
História Judaica
A igreja e o governo de Roma definiram a quarta-feira, 6 de março de 1430, como o dia em que todos os judeus de Roma deveriam se converter ou enfrentariam a morte. Naquele dia, um grande terremoto abalou Roma e muitos dos arcebispos e padres que conceberam o decreto foram mortos. Após o terremoto, o Papa Martinho V anulou o decreto.

Hayom yom
Birkat kohanim (pág. 268) evoca o Intelecto Divino. O “levantamento das mãos” (pelos kohanim ) é a elevação dos atributos emotivos (midot) . A bênção deles a Israel, “filhos dos reis”, 1 significa malchut . Assim, temos a configuração completa das Dez Sefirot . 2Compilado e organizado pelo
Lubavitcher Rebe, Rabi Menachem Mendel Schneerson , de abençoada memória, em 5703 (1943) das conversas e cartas do sexto Chabad Rebe,
Rabi Yosef Yitzchak Schneersohn , de abençoada memória.
NOTAS DE RODAPÉ
1.Compare Shabat 67a.
2.As Dez Sefirot , os dez atributos de D’us, são trazidos ao alcance da apreensão do homem pela Torá e mitsvot. Cada mitsvá tem seu papel, e aqui o Rebe descreve o efeito dos kohanim – bênção encontrada na lição Chumash de hoje.
Tehillim do Dia – Salmos
Capítulos 106-107
Salmo 106
Este Salmo continua o apanhado histórico do Salmo anterior. É muito mais que uma lição de história; ensina qual a lição a ser aprendida da história: a de que a presença e a benevolência de Deus estão sempre próximas dos que, se abrirem seus olhos, poderão vê-las. A mão de Deus estará sempre estendida para receber e apoiar o penitente, mesmo que tropece no pecado.
- Louvado seja o Eterno! Louvai ao Eterno porque imensa é Sua bondade e eterna Sua misericórdia.
- Quem encontrará palavras apropriadas para narrar Seus feitos poderosos? Quem apregoará todos os Seus louvores?
- Bem-aventurados todos os que cumprem Sua lei e agem com justiça em todos os momentos.
- Lembra-Te de mim, ó Eterno, quando favoreceres Teu povo, e concede-me Tua salvação
- para que eu possa participar da ventura dos Teus eleitos, regozijar-me com a alegria de Tua nação e glorificar-me com a Tua herança.
- Assim como nossos pais, pecamos também, praticamos iniqüidade e fomos perversos.
- Nossos antepassados no Egito não compreenderam Teus atos miraculosos, não mantiveram constante a lembrança de Tua imensa benignidade e contra Ti se rebelaram nas margens do Mar Vermelho.
- Apesar disto, Tu os salvaste pelo amor de Teu Nome, e para tornar patente perante todos Teu poder.
- Fez secar o Mar Vermelho ante Seu clamor e os conduziu por suas profundezas como se fora um deserto.
- O Eterno os salvou de seus opressores, redimiu-os das mãos de seus inimigos.
- As águas cobriram seus atormentadores e nenhum conseguiu escapar.
- Acreditaram, então, plenamente em Suas palavras e lhe elevaram cânticos de louvor.
- Muito depressa, porém, esqueceram Seus feitos e abandonaram Sua orientação.
- No deserto, deixaram-se dominar por desejos e naqueles ermos testaram a Deus.
- Ele atendeu seu pedido, mas não impediu que se enfraquecessem suas almas.
- No acampamento, invejaram tanto a Moisés quanto a Aarão, o consagrado do Eterno.
- Abriu-se a terra e tragou Datan e engoliu Aviram e seus seguidores.
- Fogo desceu sobre eles, uma chama queimou os ímpios.
- Fabricaram um bezerro em Chorev e ante sua imagem se prostraram
- Trocaram a glória do Eterno por uma estátua de um animal comedor de feno.
- Olvidaram Deus, seu Redentor, que realizou prodígios no Egito,
- maravilhas na terra de Cham e atos temíveis no Mar Vermelho.
- O Eterno os destruiria se não tivesse Moisés, Seu escolhido, se interposto perante Ele para aplacar Sua ira.
- Desprezaram depois a boa terra que lhes havia sido prometida, por não acreditarem em Sua palavra
- e, em suas tendas murmuraram lamúrias, não atendendo a voz do Eterno.
- Ele, então, ergueu Sua mão como símbolo do voto que fez, de deixá-los prostrados no deserto
- e de dispersar seus descendentes entre as nações da terra.
- Não hesitaram em juntar-se a Baal Peór e comer dos sacrifícios dos mortos.
