Arquivo mensal: março 2023

Para recontar o êxodo do Egito em Pessach

Aplicação aos gentios: Opcional


Punição obrigatória por violação: Nenhum


Descrição breve:
Contar a história completa da escravidão do povo judeu no Egito e sua redenção durante a primeira Pessach, incluindo todos os grandes milagres realizados por D’us naquela época. Este mandamento deve ser cumprido na primeira noite da Pessach, durante a refeição do Seder. As autoridades rabínicas estabeleceram um texto padrão, conhecido como Hagadah, que conta e explica essa história.
Quer um gentio escolha ou não abster-se de comer (mandamentos -197 e -198) ou possuir (mandamentos -200 e -201) alimentos fermentados durante Pessach para uma recompensa extra, ele pode optar separadamente por seguir este mandamento e recitar a Hagadah na primeira noite de Pessach, seja em um Seder ou sozinho, também para benefício espiritual – porque a redenção dos judeus e sua escolha para ser o sacerdócio de D’us para o mundo abriu a porta para a redenção final de toda a humanidade por retornando à teocracia das Sete Leis de Noahide.

Categoria: Mandamentos Opcionais


Fonte(s) bíblica(s) (Rambam): Ex. 13:8


Fonte bíblica (Sefer HaChinuch): Ex. 13:8
Número no Sefer HaChinuch: 21


Fontes que explicam a relevância para os gentios:

Rambam, Mishnê Torá, Korban Pessach 9:8
Um ben Noach pode participar do Seder (apesar da proibição de gentios comerem o próprio korban Pessach).

Terça Feira, 28 de Adar 5783

História

Decreto Contra a Circuncisão Ritual Rescindida (século II)

Nos tempos talmúdicos, o dia 28 de Adar costumava ser celebrado para comemorar a rescisão de um decreto romano contra a circuncisão ritual, o estudo da Torá e a guarda do Shabat. O decreto foi revogado pelos esforços do rabino Yehudah ben Shamua e seus companheiros rabinos. (Meguilat Taanit, Rosh Hashaná 19a)

Purim Cairo (1524)

Ahmed Pasha foi o governador do Egito sob Selim II “O Magnífico”, o sultão do Império Otomano. Ahmed conspirou para ceder do Império Otomano e declarar-se sultão do Egito. Ele solicitou a seu cunhador judeu, Abraham de Castro, que cunhasse uma nova moeda egípcia estampada com sua imagem. Em vez disso, De Castro foi para Constantinopla e informou Selim II sobre a trama de Ahmed.

Ahmed decidiu se vingar da comunidade judaica do Cairo. Ele prendeu muitos de seus líderes e ameaçou executá-los, a menos que recebesse um resgate escandalosamente alto.

Os judeus do Cairo jejuaram e oraram a D’us. Uma grande soma de dinheiro foi coletada, mas não se aproximou da quantia que Ahmed exigia. Antes das execuções planejadas, Ahmed visitou sua casa de banhos. Ao sair da casa de banhos, foi atacado e gravemente ferido por um grupo de seus próprios conselheiros e governadores. Ahmed escapou, mas depois foi capturado e decapitado.

A partir de então, os judeus do Cairo observaram o dia 28 de Adar como um dia de festa. Uma meguilá (rolo) especial escrita para comemorar o milagre era lida no Cairo todos os anos neste dia.


Tehillim do Dia – Salmos

Capítulos 135-139

Salmo 135

Este Salmo recorda os milagres do Êxodo e da jornada de Israel através do deserto, testemunhando que Deus criou o Universo, supervisiona e guia a história. Ele conclui que não vale a pena adorar nada exceto o Eterno.

  1. Louvado seja o Eterno! Louvai Seu Nome, servos do Eterno, louvai-O!
  2. Vós, que estais em Sua morada, nos átrios da casa de nosso Deus,
  3. louvai-o, porque Ele é bom. Entoai louvores a Seu Nome, e isto vos trará alegria.
  4. A Jacob escolheu para Si o Eterno, sim, a Israel como Seu tesouro entre todos os povos.
  5. Sei que grandioso é o Eterno, incomparavelmente acima de todos os deuses.
  6. O que Lhe aprouve Ele o fez, tanto no céu como na terra, no mar e em todos os abismos.
  7. Das extremidades da terra faz subir as nuvens; faz relâmpagos precederem as chuvas, e libera o vento de seus reservatórios.
  8. Ele foi Quem feriu os primogênitos no Egito, tanto dos homens quanto dos animais;
  9. foi também Quem realizou prodígios e enviou sinais de admoestação em ti, ó Egito, contra o Faraó e todos que o serviam;
  10. Ele destroçou muitas nações e exterminou reis poderosos, como
  11. Sichon, rei dos Amoreus, Og, rei de Bashan, e os de todos os reinos de Canaã;
  12. e sua terra deu como herança a Israel, Seu povo.
  13. Por todo o sempre há de subsistir Teu Nome, e a fama de Tua grandeza na memória de todas as gerações.
  14. Pois o Eterno julgará Seu povo, e enternecer-se-á em relação a Seus servos.
  15. Os ídolos das nações são de prata e ouro, produzidos pela mão dos homens.
  16. Eles têm boca mas não falam; têm olhos mas não vêem;
  17. têm ouvidos mas não escutam; e não há alento de vida em qualquer deles.
  18. A eles se assemelham os que os fabricam, e os que neles depositam sua confiança.
  19. Quanto a ti, casa de Israel, bendize o Eterno; casa de Aarão, bendize o Eterno,
  20. casa de Levi, bendize o Eterno; e vós todos, que temeis somente ao Eterno, bendizei-o.
  21. De Tsión seja bendito o Eterno que habita em Jerusalém. Louvado seja o Eterno. Haleluiá!

Salmo 136

Os 26 versículos deste Salmo aludem à misericórdia Divina, pois 26 gerações antes que a Torá fosse outorgada, Deus proveu a todos os seres vivos a partir de Sua misericórdia. Depois da outorga da Torá, o ser humano começou a conquistar seu merecimento ao cumprir os mandamentos. Além disto, o valor numérico do Nome Inefável – que representa a misericórdia Divina – é 26.

  1. Rendei graças ao Eterno porque ele é bom; porque eterna é Sua misericórdia.
  2. Louvai ao Deus dos deuses, porque eterna é Sua misericórdia.
  3. Rendei graças ao Senhor de todos os senhores, porque eterna é Sua misericórdia;
  4. Àquele que sozinho realizou grandes maravilhas, porque eterna é Sua misericórdia.
  5. Àquele que com sabedoria criou os céus, porque eterna é Sua misericórdia;
  6. Àquele que estendeu a terra sobre as águas, porque eterna é Sua misericórdia;
  7. Àquele que criou os grandes astros, porque eterna é Sua misericórdia;
  8. O sol para reinar no dia, porque eterna é Sua misericórdia;
  9. a lua e as estrelas para governarem à noite, porque eterna é Sua misericórdia;
  10. Àquele que feriu os primogênitos dos egípcios, porque eterna é Sua misericórdia;
  11. e que de seu meio retirou Israel, porque eterna é Sua misericórdia;
  12. com a força do braço e mão poderosa, porque eterna é Sua misericórdia;
  13. Àquele que em doze partes dividiu o Mar Vermelho, porque eterna é Sua misericórdia,
  14. e através dele fez passar a Israel, porque eterna é Sua misericórdia;
  15. e ao Faraó e seu exército precipitou naquele mar, porque eterna é Sua misericórdia;
  16. Àquele que pelo deserto conduziu Seu povo, porque eterna é Sua misericórdia;
  17. Àquele que abateu reis poderosos, porque eterna é Sua misericórdia;
  18. e as vidas destes exterminou, porque eterna é Sua misericórdia;
  19. de Sichón, rei dos Amoreus, porque eterna é Sua misericórdia;
  20. de Og, rei de Bashán, porque eterna é Sua misericórdia;
  21. e sua terra doou como herança, porque eterna é Sua misericórdia;
  22. a Seu povo, Israel, porque eterna é Sua misericórdia;
  23. Àquele que de nós se lembrou quando estávamos indefesos, porque eterna é Sua misericórdia,
  24. e nos salvou dos nossos adversários, porque eterna é Sua misericórdia;
  25. é Ele quem fornece alimento a todos os seres vivos, porque eterna é Sua misericórdia.
  26. Rendei graças ao Deus dos céus, porque eterna é Sua misericórdia.

