. Quando ouço que os perseguidores estão aqui, corro para lá. Agora Jonathan também traduz אתה למקומך וגם גולה como: e se você costuma vagar, vá para sua própria casa.
bondade e verdade: Agradeço a gentileza e a verdade que você fez comigo.
21E Itai respondeu ao rei e disse: “Tão certo como vive o Senhor, e como vive o rei meu senhor, que no lugar onde o rei meu senhor seja para a vida ou para a morte, pois ali estará o teu servo.’
22E Davi disse a Itai: “Vá e passe”. E Itai, o giteu, passou e todos os seus homens e todos os pequeninos que estavam com ele.
vá e passe: com o resto do povo, visto que você não deseja se separar de mim.
23E toda a terra chorou em alta voz, e todo o povo passou; e o rei passou o ribeiro de Cedrom, e todo o povo passou para o caminho do deserto.
e todo o povo passou: do rei em diante. Como David estava parado, eles são chamados de passagem.
24E eis que veio também Zadoque, e todos os levitas com ele, levando a arca da aliança de Deus; e pousaram a arca de Deus, e Abiatar subiu até que todo o povo acabasse de sair da cidade.
estabelecido: Heb. ויציקו, semelhante a ויציגו, para definir, [conforme indicado por Tradução de Jônatas]: eles pousaram a arca. Eles o colocaram de lado e as pessoas passaram, pois Davi desejava carregá-lo consigo.
e Abiatar subiu até que todo o povo terminasse, etc.: Este é um versículo invertido: “Eles pousaram a arca de Deus até que todo o povo terminasse de passar! ”
subiu: Naquele dia ele [Abiatar] foi removido do [Sumo] Sacerdócio porque havia consultado o Urim e o Tumim, mas não foi atendido e Zadoque entrou em seu lugar. Assim aprendemos no Seder Olam e no Seder Yoma.
25E o rei disse a Zadoque: “Leva de volta a arca de Deus para a cidade; se eu achar favor aos olhos do Senhor, então Ele me trará de volta e me mostrará isso e Sua habitação.
26Mas se for assim, [Ele] diz: ‘Eu não quero você,’ eis que aqui estou; faça-o comigo o que parecer bem aos seus olhos.”
27E o rei disse ao sacerdote Zadoque: “Você (não) vê? volte em paz para a cidade, e Aimaás, seu filho, e Jônatas, filho de Abiatar, seus dois filhos, estarão com você.
Você [não] vê: Se você perceber que é um plano sensato, então volte para a cidade, etc.
Seus dois filhos [estarão] com você: Através deles você pode me informar sobre o que ouve da casa do rei e, com base em suas informações, poderei para [planejar uma] fuga.
28Veja, ficarei nas planícies do deserto, até que chegue uma mensagem sua para me anunciar.’
29E Zadoque e Abiatar devolveram a arca de Deus a Jerusalém, e ficaram lá.
30E Davi subiu pela subida do [monte das] oliveiras, chorando enquanto subia. E ele estava com a cabeça coberta e andava descalço; e (de) todas as pessoas que estavam com ele, cada homem cobriu a cabeça, chorando enquanto subiam.
pela subida das Oliveiras: pelo Monte das Oliveiras.
sua cabeça coberta: enrolada como um enlutado.
coberto: embrulhado.
31E [alguém] disse a Davi, dizendo: “Aitofel está entre os conspiradores de Absalão”. E Davi disse: “Torne tolo, eu te imploro, o conselho de Aitofel, ó”. Senhor.”
e [alguém] contou a David: e o informante contou a David.
entre os conspiradores: Heb. סכל, tornar o tolo frustrado [tornando o tolo] semelhante a: “E o tolo (והסכל ) multiplica suas palavras” (Ecl. 10:14).
32E Davi estava chegando ao topo onde se prostraria diante de Deus, e eis que em direção a ele [veio] Husai, o arquita, com a camisa rasgada e terra sobre os ombros. cabeça.
chegando ao topo: ao topo do monte.
onde ele se prostraria diante de Deus: Onde ele costumava se prostrar. Quando chegasse a Jerusalém, veria de lá a tenda que continha a arca e se prostraria.
33E Davi lhe disse: “Se você falecer comigo, você será um fardo para mim.
34Mas se você voltar para a cidade e disser a Absalão: ‘Eu O’ rei será seu servo, assim como eu era anteriormente servo de seu pai”, disse ele. e agora sou seu servo; então você poderá frustrar para mim o conselho de Aitofel.
assim como eu era anteriormente servo de seu pai: como se [estivesse escrito]: “e eu era anteriormente servo de seu pai”; pois é uma frase invertida.
35E não estás aí contigo Zadoque e Abiatar, o sacerdote? E será que tudo o que ouvirdes da casa do rei, contareis a Zadoque e a Abiatar, os sacerdotes.
36E eis que eles têm lá com eles seus dois filhos, Aimaás para Zadoque, e Jônatas para Abiatar, e através deles você me enviará tudo o que ouvir.” ;
37E Husai, o arquita, amigo de Davi, chegou à cidade, e Absalão [estava] vindo para Jerusalém.
(estava) vindo para Jerusalém: contemplava vir para Jerusalém.

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