- Seus atos provocaram ainda mais Sua ira e Ele os castigou com uma praga.
- Pinchás, porém, levantou-se contra esse comportamento e fez justiça com suas próprias mãos, fazendo assim cessar a praga.
- Seu zelo lhe foi creditado como um penhor de integridade, transmitido de uma geração à outra para todo o sempre.
- Eles novamente provocaram Sua ira nas águas de Meribá, e Moisés sofreu por sua causa,
- pois exasperaram seu espírito, levando-o a pronunciar palavras ásperas.
- Não destruíram as nações idólatras como lhes ordenara o Eterno,
- e sim misturaram-se a elas, copiaram seus atos,
- serviram seus ídolos, provocando, assim, sua própria ruína.
- Desceram a ponto de imolar aos demônios seus filhos e filhas
- cujo sangue inocente derramaram nestes sacrifícios aos ídolos de Canaã, contaminando, assim, a terra.
- Se impurificaram por seus atos, perderam-se por seu comportamento.
- E o Eterno mais e mais irou-Se com Seu povo e repudiou Sua herança.
- Entregou-os nas mãos de nações inimigas e foram dominados por aqueles que os odiavam.
- Seus dominadores os oprimiram e foram humilhados por seu poder.
- Por muitas vezes, Ele os resgatou mas, novamente, se rebelavam e eram abatidos por suas iniqüidades.
- Mas Ele Se apercebeu de sua angústia ao ouvir seu clamor.
- Lembrou de Sua aliança e, por Sua imensa misericórdia foi bondoso para com eles.
- Fez com que a piedade chegasse ao coração de seus captores.
- Ouviu seu brado: “Salva-nos, ó Eterno, nosso Deus! Recolhe-nos dentre as nações de nossa dispersão para que possamos novamente exaltar Teu santo Nome e dedicar glorificações em Tua honra.”
- Bendito seja o Eterno, Deus de Israel, de geração em geração; e todo o povo dirá Amen! Louvado seja o Eterno! Haleluiá!
Salmo 107
Este Salmo conclama os que experimentaram a salvação e a libertação (individual ou nacional) promovidas por Deus, a proclamar publica-mente sua gratidão. Eles devem proclamar que Sua benevolência dura para sempre. A bondade Divina se manifesta pela salvação e pelo próprio perigo, que tira a pessoa de sua complacência e instila nela a consciência do tropeço e desesperança, s não fosse o providencial cuidado divino.
- Louvai ao Eterno, porque Ele é bom; eterna é Sua misericórdia.
- Que o proclamem os que foram por Ele resgatados, os que Ele remiu das mãos dos inimigos
- e trouxe de terras distantes, do Oriente e do Ocidente, do norte e do sul.
- Alguns vagavam pelo deserto, por caminhos desolados e inóspitos, e não encontraram cidade alguma para nela se refazer.
- Famintos e sedentos, sua alma já parecia desfalecer.
- Clamaram em sua angústia ao Eterno e Ele os livrou de suas atribulações.
- Conduziu-os por um caminho reto a um lugar habitado.
- Louvai, pois, ao Eterno por Sua bondade e pelas maravilhas que realiza em favor dos seres humanos.
- Pois fartou a alma sedenta e satisfez com bondade a alma aflita.
- Outros jaziam nas trevas, sob as sombras da morte, presos em grilhões de ferro, oprimidos pela aflição,
- por terem se rebelado contra as palavras do Eterno e desprezado os desígnios do Altíssimo.
- Ele humilhou seu coração com árduos trabalhos; andavam aos tropeços e não encontravam quem os amparasse.
- Clamaram em sua angústia ao Eterno e Ele os livrou de suas atribulações.
- Tirou-os das trevas, libertou-os da sombra da morte e quebrou seus grilhões.
- Louvai, pois, ao Eterno por Sua bondade e pelas maravilhas que realiza em favor dos seres humanos.
- Pois escancarou as portas de bronze, despedaçando seus ferrolhos.
- Outros, ainda, insensatos que foram por seu caminho de transgressões e pelas iniqüidades que praticaram, são acossados por aflições.
- Sua alma não aceita conforto, seu corpo, alimento, e alcançam os portais da morte.
- Clamaram em sua angústia ao Eterno e Ele os livrou de suas atribulações.
- Sua palavra os curou e os preservou da destruição.
- Louvai, pois, ao Eterno por Sua bondade e pelas maravilhas que realiza em favor dos seres humanos.
- Tragam oferendas em ação de graças, e com júbilo exaltem Suas obras.