Salmo 137

Deus permitiu ao Rei David ter visões proféticas da destruição dos dois Templos. Mas a destruição e o exílio para terras estrangeiras e distantes não autoriza o judeu a promover causas e culturas estrangeiras. Apesar de suas errar pelo mundo, a missão do judeu permanece arraigada ao coração de Jerusalém, promovendo a Torá, seus mandamentos e o conhecimento de Deus no mundo. Se não agir assim, todas suas prodigiosas habilidades podem muito bem ser esquecidas.

  1. Às margens dos rios da Babilônia, nos sentávamos e chorávamos, lembrando de Tsión.
  2. Sobre seus salgueiros, penduramos nossas harpas,
  3. pois os que nos capturaram nos exigiam canções, e nossos atormentadores pretendiam que os alegrássemos, dizendo: “Cantai para nós algum dos cânticos de Tsión.”
  4. Como poderíamos entoar o cântico do Eterno em terra estranha?
  5. Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, que perca minha destra a sua destreza!
  6. Que se cole minha língua ao palato, se não me lembrar sempre de ti, se não mantiver a recordação de Jerusalém acima da minha maior alegria.
  7. Quanto aos filhos de Edom, lembra contra eles o dia da destruição de Jerusalém, porque diziam: “Arrasai-a, arrasai-a até seus alicerces.”
  8. Ó filha da Babilônia, destinada estás a ser devastada; bem-aventurado será aquele que retribuir a ti todo o sofrimento que nos infligiste.
  9. Sim, bem-aventurado será aquele que teus filhos esmagar contra uma rocha.

Salmo 138

Vive na realidade quem vive consciente de que Deus é onipotente e intimamente próximo dos que O procuram. Vivem num mundo de fantasia os iludidos com a falsa sensação do poder e da invencibilidade humanas.

  1. De David. De todo meu coração hei de agradecer-Te e, na presença dos poderosos, canções de louvor entoarei para Ti.
  2. Ante Teu sagrado santuário hei de prostrar-me e render graças a Teu Nome por Tua bondade e Tua fidelidade, pois alargaste Tua promessa acima de todo o limite.
  3. Quando a Ti clamei, me atendeste e revigoraste minha alma.
  4. Ao ouvir Tuas palavras, agradecer-Te-ão e louvarão todos os reis da terra.
  5. E cantarão nos caminhos do Eterno, exaltando a imensidão de Sua glória.
  6. Mesmo das alturas, o Eterno se apercebe dos humildes e adverte os arrogantes.
  7. Mesmo que eu atravesse atribulações, serei por Ti reanimado; contra a cólera de meus inimigos estenderás Tua Destra e ela me salvará.
  8. Possa o Eterno me favorecer. Ó Eterno, perpétua é Tua misericórdia; não abandones, pois, a obra de Tuas mãos!

Salmo 139

A Onisciência e Onipotência de Deus são absolutas. Ele conhece intimamente os pensamentos mais recônditos de cada ser humano. Ele sabe perfeitamente se a pessoa é um piedoso sincero ou um impostor.

  1. Ao mestre do canto, um salmo de David. Ó Eterno, Tu perscrutas meu íntimo e me conheces totalmente.
  2. Sabes quando me sento ou levanto e antecipas meu pensamento onde quer que eu esteja.
  3. Estás comigo quando repouso ou caminho, e Te são conhecidos todos os meus passos.
  4. Antes que eu venha a pronunciar uma palavra, ela já é conhecida pelo Eterno.
  5. De todos os lados e em todos os tempos me amparas e sobre mim estendes Tua mão protetora,
  6. embora eu não possa compreender como nem porquê.
  7. Para onde eu poderia ir se me quisesse afastar de Teu espírito? Como poderia fugir de Tua Presença?
  8. Se aos céus eu ascendesse, lá Te encontraria, e se às profundezas me lançasse, também lá estarias.
  9. Se com as asas da aurora eu me puser a voar, e se aos confins dos mares eu me dirigir,
  10. Tua Mão me continuará a conduzir e Tua Destra a me sustentar.
  11. Se eu disser: “Certamente a escuridão me há de ocultar”, eis que à minha volta se iluminará a noite.
  12. De Ti nada encobrem as trevas e para Ti brilha a noite como o dia, pois luz e trevas são para Ti iguais
  13. Minha mente foi por Ti criada, e no seio de minha mãe me formaste.
  14. Louvar-Te-ei por me teres tão maravilhosamente plasmado, pois admiráveis são todas as Tuas obras como bem o sabe minha alma.
  15. De Ti não esteve oculta minha essência quando em segredo fui gerado; nos recônditos da terra fui moldado.
  16. Teus olhos fitaram meu ser ainda disforme, pois em Teu livro estão registradas todas as criaturas que, a seu tempo, serão criadas. Para o Eterno, entretanto, todas são como se fossem somente uma.
  17. Quão valiosos são para mim Teus pensamentos e quão vastos!
  18. Se pretendesse contá-los, perceberia serem mais numerosos que os grãos da areia, pois, mesmo ao terminar, continuaria a estar contigo, ó Eterno!
  19. Se destruísses os malévolos, ir-se-iam de mim os sanguinários,
  20. que pronunciam Teu Nome para intrigas e O usam em vão.
  21. Repudio os que Te odeiam e combaterei os que contra Ti se levantarem.
  22. Eu os abomino e verdadeiramente os considero meus inimigos.
  23. Analisa-me, ó Eterno! Perscruta meu coração, testa-me e esquadrinha meus pensamentos.
  24. E se vires em mim um mau caminho, guia-me ao caminho certo.

Chumash

Parashat Vayikra, 3ª Porção (Vayikra (Levítico) 2:7-16) 

Vayikra (Levítico) Capítulo 2

Terceira leitura 7 Se o seu sacrifício for oferta de cereal frita em frigideira funda, deverá ser feita com um décimo de efa de farinha de trigo misturada com um log 61 de óleo Aqui, também,  a farinha é primeiro colocada em um recipiente contendo algumas das toras necessáriasde óleo; é então misturado com um pouco mais desse óleo e amassado em dez pães. Mas como neste caso a panela é funda, sobrará óleo suficiente para amolecer a massa, de modo que os pães resultantes serão elásticos e, portanto, tremerão. Depois de fritar os pães, parta cada um ao meio e depois cada uma das metades em quartos, para que mais tarde o sacerdote possa retirar facilmente a porção memorial.  Depois disso, despeje o restante do log de óleo sobre eles.

Assim, você deve trazer a Deus a oferta de cereal que será feita de qualquer uma dessas cinco preparações de farinha Em cada caso, o ofertante deve trazê-lo ao sacerdote, e o sacerdote deve trazê-lo para perto do canto sudoeste do Altar.

9 O que foi dito acima  sobre a oferta de cereal não cozida se aplica a todos esses tipos de ofertas de cereal: O sacerdote deve levantar o punhado memorial da oferta de cereal e queimá-lo no Altar. A retirada da porção memorial da mistura de farinha ou dos pães partidos deve ser feita com a intenção de que seja uma oferta queimada , ou seja, destinada a ser consumida pelo fogo, e que seja agradável a Deus.