- Aqueles que em seus navios percorrem os mares comerciando sobre suas águas,
- percebem as obras do Eterno e vêem, nas profundidades, Suas maravilhas.
- Pois, ante Sua ordem, surgem ventos tempestuosos que encrespam as ondas,
- que se erguem para os céus e descem aos abismos, angustiando suas almas, derretendo sua coragem.
- Cambaleiam como ébrios, desvanece sua sabedoria, inútil é sua habilidade.
- Clamaram em sua angústia ao Eterno e Ele os livrou de suas atribulações.
- Ele faz cessar a tormenta e aquieta as ondas.
- Alegram-se, então, porque acabou a tempestade; Ele os conduz ao porto desejado.
- Louvai, pois, ao Eterno por Sua bondade e pelas maravilhas que realiza em favor dos seres humanos.
- Exaltem-No na congregação do povo e glorifiquem- No na assembléia dos anciãos.
- Pela maldade de seus habitantes Ele torna estéril a terra frutífera,
- converte rios em desertos e fontes de água em terra seca.
- Em contraste, pelos que o merecem, converte o deserto em lago, a terra seca em fontes de água.
- Ampara os famintos, para que edifiquem uma cidade para sua habitação;
- semeiam os campos e plantam vinhedos que proporcionam frutos copiosos.
- Abençoa-os e, por Sua bênção, se multiplicam em grande número mas nem por isto lhes falta gado,
- embora estivessem, há pouco, abatidos pela tristeza, opressão e aflições.
- Sobre os nobres que não seguem Seus ensinamentos derrama Seu desprezo e os faz vagar errantes por caminhos desertos.
- Aos humilhados pela opressão, porém, Ele eleva e torna numerosas suas famílias.
- Vendo isto, se alegrarão os justos e calar-se-ão os iníquos.
- Que disto se aperceba quem é sábio e compreenderá, então, a bondade misericordiosa do Eterno.
Chumash
Parashat Vayak’hel-Pekudei, 4ª Porção (Shemot (Êxodo) 38:1-39:1)
Fazendo o Altar Externo
Sétima Leitura (Quarta quando combinada) 38:1 Ele fez o Altar do sacrifício com painéis de madeira de acácia. Era quadrado, com cinco côvados de comprimento e cinco côvados de largura e três côvados de altura acima de sua borda .
2 Fez-lhe saliências nos seus quatro cantos superiores , formando uma só peça com ela, e cobriu todo o Altar com cobre.
3 Ele fez todos os utensílios do Altar: panelas, pás, bacias, garfos e braseiros; ele fez todos os seus implementos de cobre.
4 Fez para o Altar uma Grade de rede de cobre sob sua Orla decorativa, estendendo-se para baixo até o meio da altura do Altar .
5 Ele fundiu quatro argolas para as quatro bordas da grelha de cobre, como suportes para as varas.
6 Fez as varas de madeira de acácia e as cobriu de cobre.
7 Ele inseriu as varas nas argolas nas laterais do Altar, para que pudesse ser carregado com elas. Ele fez do Altar uma estrutura oca, de painéis.
Fazendo a pia
8 Ele fez a pia de cobre e sua base de cobre com os espelhos das legiões de mulheres que se reuniram na entrada da Tenda do Encontro para doar seus espelhos . Deus instruiu Moisés a usar este cobre para fazer a pia. Como as mulheres usaram esses espelhos para promover a harmonia conjugal, era apropriado usá-los para fazer a pia, pois uma suspeita de adultério bebe água da pia como parte do rito usado para demonstrar sua inocência e restaurar a harmonia conjugal entre ela e ela. marido. (Veja Números 5: 11-31, especialmente v. 17)
Fazendo as cortinas para o pátio
9 Ele fez o Pátio da seguinte forma : No lado sul, as cortinas de crochê do Pátio, feitas de linho retorcido, tinham cem côvados de comprimento.
10 Eles tinham vinte colunas com suas vinte bases de cobre. Os colchetes das colunas e suas faixas eram de prata.
11 No lado norte as cortinas de crochê também tinham cem côvados de comprimento, com suas vinte colunas e suas vinte bases de cobre. Os colchetes das colunas e suas faixas eram de prata.
12 No lado oeste havia cortinas de malha de cinquenta côvados de comprimento, com suas dez colunas e suas dez bases. Os colchetes das colunas e suas faixas eram de prata.
13 No lado leste, o recinto também tinha cinquenta côvados de comprimento, como segue :
14 havia quinze côvados de cortinas de malha ao longo de um flanco ao lado da entrada , com suas três colunas e suas três bases,
15 e da mesma forma ao longo do outro flanco – os flancos estando de cada lado da entrada do Pátio – havia quinze côvados de cortinas de crochê, com seus três pilares e suas três bases.
16 As cortinas de crochê que cercavam todo o Pátio eram feitas de linho retorcido.
17 As bases das colunas eram de cobre; os colchetes das colunas e as suas faixas eram de prata, e os seus topos eram revestidos de prata. Todos os pilares do Pátio foram enfeitados com prata.
Maftir 18 A Tela para a entrada do Pátio foi bordada com um tecido de fios compostos de seis fios cada um de lã turquesa, púrpura e escarlate e linho retorcido. Tinha vinte côvados de comprimento e sua largura era de cinco côvados de altura, como a largura das cortinas de crochê do Pátio.
19A cortina tinha quatro colunas com suas quatro bases de cobre; seus colchetes eram de prata, e seus topos e faixas eram revestidos de prata.
20 Todas as estacas para o Tabernáculo e para o pátio ao redor eram feitas de cobre.
pekudei
Gestão e Responsabilidade pelo Tabernáculo
38:21 Tendo concluído o relato de como os artesãos moldaram os vários componentes da estrutura do Tabernáculo, a Torá divaga para discutir quem deveria ser encarregado disso e observar seu papel crucial na vida espiritual do povo. Estas são as nomeações sobre o Tabernáculo. O Tabernáculo era um Testemunho do fato de que Deus havia perdoado o povo pelo pecado do Bezerro de Ouro e havia concordado em deixar Sua presença habitar entre eles . No entanto, Ele permitiria que Sua presença continuasse a habitar entre eles apenas enquanto mantivessem um certo nível de conduta moral; uma vez que eles iriam falhar a este respeito, o Templo(que eventualmente substituiu o Tabernáculo portátil) seria destruído, tomado por Deus como penhor para o arrependimento do povo. Isso aconteceria duas vezes na história do povo judeu.
As várias tarefas envolvidas na construção do Tabernáculo e todos os seus acessórios foram atribuídas primeiro por Moisés , pois era sua responsabilidade garantir que tudo fosse feito de acordo com as instruções de Deus . Moisés nomeou tesoureiros para supervisionar as doações de matérias-primas e artesãos do povo para fazer o trabalho. Será contado mais tarde em detalhes que depois que o Tabernáculo foi finalmente erguido e começou a funcionar, Deus instruiu Moisés a fazer o gerenciamento contínuo do Tabernáculo – desmontar, transportar, erguer e protegê-lo e seus móveis – o trabalho dos levitas . Especificamente, o trabalho de desmontar, transportar e erguer o próprio Tabernáculo deveria sersob a direção de Itamar, o quarto e mais novo filho de Arão, o sacerdote. Itamar dividiria essas tarefas entre as famílias levitas . O trabalho de transportar os móveis do Tabernáculo ficaria sob a direção do terceiro filho de Aarão, Eleazar .
22O artesão-chefe de Moisés, Betzalel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá , revelou-se tão perspicaz que, mesmo nos casos em que Moisés não lhe disse explicitamente o que Deus lhe disse para fazer, ele intuiu as instruções de Deus em seu próprio e assim cumpriu tudo o que Deus havia ordenado a Moisés.
23 Com ele estava Oholiav, filho de Achisamach, da tribo de Dan, artesão e tecelão, e bordador em turquesa, púrpura, e lã carmesim , e em linho.
24Para demonstrar como Moisés estava encarregado de todo o processo de construção do Tabernáculo, a Torá agora dá alguns exemplos das quantidades de matérias-primas que o povo trouxe para ele. Todo o ouro que foi usado para a obra, em todo o trabalho sagrado, isto é, o ouro da oferta movida, chegou a 29 talentos e 730 siclos, dos siclos sagrados (c. 1404 kg ou 3095 libras). . Essa quantidade de ouro não era suficiente para todo o ouro necessário para fazer os componentes do Tabernáculo, então Moisés — que era excepcionalmente rico — compensou a diferença com seus próprios fundos.
[ 25] A prata daqueles da comunidade que haviam sido contados – ou seja, os homens leigos entre vinte e sessenta anos – chegou a 100 talentos e 1.775 siclos, dos siclos sagrados (c. 4.828 kg ou 10.645 libras) :
26 um beka por cabeça, que é meio siclo dos siclos sagrados, para todos aqueles de vinte anos ou mais até sessenta anos que passaram pela linha dos contados no censo, 603.550 ao todo (ver Figura 88) .