Geralmente são os pobres que trazem ofertas de grãos, pois isso é tudo o que podem pagar. No entanto, porque seu sacrifício pessoal (ao oferecer seu único alimento) é maior do que o daqueles que podem oferecer sacrifícios mais caros, Deus aprecia especialmente sua oferta, considerando-a como se eles tivessem oferecido a si mesmos. 

10 Da mesma forma, o restante de cada oferta de cereal será tratado da mesma forma que o restante da oferta de cereal não cozida : pertencerá aos sacerdotes: primeiro Arão (ou depois dele, o então atual sumo sacerdote) pegue qualquer porção que ele escolher, e então seus filhos (ou depois deles, os sacerdotes oficiantes  ) pegarão o que sobrar, dividindo-o entre si No entanto, sua porção ainda é considerada uma oferta de santidade superior e, portanto, eles só podem comê-la deo momento em que a porção memorial foi queimada no Altar como uma das ofertas de fogo de Deus.

Se, porém, o próprio ofertante for sacerdote, toda a sua oferta de cereal deverá ser queimada; nada disso pode ser comido.  No entanto, óleo e incenso ainda devem ser adicionados à farinha. 

11 Nenhuma oferta de cereal que você oferecer a Deus pode ser feita de qualquer coisa levedada, pois você não deve queimar nenhum fermento ou qualquer fruta doce como uma oferta queimada a Deus.

12 Existem, de fato, dois casos em que você é obrigado a trazer ofertas de agentes de fermentação e frutas doces a Deus , cada uma das quais é uma oferta do primeiro de seu produto: (a) a primeira oferta da colheita anual de trigo deve ser os dois pães fermentados trazidos pela comunidade em Shavuot ,  e (b) as primícias dos sete tipos de plantas mencionadas como distintivas da Terra de Israel  — que incluem figos e tâmaras, cujo suco é doce — devem ser trazidos por cada agricultor.  No entanto, como você verá quando as leis dessas ofertas forem dadas em detalhes, essas ofertas não subam ao Altar para serem queimados como ofertas queimadas para agradar a Deus .

13 Você deve salgar cada um dos seus sacrifícios de oferta de cereal. Você não deve omitir o sal da aliança de seu Deus (que Ele fez com sal no segundo dia da Criação  ) de ser colocado sobre suas ofertas de cereal. De fato, você deve oferecer sal em todos os seus sacrifícios , ou seja, nas oferendas de animais (que são totalmente queimadas no Altar) e nas porções de outras ofertas de animais que são queimadas no Altar .

14 Os dois pães recém-mencionados trazidos em Shavuot são de fato a primeira oferta trazida da colheita anual de trigo; porém, são precedidas pela primeira oferenda trazida da colheita anual da cevada, que ocorre mais cedo. Este é o omer de cevada trazido no segundo dia da Pessach . Quando você trouxer esta oferta de grãos de primícias a Deus, você deve trazer sua primeira oferta de grãos de cevada , assim que amadurecer. Os grãos devem primeiro ser torrados no fogo para depois serem moídos em farinha, pois as cascas de cevada nesta fase ainda estão cheias e os grãos são macios .

15 Você deve colocar óleo sobre ele e colocar incenso sobre ele , pois é uma oferta de cereal como qualquer outra a esse respeito .

16 Então, o sacerdote deve agitá-lo,  trazê-lo para o canto sudoeste do Altar, e então queimar seu punhado memorial , que ele deve tirar da massa composta de sua farinha moída e de seu óleo, juntamente com todo o seu incenso , que é coletado separadamente A retirada da porção memorial da massa deve ser feita com a intenção de que seja uma oferta queimada a Deus , ou seja, destinada a ser consumida pelo fogo O restante do omer é comido pelos sacerdotes.

O restante das leis relativas às ofertas de grãos será dado mais tarde. 


Terça: Elevando os Quatro Reinos

Terceira Leitura: Levítico 2,7-16

Todos os sacrifícios eram salgados pouco antes de serem queimados no Altar.

עַל כָּל קָרְבָּנְךָ תַּקְרִיב מֶלַח: (ויקרא ב:יג)

[D’us disse a Moshê:] “Você deve oferecer sal em todos os seus sacrifícios.” Levítico 2:13

Todos os quatro reinos da criação são incorporados nos sacrifícios: o sal é o elemento mineral; o azeite, o vinho e a farinha que acompanham os sacrifícios são o elemento vegetativo; o próprio animal é o elemento animal; a pessoa que oferece o sacrifício e o sacerdote que oficia o sacrifício são o elemento humano. Por meio desses representantes, o sacrifício eleva todos os quatro reinos da criação à santidade.

Da mesma forma, a comida animal e vegetal que comemos é nosso próprio “sacrifício” pessoal, pois ao comê-la, nós a transformamos no combustível que nos permite cumprir os mandamentos de D’us, elevando-a assim à santidade. Nesse contexto, nossas mesas são nossos “altares” pessoais. Tradicionalmente, o pão que comemos é primeiro mergulhado em sal. Desta forma, elevamos todos os quatro reinos da criação à nossa mesa, assim como eram nos sacrifícios. 1

NOTAS DE RODAPÉ

1.Sefer HaMa’amarim 5745, pp. 3, 129


Tanya

Likutei Amarim, meio do capítulo 37

À luz do exposto, onde foi explicado que a qualidade distintiva das mitsvot “ativas” reside em seu efeito de elevação no corpo e na alma vital, podemos entender por que nossos Sábios exaltaram tanto a virtude da caridade, declarando-a igual à todas as outras mitsvot juntas. 12

Em todo o Talmud De Jerusalém, a caridade é chamada simplesmente de “O Mandamento”, pois essa era a expressão idiomática comumente usada para se referir à caridade: “O Mandamento”,

porque a caridade é o cerne de todas as mitsvot de ação e supera todas elas.

Pois o propósito de todas essas mitsvot é apenas elevar a alma animal a D’us, uma vez que é essa alma vital que as cumpre e se veste nelas,

de modo a ser absorvido na abençoada luz Ein Sof vestida neles.

Agora, você não encontrará nenhuma outra mitsvá na qual a alma vital esteja vestida da mesma forma que na mitsvá da caridade.

Pois em todas as outras mitsvot, apenas uma faculdade da alma vital é vestida (por exemplo, a faculdade de ação na mão que coloca tefilin ou segura um etrog ), e mesmo esta faculdade é vestida na mitsvá apenas enquanto a mitsvá está sendo cumprida .

No caso da caridade, porém, que se dá com o produto do trabalho de suas mãos,

certamente toda a força de sua alma vital está vestida (ou seja, aplicada) no esforço de seu trabalho ou em qualquer outra ocupação pela qual ele ganhou esse dinheiro que agora distribui para caridade.

Assim, quando ele dá à caridade este dinheiro ao qual ele aplicou toda a força de sua alma vital, toda a sua alma vital ascende a D’us. Daí a superioridade da caridade sobre outras mitsvot .

Mesmo aquele que não ganha seu sustento com seu trabalho, no entanto, uma vez que poderia ter comprado com esse dinheiro que deu para o sustento da caridade para a vida de sua alma vital, ele está realmente dando a vida de sua alma a D’us na forma de caridade. . Assim, a caridade compreende e, portanto, eleva mais energia da alma vital do que qualquer outra mitsvá.

É por isso que nossos Sábios disseram que a caridade apressa a redenção messiânica 13 :

Pois com um ato de caridade, eleva-se muito da alma vital, mais de suas faculdades e poderes, de fato, do que ele poderia elevar por meio de muitas outras mitsvot ativas [combinadas]. Conforme mencionado anteriormente neste capítulo, a Era Messiânica é resultado de nossos esforços em purificar e elevar a alma vital; a caridade, que efetua essa elevação em tão grande medida, acelera a redenção.

NOTAS DE RODAPÉ

12.Bava Batra 9a.

13.Ibid. 10a.