27 Os cem talentos de prata foram usados para fundir as bases do Tabernáculo e as bases da Cortina: cem bases de cem talentos, um talento para cada base. Havia quarenta bases de cada lado do Tabernáculo, dezesseis na parte de trás, e quatro sob a cortina.
28 E com os 1775 siclos ele fez ganchos para os pilares do Pátio , cobriu seus topos e os amarrou. O povo doou muito mais prata além do meio siclo obrigatório.
[ 29] O cobre da oferta movida chegou a 70 talentos e 2.400 siclos.
30 Com ele fez as bases para a cortina na entrada da Tenda do Encontro, o Altar de cobre e sua Grade de cobre, e todos os utensílios do Altar,
31 as bases das colunas do Pátio ao redor e as bases do biombo na entrada do Pátio, todas as estacas do Tabernáculo e todas as estacas do Pátio ao redor. Mas a pia foi feita com os espelhos de cobre doados pelas mulheres, conforme descrito acima.
[ 39:1] Com a lã turquesa, púrpura e escarlate fizeram os panos de rede para uso no Tabernáculo, e também fizeram as vestes sagradas de Arão – como Deus havia ordenado a Moisés.
Tanya Diário
Likutei Amarim, final do capítulo 36
Um vislumbre desta revelação que acontecerá no futuro já foi experimentado – no momento da Entrega da Torá no Sinai ,
como está escrito: “Você demonstrou saber que D’us é o Eterno; não há nada além Dele”. Deuteronômio4:35
“Você realmente ‘se revelou’” (literalmente: “se fez visto”), indicando que a revelação foi de uma maneira [perceptível à] visão física.
Assim está escrito: “E todo o povo viu o trovão” — “Eles viram o que [normalmente] se ouve,”
Como nossos rabinos explicam: Êxodo 20:15 e Mechilta (citado em Rashi ) no verso Eles olharam para o leste e ouviram a fala [divina] saindo, dizendo : “Eu sou [D-us, seu Senhor],”
e assim também, voltando-se para os quatro pontos cardeais e acima e abaixo, eles ouviram as palavras vindas de todas as direções.
Conforme explicado também no Tikkunei Zohar : “Não havia lugar de onde Ele não falasse com eles.” Tikun 22 (64b)
Isso aconteceu porque nos Dez Mandamentos, Sua bendita vontade foi revelada,
uma vez que os Dez Mandamentos compreendem toda a Torá, que representa o aspecto interno de Sua vontade e sabedoria, onde não há “ocultação do Semblante” de qualquer espécie,
como dizemos em nossas orações : “Pois na luz de Seu Semblante, Você nos deu… uma Torá de vida.” Liturgia, Amidah ( Siddur Tehillat Hashem , p. 60; Edição Anotada , p. 53).
Portanto, eles, os judeus que estavam no Sinai, foram anulados para fora da existência, como nossos Sábios disseram: “A cada expressão [divina], sua alma fugia de seu corpo ,
mas D’us os restaurou com o orvalho com o qual Ele ressuscitará os mortos no Mundo Vindouro. ”
Este é o “orvalho” da Torá, que é chamado de “poder”; isto é, a Torá fornece a força que nos permite receber a revelação divina sem dissolver a existência, conforme explicado acima em referência à recompensa dos tzaddikim no Mundo Vindouro.
Da mesma forma, nossos Sábios observam: “Aquele que se dedica ao estudo da Torá, o orvalho da Torá o reviverá.”
Mas depois que a Torá foi dada, seu pecado fez com que eles e o mundo se tornassem brutos [novamente] – até o Fim dos dias, quando a “mão direita” de D’us ( ימין significando tanto “dias” quanto “certo”), ou seja, Seu poder, será revelado.
Então, a escória do corpo e do mundo será refinada e eles poderão receber a revelação da luz de D’us que brilhará sobre Israel por meio da Torá, que é chamada de “poder”.
Pela superabundância de luz que brilhará sobre o povo judeu, as trevas das nações também serão iluminadas,
como está escrito: “E as nações andarão à tua luz (do povo judeu) ,”
e também está escrito que as nações dirão ao povo judeu : “Casa de Jacó, vá, e caminharemos pela luz de D’us,”
e novamente: “E a glória de D’us será revelada, e toda a carne verá,”…
e: “Entrar nos buracos das rochas e nas fendas das rochas por temor a D’us e à Sua majestosa glória.”
Assim também oramos: “Aparece no majestoso esplendor do teu poder sobre todos os habitantes do mundo”, incluindo as outras nações.
Fonte: Chabad.org
Transcrição por Equipe Projeto Chassidus