Perguntas e Respostas Sobre a Leitura da Parsahat


e cada oferta de refeição você deve temperar com sal, e você não pode interromper o sal do pacto do seu guia na refeição- oferta. Em todos os seus sacrifícios você deve oferecer sal. (2:13)

PERGUNTA: Por que todos os sacrifícios eram salgados?

RESPOSTA: O mundo é dividido em três partes: terra habitada, desertos e águas (ver Pessachm 94a, Tosafot ). O Beit Hamikdash foi construído em terras habitadas. A Torá foi dada no deserto. As águas imploraram que também lhes fosse dada alguma conexão com a santidade. Para aplacar a água, Hashem ordenou que o sal (que é um derivado da água salgada) fosse colocado em todos os sacrifícios, e que a água fosse derramada no altar durante Sucot .

(רבינו בחיי)

PERGUNTA: Nos tempos contemporâneos, a mesa de uma pessoa é comparada a um altar ( Chagigah 26a). Portanto, é costume mergulhar no sal o pão sobre o qual fazemos “ hamotzi ” . Por que é mergulhado três vezes? (Ver Shulchan Aruch Harav 167:8.)

RESPOSTA: O mundo se sustenta em três pilares: estudo da Torá, serviço a D’us [ karbanot — sacrifícios] e atos de bondade ( Pirkei Avot 1:2). O sal está conectado com estas três coisas:

1) A maneira de obter sucesso no estudo da Torá é limitar-se a comer apenas “pão com sal” Pirkei Avot 6:4).

2) Sal foi usado no Beit Hamikdash em todas as oferendas.

3) O sal é um conservante. Nossos Sábios aconselham, “melach mamon chaseir” – se alguém quiser “salgar” (preservar) seu dinheiro, ele deve dar uma porção para tsedacá (Ketuvot 66b).

A palavra hebraica “lechem” denota a fonte de nosso sustento físico, como diz o rei Davi : “O pão sustenta o coração do homem” ( Salmos 104:15) . Além disso, é também uma analogia ao nosso sustento espiritual, como diz o rei Shlomo , “Lechu lachamu belachmi” — “Nutri-te com o meu pão” — ou seja, Torá ( Provérbios 9:5) .

Mergulhar o pão três vezes no sal transmite a mensagem de que o bem-estar material e espiritual de uma pessoa depende dos três pilares sobre os quais o mundo se sustenta.

(הגש”פ ע”פ ילקוט שמעוני בשם וילקט יוסף, ועי’ היום יום י’ אייר, ובבן איום יום י’ אייר, ובבן איש ח ובבן איש ח ובבן איש ח )


Zohar Diário

Baseado no Zohar Vayikra 4a

O rabino Yehuda [faz uma distinção com R. Hiya de ontem] disse: ” Comam, ó queridos entes queridos, e bebam; bebam profundamente, ó companheiros amorosos.” (Cânticos dos Cânticos 5:1) Estes são todos aqueles que soluçam e lamentam [Os mestres do Shofar soam Teruah e Shevarim , os anjos de Yetzira e Asiya ] porque foram todos adoçados e abençoados juntos [no dia em que o Mishkan foi estabelecido up] porque todos eles desfrutaram da festa do rei [ou seja, eles foram abençoados por meio das ofertas de sacrifício]. Quando todos comem [e recebem recompensa] ? Quando o Rei vier alegremente. Portanto, o Rei fica feliz e Ele primeiro alegra a Rainha [a Shechiná ] . Então todos comem e se alegram .

O rabino Aba [oferece uma terceira visão sobre o versículo e] disse: ” Coma, ó queridos amados, e beba; beba profundamente, ó companheiros amorosos” Esses [companheiros] são as seis [ sefirot de chesed a yesod ] que temos declarou. É a respeito deles que afirma: ” O rei me trouxe para seus aposentos”. (Cânticos dos Cânticos 1:4) “Bebam profundamente, ó companheiros amorosos ” desse vinho [preservado] [preservado desde a Criação do Mundo 1 ] que sacia tudo. Rabi Elazar [na visão de R. Hiyya de ontem] diz sobre todos os seres inferiores [ou seja, os anjos de Beriya , Yetzira Asiya ] uma vez que essas seis [ sefirot de Atzilut ] são abençoadas [como aprendemos lá] , todos esses seres inferiores são abençoados.

Rabi Shimon disse: Tudo isso está bem [pois há 70 faces da Torá ] , mas o significado secreto é ” Coma, ó queridos e amados “ [refere-se àqueles] Acima e ” beba profundamente, ó companheiros amorosos “ [refere-se àqueles ] abaixo. O rabino Elazar disse a ele: Quem são aqueles acima e quem está abaixo? Rabi Shimon disse a ele: Você pediu bem, pois Acima se refere a um lugar elevado onde eles estão em união e alegria e aqueles que nunca se separam são chamados de ” queridos amados”. Assim, está escrito: ” E um rio [ bina , que sempre dá fartura]saiu do Éden ” _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ sefirot inferiores, tiferet e malchut ] , que são chamados de ” companheiros amorosos “ , [pois estão conectados apenas] em determinados momentos e nem sempre. Isso foi explicado.

Venha e veja: Com relação aos de cima, encontramos escrito apenas comendo, mas não bebendo. Qual é a razão? É porque quem tem garrafas de vinho precisa comer [para absorver o vinho] . E uma vez que lá [Acima] está o vinho preservado [e assim eles têm um fluxo contínuo de fartura] , portanto, [especificamente] comer é mencionado por eles [para despertá-los para atrair o fluxo de fartura] . No entanto, em relação àqueles abaixo que precisam de irrigação [o fluxo de generosidade do Alto] , a bebida é mencionada, pois todas as plantações [as 6 sefirot ] precisam de irrigação do Rio Profundo [ bina ]; portanto, menciona comer. Por estas [as sefirot superiores , onde a alimentação é especificamente mencionada] a bebida também é inferida e por estas [as sefirot inferiores , onde a bebida é especificamente mencionada] a alimentação também é inferida. Estes [primeiros] são ” queridos entes queridos “, enquanto os outros [os últimos] são ” companheiros amorosos “.

O rabino Elazar disse a ele: Parece que os ” companheiros amorosos ” estão apaixonados, então por que eles estão abaixo? Rabi Shimon disse que eles se desejam, mas nem sempre estão juntos. Portanto, eles são chamados de companheiros amorosos. Aqueles que estão constantemente e nunca se escondem ou se separam uns dos outros são chamados de queridos entes queridos . Portanto, os queridos entes queridos estão em boa vontade e união constantemente e os companheiros amorosos estão em desejo às vezes [quando não estão juntos] . E esta é a conclusão de tudo para que a Congregação de Israel malchut ] seja abençoada. Então a alegria prevalece em todos os mundos.

BeRahamim LeHayyim : O que isso significa para você e por que é revelado agora?

Uau, há um monte de agitação acontecendo! Acima encontramos o segredo de comer e beber e como isso se relaciona com as emanações celestiais. A cada mordida e a cada gole que tomamos, mundos são literalmente reparados.. Energias são curadas. Domínios são construídos. Dá vontade de refletir antes de consumir. Nu ?!

Shabbos, 25 Adar 5783

Chumash

Parashat Vayak’hel-Pekudei, 7ª Porção (Shemot (Êxodo) 40:1-40:38) 

A Ordem para Erguer o Tabernáculo

Quinta Leitura (Sétima quando combinada) 40:1 Deus falou a Moisés, dizendo:

 Você terá que erguer o Tabernáculo durante a semana dos ritos de posse para realizar esses ritos. Mas isso não constituirá a ereção oficial do Tabernáculo como tal; isso será indicado pelo fato de que você desmontará o Tabernáculo todos os dias durante esta semana e também pelo fato de que você poderá erguê-lo e desmontá-lo por uma equipe de trabalhadores em vez de por uma pessoa. Mas no dia seguinte, o primeiro dia de Nisan , o primeiro mês , você mesmo erguerá o Tabernáculo, a Tenda do Encontro , e o deixará de pé Somente você pode realizar esta construção oficial do Tabernáculo; embora você estivesse isento até agora de qualquer trabalho envolvendo a construção do Tabernáculo,  reservei para você sua construção oficial. As pessoas estavam corretas ao supor que erguer o Tabernáculo fazia parte do comando para construí-lo, mas não foi porque eles foram enfraquecidos pelo incidente do Bezerro de Ouro que eles não puderam levantar as tábuas: as tábuas são realmente muito pesadas para uma pessoa para levantar naturalmente. Eles estavam, portanto, certos em trazer tudo para você.  Moisés então perguntou: “Mas como levantarei sozinho as tábuas?” Deus respondeu: “Não se preocupe; você se dedicará à tarefa e eu o ajudarei a realizá-la. 

3Depois de ter erguido a estrutura, você deve colocar lá a Arca do Testemunho, e você deve cobrir a Arca com a Cortina.

Trarás a mesa e porás o arranjo dos pães da proposição , e introduzirás o candelabro e acenderás as suas lâmpadas.

Você deve colocar o Altar de incenso de ouro na frente da Arca do Testemunho, e você deve colocar a cortina de entrada para o Tabernáculo.

Colocarás o Altar do sacrifício em frente à entrada do Tabernáculo, a Tenda do Encontro.

Então colocarás a Pia entre a Tenda do Encontro e o Altar, e deitarás água nela.

Você deve preparar o Pátio ao redor e colocar a Tela para a entrada do Pátio.

Tomarás o óleo da unção e ungirás o Tabernáculo e todo o seu conteúdo; assim o santificarás e todos os seus utensílios, tornando-o santo.

10 Ungirás o Altar de sacrifício e todos os seus utensílios; você assim santificará o Altar, fazendo com que o Altar se torne o santo dos santos .

11 Ungirás a pia com sua base e assim a santificarás.

12 “Você deve trazer Arão e seus filhos à entrada da Tenda do Encontro e mergulhá-los na água de um mikveh .

_ _ No dia 1º de Nisan , porém, eles começarão a oficiar como sacerdotes, para que, a princípio, possam se vestir sozinhos. No entanto, você ainda deve vestir Aaron uma última vez com as vestes sagradas e ungi-lo, e assim você o santificará e ele ministrará a Mim.Uma vez que são as ofertas de Arão neste dia que farão com que Minha presença seja revelada no Tabernáculo, cumprindo assim o propósito de sua construção, e a construção do Tabernáculo está sob sua responsabilidade, você deve prepará-lo para realizar os ritos deste dia vestindo-o.

14Seus filhos, porém, não realizarão neste dia quaisquer ritos relacionados ao cumprimento da construção do Tabernáculo. Ainda assim, visto que este é o primeiro dia em que eles servirão como sacerdotes, você deve inaugurá-los neste ofício vestindo sua principal vestimenta sacerdotal, a túnica. Portanto, depois que eles colocarem suas calças, você deve trazer seus filhos e vesti-los com túnicas. Eles devem então colocar suas faixas e cocares eles mesmos. 

15 Então os ungirás como ungiste o pai deles, e eles me ministrarão, e assim será que a unção deles os dotará com um sacerdócio perpétuo por suas gerações.

16No dia 23 de Adar , Moisés começou a realizar os ritos de posse de Aarão e seus filhos, como Deus lhe havia ordenado e como será descrito em detalhes mais tarde. Então, no dia 1º de Nisan, Moisés fez os ritos deste dia exatamente como Deus lhe havia ordenado.

Erguendo o Tabernáculo

Sexta Leitura 17 Assim, foi em Nisan, primeiro mês, de 2449, segundo ano após o Êxodo , no primeiro dia do mês, que o Tabernáculo foi erguido pela primeira vez e não desmontado no mesmo dia .

18 Moisés ergueu o Tabernáculo: ele estabeleceu suas bases, ajustou suas tábuas, inseriu suas travessas e ergueu suas colunas. Ele não conseguia levantar as tábuas sozinho, mas, como Deus lhe havia dito, ele se dedicou à tarefa e as tábuas se levantaram sozinhas. 

19] Ele estendeu a tenda de lençóis de pelo de cabra sobre a primeira cobertura do Tabernáculo, as tapeçarias, e colocou a pele de carneiro e tachash – telhado de pele da tenda sobre ela – como Deus havia ordenado a Moisés.

Moisés então começou a colocar os móveis em seu devido lugar dentro e fora do Tabernáculo. Assim que terminava de posicionar cada móvel, executava a tarefa para a qual aquele móvel fora utilizado. Embora normalmente o mobiliário individual não funcionasse a menos que todo o Tabernáculo estivesse instalado, condições especiais foram aplicadas ao processo inaugural que ocorreu neste dia. Moisés havia oficiado como sacerdote durante os sete dias de consagração, realizando todos os ritos sacerdotais diários regulares. No oitavo dia, 1º de Nisan, Moisés continuou fazendo isso. Aaron oferecia apenas as oferendas de instalação e só começava a oficiar os ritos diários regulares no dia seguinte.

20 Ele pegou as Tábuas do Testemunho da arca de madeira que ele mesmo havia feito e as colocou na Arca. Ele posicionou as varas na Arca e colocou a Tampa em cima da Arca.

21 Ele trouxe a Arca para dentro do Tabernáculo e colocou a cortina de separação para que ela protegesse a Arca do Testemunho – como Deus havia ordenado a Moisés. Ele então colocou o primeiro conjunto de tábuas quebradas na arca de madeira original que havia feito. Esta arca precedia o povo sempre que viajava e era levada com eles para o campo de batalha quando iam para a guerra. 

22 Ele colocou a Mesa na Tenda do Encontro no lado norte do Tabernáculo, fora da cortina.

23 Ele então preparou um arranjo de pães da proposição diante de Deus – como Deus havia ordenado a Moisés – embora fosse domingo, e os pães da proposição normalmente são colocados na mesa apenas no sábado 

24 Ele colocou o Candelabro na Tenda do Encontro em frente à Mesa, no lado sul do Tabernáculo.

25 Ele então acendeu as lâmpadas diante de Deus — como Deus havia ordenado a Moisés — embora fosse de manhã, e as lâmpadas normalmente são acesas apenas à noite 85

26 Ele colocou o Altar de ouro na Tenda do Encontro, na frente da Cortina.

27 Em seguida queimou sobre ele um incenso, como Deus havia ordenado a Moisés. Ele queimava o incenso uma vez pela manhã e outra vez à noite, de acordo com a prática normal; não houve exceção à prática normal no caso do incenso. 

Sétima Leitura 28 Ele colocou a tela de entrada para o Tabernáculo.

29 Em seguida, ele colocou o altar de sacrifício em frente à entrada do Tabernáculo, a Tenda do Encontro, e sobre ele sacrificou a oferta diária de ascensão e a oferta de cereal e a libação que a acompanham – como Deus havia ordenado a Moisés. 

30 Ele colocou a pia entre a Tenda do Encontro e o Altar, e pôs água nela para lavar.

31 Dele Moisés e Arão e os filhos de Arão lavariam as mãos e os pés — Moisés somente naquele dia, Aarão e seus filhos daquele dia em diante .

32 Eles se lavariam sempre que entrassem na Tenda do Encontro ou se aproximassem do Altar, como Deus havia ordenado a Moisés.

33Moisés então montou o Pátio ao redor do Tabernáculo e do Altar, e colocou a Tela da entrada do Pátio. Com isso, Moisés completou o trabalho. Aaron então realizou os ritos de inauguração, como será descrito em detalhes mais tarde. 

Maftir 34 A nuvem cobriu a Tenda do Encontro, e a glória de Deus encheu o Tabernáculo.

35 Moisés não podia entrar na Tenda do Encontro, pois a nuvem havia pousado sobre ela, e a glória de Deus enchia o Tabernáculo. Mas quando Deus retirou a nuvem, Moisés pôde entrar e conversar com Deus. 

36O ​​Tabernáculo permaneceu no local de 1º de Nisan a 20 de Iyar . A partir daí, sempre que a nuvem subia acima do Tabernáculo, os israelitas embarcavam em todas as suas jornadas. 

37 Se a nuvem não subisse, eles não viajariam até o dia em que ela subisse.

38 Pois onde quer que eles acampassem, a nuvem de Deus estava sobre o Tabernáculo durante o dia, e o fogo estaria lá à noite, visível para toda a Casa de Israel, em todas as estações de suas jornadas.


Tanya Diário

Likutei Amarim, meio do capítulo 37

Uma vez que a totalidade da alma vital da comunidade de Israel se tornará uma carruagem sagrada para D’us,

então também a vitalidade geral deste mundo, que agora consiste em kelipat nogah , também emergirá de sua impureza e doença (o termo “impureza” refere-se ao mal da kelipah ; “doença” refere-se ao elemento do bem que kelipat nogah contém, que é, no entanto, o bem da kelipá , não a santidade) e ascenderá à santidade,

para se tornar uma carruagem para D’us, na revelação de Sua glória (no Mundo Vindouro) .

Então “toda a carne contemplará [a Divindade] juntamente” 8 e Ele aparecerá sobre eles com a majestosa beleza de Seu poder, e “a glória de D’us encherá o mundo inteiro”. 9

Israel verá “olho a olho” – o olho humano verá a verdade da Divindade, assim como o “olho” superno a vê – assim como [eles viram] na entrega da Torá,

do qual está escrito: “Você se mostrou para que se soubesse que ‘D’us é o L-rd (lit.: o Nome Divino de Quatro Letras é Elokim ; isto é, apesar da ocultação do Nome Divino de Quatro Letras (que denota o poder ilimitado de D’us) pelo nome Elokim (que significa a autolimitação de D’us), é o primeiro que ainda permeia toda a existência) não há nada além Dele.” 10

Através desta ascensão de kelipat nogah à santidade, as três kelipot impuras serão totalmente aniquiladas e anuladas,

pois a nutrição e a vitalidade que agora recebem da santidade vêm a eles [somente] por meio de kelipat nogah , o intermediário entre eles.

Segue-se, portanto, que o propósito da era messiânica e da ressurreição, ou seja, a revelação de Sua glória e Divindade e o banimento do espírito de impureza da terra,

é inteiramente dependente de [nosso] atrair Sua Divindade e a abençoada Ein Sof -light sobre todos os 248 membros da alma vital de todo Israel (por meio da alma vital, todo o mundo será inundado com Divindade), e isso é alcançado pelo desempenho da alma vital de todas as 248 mitsvot positivas ;

e esse propósito também depende de [nosso] banir o espírito de impureza, ou seja, as três kelipot impuras da alma vital de todo Israel (pois ao ser banido da alma vital, o espírito de impureza é banido de todo o mundo) , e isso é realizado pela observância da alma vital de todas as 365 mitsvot proibitivas, evitando assim que seus 365 vasos sanguíneos extraiam nutrição do espírito de impureza.

Pois a comunidade de Israel, compreendendo 600.000 almas particulares, é a fonte geral de vitalidade para o mundo como um todo, já que o mundo foi criado para o bem dessas almas.

Cada um deles específico contém e a cada um está relacionado a vitalidade de uma seiscentésima milésima parte do mundo inteiro.

Esta [parte do mundo] depende de sua alma vital para sua elevação a D’us através da própria elevação [da alma vital].

Isso significa que a pessoa eleva “sua” porção do mundo ao participar deste mundo para as necessidades de seu corpo e alma vital no serviço a D’us. Ao usar os objetos deste mundo que o corpo e a alma vital precisam para servir a D’us, a pessoa eleva sua porção do mundo.

Por exemplo: comer, beber e coisas semelhantes, a habitação de alguém e todos os seus utensílios.

Essas 600.000 almas particulares, entretanto, são “raízes”; e, como uma raiz da qual crescem numerosos ramos, cada alma-raiz subdivide-se em 600.000 centelhas, cada centelha sendo uma neshamah .

Da mesma forma com a nefesh e ruach em cada um dos quatro mundos – Atzilut , Beriah , Yetzirah e Asiyah . Em cada um desses quatro mundos são encontrados todos os três níveis de alma – nefesh , ruach e neshamah .

NOTAS DE RODAPÉ

8.Isaías 40:5 .

9.Números 14:21.

10.Deuteronômio 4:35 . 


Estudo Diário das Sete Leis Universais

Leitura Diária do Guia Bnei Noach – Pag 88, 14.15

Pergunta: O que ocorre se posso dar Caridade e não faço?

Rabino Yacov Gerenstadt Responde: Considera -se uma transgressão se alguém tem a capacidade de honrar a sua obrigação e atrasa ou não a cumpre. Se não houver passoas pobres a quem dar o dinheiro, ele deve ser reservado até que um pessoa pobre seja encontrada.

Extraído do Guia Bnei Noach de autoria do Rav Yacov Gerenstadt

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7° Lei – Dinim – Praticar a Justiça

■ 14ª Ramificação –
“Proibido a incriminação por provas circunstanciais.”

■Referência: “E uma pessoa inocente e justa não condenarás a morte” – Êxodo 23: 7 .

■Descrição:
Para os tribunais não condenarem um réu com base em provas circunstanciais, mesmo que pareça ser um caso forte. Os tribunais das nações exigem para a condenação, no mínimo, uma testemunha confiável que viu pessoalmente o crime sendo cometido e cujo testemunho resiste a um interrogatório rigoroso. O objetivo deste mandamento é impedir a execução de inocentes.

■Fonte(s):

》Maimonides, Sefer Hamitzvot (livro dos mandamentos) Proibição 290
Esta proibição existe porque as evidências circunstanciais podem muitas vezes levar a conclusões erradas, virando a justiça ao contrário ao condenar os inocentes (contra o que os tribunais das nações são estritamente advertidos).

Maimônides, Código de Leis Mishneh Torah, Leis de Reis 9:14

“Como as nações devem cumprir o mandamento de estabelecer leis e tribunais? Eles são obrigados a estabelecer juízes e magistrados em todas as grandes cidades para julgar a respeito dessas seis leis e avisar o povo a respeito de sua regra.”

“Um gentio que desobedece essas sete leis (não praticar Idolatria, Honrar a D-us, não assassinar, não roubar, não praticar relações proibidas, não maltratar os animais e praticar justiça) será condenado pelo tribunal. Por esse motivo, todos os moradores de Siquém foram condenados a morte. Após Siquém ter sequestrado Diná (filha de Jacó). Os moradores daquela cidade sabiam o que Siquém tinha feito, mas não julgaram ele.

Um gentio é condenado através do depoimento de uma testemunha e no veredicto de um único juiz. Nenhum aviso é necessário. Os parentes podem servir de testemunhas. No entanto, uma mulher não pode ser testemunha ou juíza para eles.

{Os réus das nações são condenados com base no depoimento de pelo menos uma testemunha (portanto, não são evidências circunstanciais).}

Exemplos:

Não condenar o acusado usando “boatos” ou testemunho indireto


Fontes: Guia Bnei Noach – The Seven Laws of Noah – Site Chabad.org

Transcrição por Equipe Projeto Chassidus

Sexto dia, 24 de Adar 5783 da Criação

História Judaica


Hayom Yom

À pergunta de R. Hillel Paritcher sobre revisar a Chassidut mesmo em cidades onde as pessoas não têm nenhuma concepção da Chassidut, o Mitteler Rebbe respondeu: “A alma ouve as palavras da Chassidut.” Está escrito: “Fluindo do Líbano”. 1 Líbano é soletrado (em hebraico) l’b nu’n . 2 “Líbano” representa, portanto, chochma e bina da alma. Quando a alma 3 ouve, daí 4 emite um “fluxo”, uma “corrente de gotículas” para aquela “radiação” ou ha’ara da alma que vitaliza o corpo; 5isso resulta em um fortalecimento de “fazer o bem” expresso nas 248 mitsvot positivas e de “afastar-se do mal” expresso nas 365 proibições.

NOTAS DE RODAPÉ

1.Shir HaShirim 4:15 .

2.L’b é numericamente igual a 32, representando os “32 caminhos de chochma “, sabedoria; nu’n é igual a 50, os “cinquenta portais de bina “, compreensão.

3.Em seu nível de fonte de chochma e bina .

4.Ou seja, daquele nível de fonte chochma/bina , o “Líbano” da alma.

5.É explicado que apenas uma parte da alma se investe no corpo para dar-lhe vida; isso é chamado de “brilho” ou reflexo (ha’ara) da alma, em contraste com a essência (Líbano), que permanece “acima”. Enquanto a pessoa simples que ouve a Chassidut não compreende nem um pouco, sua alma possui as qualidades do intelecto, chochma e bina , que compreendem, embora ela não esteja consciente disso. No entanto, há um efeito sobre ele, o “fluxo” do Líbano, o intelecto.


Chumash

Parashat Vayak’hel-Pekudei, 6ª Porção (Shemot (Êxodo) 39:22-39:43) 

Fazendo o manto

Terceira Leitura (Sexta quando combinada) 22 Betzalel fez o Manto para ser usado sob o Éfode, inteiramente tecido de lã turquesa .

23 A orla da abertura superior do manto era dobrada para dentro, como na gola de uma cota de malha: em toda a sua abertura havia uma orla para que não se rasgasse.

24 Na bainha inferior do manto, eles fizeram esferas ocas em forma de romãs de lã turquesa, púrpura e escarlate , entrelaçadas.

25 Eles fizeram sinos de ouro puro e colocaram os sinos entre as romãs, ao redor da bainha inferior do Manto, no meio das romãs:

26 uma campainha e uma romã, uma campainha e uma romã, ao redor da orla inferior do manto, para o serviço do tabernáculo , como Deus havia ordenado a Moisés.

Fazendo as túnicas, o arnês e a faixa

27 Fizeram as túnicas de linho trançadas para Aarão e seus filhos,

28 e o turbante de linho para Aaron , os chapéus de linho esplêndidos , mas menos elaborados, para seus filhos , e as calças de linho para todos eles , tudo de linho retorcido.

29 E fizeram o cinto para a túnica de Arão e os outros cintos para as túnicas de seus filhos, bordados de linho torcido e turquesa, púrpura e lã carmesim , como Deus havia ordenado a Moisés.

Fazendo a Placa da Testa

30 Fizeram a placa da testa, a coroa sagrada, de ouro puro, e nela escreveram com uma inscrição como a de um anel de sinete as palavras “Santo para Deus”.

31 Colocaram sobre ele um cordão de lã turquesa para passar por cima do turbante, como Deus havia ordenado a Moisés.

Apresentando a Obra a Moisés

32 Todo o trabalho de fazer o Tabernáculo, a Tenda do Encontro e seus acessórios , foi concluído pelos artesãos . Os outros israelitas trouxeram Cf. Rashi aqui e em 36:7, acima; Likutei Sichot , vol. 11, pág. 170. tudo o que haviam doado, exatamente como Deus havia ordenado a Moisés.

Quarta leitura 33 O povo então apresentou a Moisés tudo o que os artesãos haviam feito, para que ele examinasse cada peça e se certificasse de que tudo havia sido feito corretamente. Likutei Sichot , vol. 26, pág. 276 Embora não tivessem sido explicitamente instruídos a montar e erigir o Tabernáculo, eles presumiram que isso poderia estar incluído no comando para modelar as partes componentes. Por outro lado, eles sabiam que a maioria das ordens relativas à construção do Tabernáculo eram formuladas no singular, então eles presumiram que a construção do Tabernáculo também deveria ser feita por apenas um indivíduo – mas as tábuas provaram ser muito pesadas para uma pessoa levantar. Assim, eles concluíram que (a) a construção do Tabernáculo não poderia ter sido incluída nas instruções para moldar suas partes componentes, ou que (b) havia sido, mas eles foram enfraquecidos fisicamente (e não apenas espiritualmente) pelo incidente do Bezerro de Ouro. Eles, portanto, trouxeram tudo a Moisés, confiantes de que ele seria capaz de erguê-lo – seja com a ajuda divina ou com sua própria força, que não havia diminuído pelo incidente do Bezerro de Ouro. Trouxeram a cobertura interna do Tabernáculo a Moisés, a tenda de coberturas de pelos de cabra e todas as outrasacessórios do Tabernáculo : seus colchetes, tábuas, travessas, pilares e bases;

34 o teto de peles de carneiro tingidas de vermelho, o teto de couro tachash e a cortina divisória;

35 a Arca do Testemunho, suas varas e a tampa;

36 a Mesa e todos os seus utensílios e os pães da proposição;

37 o candelabro de ouro puro com suas lâmpadas – as lâmpadas em ordem – e todos os seus utensílios, e o óleo para iluminação;

38 o Altar de ouro, o óleo da unção, a oferta de incenso e o Reposteiro para entrada da Tenda;

39 o Altar de cobre, sua Grade de cobre, suas varas e todos os seus utensílios; a pia e sua base;

40 as cortinas de crochê do Pátio, seus postes e suas bases; a Tela para a entrada do Pátio, suas cordas de amarrar e suas estacas; e todos os utensílios para o serviço no Tabernáculo, para a Tenda do Encontro;

41 os panos de rede para uso no Tabernáculo, as vestes sagradas para Arão, o sacerdote, e as vestes de seus filhos para o serviço sacerdotal.

42 Os israelitas haviam feito todo o trabalho exatamente como Deus havia ordenado a Moisés.

43 Moisés viu que eles realmente haviam feito todo o trabalho exatamente como Deus havia ordenado, e Moisés os abençoou, dizendo: “Vocês fizeram tudo isso para que a presença de Deus torne a habitar entre vocês. Que a presença Dele de fato repouse no que você fez.” Ele orou: “Que o prazer da presença de Deus, nosso Deus, esteja sobre nós. Deus, por favor, valide o trabalho de nossas mãos para nós dessa maneira.” 


Tanya Diário

Likutei Amarim, meio do capítulo 37

Uma [virtude] adicional em mitsvot envolvendo ação (além de sua função de elevar a alma animal, mencionada acima):

a energia vitalizadora da alma vestida na pronúncia de letras do discurso de alguém no estudo de Torá, oração ou algo semelhante ou a energia vestida no cumprimento de mitsvot envolvendo ação

deriva todo o seu crescimento e vitalidade do sangue, que é da própria kelipat nogah ,

significando toda a comida e bebida que alguém comeu e bebeu e que se tornou sangue.

Estes estavam sob o domínio de [ kelipat nogah ] e extraíam sua vitalidade dele.

Agora que a pessoa cumpre uma mitsvá com a energia derivada dessa comida e bebida, essa kelipá é transformada de mal em bem e é absorvida em santidade por meio da energia da alma animal que cresce a partir dela (ou seja, a energia nutrida por aqueles objetos que derivam sua vitalidade desta kelipá ) , que agora se envolveu nestas letras de Torá e oração ou no cumprimento desta mitsvá, que na verdade constituem a expressão revelada do aspecto interno da vontade de D’us.

E sua vitalidade (a vitalidade gasta no cumprimento das mitsvot ) também é absorvida (como as próprias mitsvot ) na abençoada Ein Sof -light, que é Sua vontade conforme expressa nas mitsvot ,

e com sua vitalidade, a energia da alma animal é igualmente elevada e absorvida na luz Ein Sof , e uma vez que a energia necessária para cumprir mitsvot foi fornecida por comida e bebida, a vitalidade da comida e bebida é igualmente absorvida no Ein Sof -light, juntamente com a mitsvá cujo cumprimento tornou possível.

Assim, toda a kelipat nogah , que constitui a vitalidade deste mundo físico e corpóreo como um todo, ascenderá também. Quando isso acontecerá?

Quando toda a neshamah , a alma divina 6 em todo Israel, que é dividida em 600.000 ramificações particulares (o número padrão para os membros da nação judaica, todas as almas individuais sendo subdivisões adicionais dessas 600.000 almas “gerais”, como será explicado mais adiante) cumprirá, cada alma individual disso, as 613 mitsvot da Torá:

quando eles se abstiverem de transgredir as 365 proibições, de restringir os 365 vasos sanguíneos da alma animal no corpo,

para que eles não extraiam nutrição ou recebam vitalidade por meio de tal transgressão de qualquer uma das três kelipot completamente impuras , das quais são derivadas as 365 proibições bíblicas e as proibições rabínicas – suas ramificações.

a alma vitalizadora não podia mais ascender a D’us, tendo sido contaminada pela impureza das três kelipot impuras .

[Pois] estas [kelipot] nunca podem ser elevadas, mas devem ser anuladas e totalmente destruídas,

como está escrito: “E banirei o espírito imundo da terra”. 7

Quando , além disso, cada alma individual cumprir também os 248 mandamentos positivos, atraindo assim para baixo a abençoada Ein Sof -light,

elevar a Ele e ligar e unir com Ele toda a alma vital, que está nos 248 membros do corpo, em perfeita unidade ( tal é o efeito de uma mitsvá em unir a alma animal vital com D’us) para que eles tornar-se realmente um [com Ele],

de acordo com Sua vontade que haja uma morada para Ele nos reinos inferiores, e tão grande é esta unidade que eles (os membros do corpo com a vitalidade da alma animal investida neles) tornam-se uma “carruagem” para D’us, assim como os patriarcas – cujos membros estavam em total submissão à vontade divina, por isso são designados como “carruagens” de D’us – e assim todo judeu se tornará uma carruagem cumprindo as mitsvot .

NOTAS DE RODAPÉ

6.O Rebe faz a seguinte pergunta: Estamos falando aqui da energia vital da alma, que é revestida nas letras do estudo da Torá, oração e cumprimento dos mandamentos divinos. Essa energia vem da comida e bebida da pessoa, que está sob o domínio de kelipat nogah . E é através da alma vitalizadora que a força vital da kelipat nogah é transformada e absorvida na santidade. Além disso, o Alter Rebe está prestes a explicar mais especificamente como a alma vitalizadora (e através dela a vitalidade geral deste mundo) se une à vontade de D’us e à luz infinita por meio da execução dos mandamentos positivos e proibitivos da Torá. . Sendo assim, por que o Alter Rebe interpolou a frase: “Quando toda a neshamá, a alma divina em todo Israel”, quando na realidade estamos falando da alma vitalizadora? O Rebe diz que a resposta possivelmente pode estar no fato de que um certo número dos 613 mandamentos são executados através dos processos de pensamento de uma pessoa. O efeito da alma vitalizadora, porém, é sentido principalmente nos assuntos relacionados à fala e à ação, visto que a alma vitalizadora está ligada aos membros e órgãos corpóreos. Estes são utilizados para os mandamentos que são executados por meio de ação ou fala. Inversamente, os mandamentos executados através do pensamento da pessoa são em sua maioria executados pela alma divina sem a intermediação da alma vitalizadora. O termo “alma divina” é, portanto, usado aqui, para a fonte última de poder que permite a uma pessoa realizar todas asos mandamentos é a alma divina.

7.Zacarias 13.2.


4 maneiras de manter a calma quando o mundo está desmoronando

Quando o momento não é muito positivo o desespero, angústia e medo tomam conta e tiram nosso chão.

Em Chassidus aprendemos não somente como lidar melhor como nossos sentimentos e emoções como também a fazer tudo isso conctando com nosso Criador.

O abaixo foi extraído de um artigo de Miriam Racquel Feldman uma judia chabad, mas que pode ser entendido também na realidade de todas as Bat Noach.

1. Fortaleça seu Bitachon

Talvez a maneira mais poderosa de combater a negatividade de nossa era atual seja através da confiança em D’us. Os ensinamentos chassídicos explicam que tudo o que D’us faz é para o nosso bem, mesmo que não pareça. Quando nos inclinamos para o nosso bitachon natural — afinal, somos chamados de “piedosos, filhos de piedosos” — podemos sentir paz apesar do que está acontecendo ao nosso redor.

O Rebe também nos encorajou a focar em nossa crença em Mashiach e na iminente Redenção. Isso não apenas nos fortalece, mas tem o benefício adicional de apressar a chegada deste tempo de paz.

2. Limite sua exposição

A Sheva Mitsvot nos diz para proteger nossos portões. Esses podem ser portões de propriedades externas ou nossos olhos e ouvidos – os portões de nossa mente e alma.

Muitos desabafos acontecem nas redes sociais e em eventos sociais, mas você quer participar? Talvez você prefira ser mais pessoal e falar sobre as crianças ou sobre as férias recentes e as maravilhas do relaxamento. Ou um novo projeto empolgante ou algum conhecimento que eles tenham e que você adoraria ouvir. Até certo ponto, você pode escolher a exposição que terá a esses problemas.

Há tantas notícias boas acontecendo no mundo em geral e, no entanto, isso raramente é compartilhado na mídia, que geralmente é alarmista e orientada para o dia do juízo final. Como disse o filósofo Alain de Botton: “Lembre-se sempre de que as notícias estão sempre tentando deixá-lo assustado. É ruim para nós, mas muito bom para as organizações de notícias: a maneira mais fácil de conseguir uma audiência é assustando as pessoas.”

Escolha com cuidado ao que você se expõe. Você pode ouvir música que é calmante e aulas de Torá que são esclarecedoras. Você pode se envolver com outras pessoas, talvez conduzindo a conversa para tópicos que são edificantes e conectados. Seus amigos e colegas podem se sentir muito gratos por deixar um evento relaxado e feliz, em vez de um estado de ansiedade e estresse.

3. Escolha pensamentos mais produtivos

A ansiedade é geralmente composta por três emoções: raiva, medo e tristeza. Identifique qual emoção está mais presente em torno dessa questão global que você está pensando. Você pode sentir todas as três emoções, mas talvez uma mais presente do que as outras.

Mandíbula apertada? Com quem você está com raiva?

Estômago caído? Do que você tem medo?

Respiração constrita e peito apertado? Sobre o que você está ruminando?

Observe quais sensações estão surgindo para você e coloque a mão nessa parte. Conforte-se com compaixão por sua tristeza. Envie compaixão com seus pensamentos e energia para os outros que sofrem e escolha pensamentos mais produtivos.

Deixe essa energia emocional fluir.

4. Tome uma atitude, por menor que seja

Dê pequenos passos para ajudar as causas com as quais você se preocupa. Caridade ou voluntariado com organizações que você acha que fazem a diferença é um ótimo plano. Não sobrecarregue seu sistema nervoso com grandes tarefas; entenda que pequenos passos podem levar a grandes mudanças.

O Rebe sempre incentivou a ação. A Torá nos diz como realizar essa ação – realizando atos de bondade, sorrindo para as pessoas, fazendo caridade, orando, recitando Salmos e trocando palavras inspiradoras com outras pessoas. Tenha fé em um grande D’us que controla o mundo.

D’us está em você e o capacita a fazer a diferença neste mundo. Continue adicionando luz e trazendo energia edificante e reconfortante para um mundo que está quebrado, mas anseia por ser consertado.


Por Miriam Racquel Feldman com adaptação pela equipe Chassidus Mulheres